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    <subfield code="a">No&#xE7;&#xF5;es elementares de direito penal</subfield>
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    <subfield code="a">3.&#xAA; ed. revista e actualizada</subfield>
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    <subfield code="a">1. PARTE GERAL. Cap&#xED;tulo I - Da Lei Penal. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 1.1. Lei Penal e C&#xF3;digo Penal. 1.2. Infrac&#xE7;&#xE3;o criminal e pena. 2. Princ&#xED;pios Informadores da Lei Penal. 2.1. Legalidade e tipicidade do crime. 2.2. N&#xE3;o retroactividade. 2.3. Interpreta&#xE7;&#xE3;o extensiva, interpreta&#xE7;&#xE3;o anal&#xF3;gica e analogia. 2.4. Outros princ&#xED;pios. 3. Aplica&#xE7;&#xE3;o da Lei Penal no tempo. 3.1. Disciplina. 3.2. Momento da pr&#xE1;tica do facto . 4. Aplica&#xE7;&#xE3;o da Lei Penal no espa&#xE7;o. 4.1. Regra geral. 4.2. Factos praticados fora do territ&#xF3;rio portugu&#xEA;s. 4.3. Restri&#xE7;&#xE3;o &#xE0; aplica&#xE7;&#xE3;o da lei penal portuguesa. 4.4. Lugar da pr&#xE1;tica do facto. 5. Aplica&#xE7;&#xE3;o subsidi&#xE1;ria do C&#xF3;digo Penal. Cap&#xED;tulo II &#x2013; Do facto. 1. Il&#xED;cito. 1.1. O crime e a sua estrutura. 2. Pressupostos da puni&#xE7;&#xE3;o. 2.1. Ac&#xE7;&#xE3;o e causalidade. 2.2. Responsabilidade das pessoas singulares e colectivas. 2.3. Actua&#xE7;&#xE3;o em nome de outrem. 2.4. Imputa&#xE7;&#xE3;o do facto. 2.4.1. Culpabilidade. 2.4.2. Dolo. 2.4.3. Neglig&#xEA;ncia. 2.5. Agrava&#xE7;&#xE3;o da pena pelo resultado. 3. Circunst&#xE2;ncias exclus&#xF3;rias da responsabilidade criminal. 3.1. Causas de exclus&#xE3;o da ilicitude. 3.1.1. Ordem jur&#xED;dica considerada na sua totalidade. 3.1.2. Leg&#xED;tima defesa. 3.1.3. Exerc&#xED;cio de um direito (direito de necessidade). 3.1.4. Cumprimento de um dever imposto por lei ou por ordem leg&#xED;tima da autoridade. 3.1.5. Consentimento do titular do direito lesado. 3.1.6. Conflito de deveres. 3.2. Causas de exclus&#xE3;o da culpabilidade. 3.2.1. Inimputabilidade. 3.2.1.1. Em raz&#xE3;o da idade. 3.2.1.2. Em raz&#xE3;o de anomalia ps&#xED;quica. 3.2.2. Inexigibilidade. 3.2.3. Erro sobre as circunst&#xE2;ncias do facto. 3.2.4. Falta de consci&#xEA;ncia da ilicitude. 4. Formas do crime. Enquadramento. 4.2. Formas do crime quanto &#xE0;s suas fases. 4.2.1. Actos preparat&#xF3;rios. 4.2.2. Tentativa. 4.2.3. Desist&#xEA;ncia. 4.2.4. Crime consumado. 4.3. Formas do crime quanto aos modos ou graus de participa&#xE7;&#xE3;o. 4.3.1. Autoria simples. 4.3.2. Co-autoria ou comparticipa&#xE7;&#xE3;o. 4.3.3. Cumplicidade. 4.4. Formas do crime quanto ao n&#xFA;mero de infrac&#xE7;&#xF5;es cometidas. 4.4.1. Crime unit&#xE1;rio. 4.4.2. Concurso de crimes. 4.4.3. Crime continuado. Cap&#xED;tulo III &#x2013; Consequ&#xEA;ncias jur&#xED;dicas do facto. 1. Penas e medidas de seguran&#xE7;a. 1.1. Limites. 1.2. Finalidades das penas e das medidas de seguran&#xE7;a. 2. Esp&#xE9;cies de reac&#xE7;&#xF5;es criminais. 3. Pena de pris&#xE3;o. 3.1. Dura&#xE7;&#xE3;o da pena de pris&#xE3;o. 3.2. Contagem dos prazos da pena de pris&#xE3;o. 3.3. Execu&#xE7;&#xE3;o da pena de pris&#xE3;o. 3.4. Substitui&#xE7;&#xE3;o da pena de pris&#xE3;o (multa, pris&#xE3;o por dias livres, semideten&#xE7;&#xE3;o, presta&#xE7;&#xE3;o de trabalho a favor da comunidade). 4. Pena de multa. 4.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 4.2. Substitui&#xE7;&#xE3;o da multa. 4.2.1. Por trabalho. 4.2.2. Por admoesta&#xE7;&#xE3;o. 4.23. Por cau&#xE7;&#xE3;o de boa conduta. 4.2.4. Por vigil&#xE2;ncia judici&#xE1;ria. 4.3. Convers&#xE3;o da multa n&#xE3;o paga em pris&#xE3;o. 5. Dissolu&#xE7;&#xE3;o. 6. Suspens&#xE3;o da execu&#xE7;&#xE3;o da pena de pris&#xE3;o. 6.1. Pressupostos e dura&#xE7;&#xE3;o. 6.2. Deveres. 63. Regras de conduta. 6.4. Suspens&#xE3;o com regime de prova. 6.5. Plano individual de reinser&#xE7;&#xE3;o social. 6.6. Falta de cumprimento das condi&#xE7;&#xF5;es da suspens&#xE3;o. 6.7. Revoga&#xE7;&#xE3;o da suspens&#xE3;o. 6.8. Extin&#xE7;&#xE3;o da pena. 7. Liberdade condicional. 7.1. Pressupostos e dura&#xE7;&#xE3;o.  7.2. Liberdade condicional em caso de execu&#xE7;&#xE3;o de v&#xE1;rias penas. 7.3. Regime. 7.4. Revoga&#xE7;&#xE3;o da liberdade condicional e extin&#xE7;&#xE3;o da pena. 8. Penas acess&#xF3;rias. 8.1. Princ&#xED;pios gerais. 8.2. Proibi&#xE7;&#xE3;o do exercido de fun&#xE7;&#xF5;es p&#xFA;blicas ou dependentes de t&#xED;tulo p&#xFA;blico ou autoriza&#xE7;&#xE3;o. 8.3. Suspens&#xE3;o do exerc&#xED;cio de fun&#xE7;&#xF5;es p&#xFA;blicas. 8.4. Efeitos da proibi&#xE7;&#xE3;o e da suspens&#xE3;o. 8.5. Penas acess&#xF3;rias aplic&#xE1;veis &#xE0;s pessoas colectivas e entidades equiparadas. 8.5.1. Injun&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria. 8.5.2. Proibi&#xE7;&#xE3;o de celebrar contratos. 5.5.3. Priva&#xE7;&#xE3;o do direito a subs&#xED;dios, subven&#xE7;&#xF5;es ou incentivos. 8.5.4. Interdi&#xE7;&#xE3;o do exercido de actividade. 8.5.5. Encerramento do estabelecimento. 8.5.6. Publicidade da decis&#xE3;o condenat&#xF3;ria. Cap&#xED;tulo IV - determina&#xE7;&#xE3;o da pena. 1. Enquadramento. 2. Princ&#xED;pios da san&#xE7;&#xE3;o. 2.1. Princ&#xED;pio da legalidade. 2.2. Principio da n&#xE3;o retroactividade da lei penal desfavor&#xE1;vel. 2.3. Princ&#xED;pio da retroactividade da lei penal mais favor&#xE1;vel. 2.4. Princ&#xED;pio &#x201C;nulla poena sine culpa&#x201D;.	2.5. da proporcionalidade. 2.6. Princ&#xED;pio da igualdade. 2.7. Princ&#xED;pio &#x201C;ne bis in idem&#x201D;. 2.8. Princ&#xED;pio da jurisdi&#xE7;&#xE3;o. 2.9. Princ&#xED;pio da motiva&#xE7;&#xE3;o. 2.10. Princ&#xED;pio do direito &#xE0; revis&#xE3;o e indemniza&#xE7;&#xE3;o. 2.11. Proibi&#xE7;&#xE3;o da &#x201C;reformatio in pejus&#x201D;. 3. Determina&#xE7;&#xE3;o da medida da pena. 4. Atenua&#xE7;&#xE3;o especial da pena. 4.1. Requisitos. 4.2. Termos da atenua&#xE7;&#xE3;o especial. 5. Dispensa de pena. 6. Reincid&#xEA;ncia. 6.1. Requisitos. 6.2. Efeitos. 7. Concurso de crimes e crime continuado &#x2013; puni&#xE7;&#xE3;o. 7.1. Regras da puni&#xE7;&#xE3;o do concurso. 7.2. Conhecimento superveniente do concurso. 7.3. Puni&#xE7;&#xE3;o do crime continuado. 8. Desconto na pena. 8.1. Medidas processuais. 8.2. Pena anterior. 8.3. Medida processual ou pena sofrida no estrangeiro. Cap&#xED;tulo V &#x2013; Pena relativamente indeterminada. 1. Delinquentes por tend&#xEA;ncia. 1.1. Pressupostos e efeitos. 1.2. Restri&#xE7;&#xF5;es. 1.3. Liberdade condicional. 2. Alco&#xF3;licos e equiparados. 3. Abuso de estupefacientes. Cap&#xED;tulo VI - Medidas de seguran&#xE7;a. 1. Esquema geral. Internamento de inimput&#xE1;veis. 2.1. Pressupostos. 2.2. Limites de dura&#xE7;&#xE3;o. 2.3. Cessa&#xE7;&#xE3;o e prorroga&#xE7;&#xE3;o do internamento. 2.4. Revis&#xE3;o da situa&#xE7;&#xE3;o do internado. 2.5. Liberdade para prova. 2.6. Revoga&#xE7;&#xE3;o da liberdade para prova. 2.7. Reexame da medida de internamento. 2.8. Inimput&#xE1;veis estrangeiros. 2.9. Suspens&#xE3;o da execu&#xE7;&#xE3;o do internamento. 2.10. Execu&#xE7;&#xE3;o do internamento e da pena de pris&#xE3;o. 3. Interdi&#xE7;&#xE3;o de actividade, cassa&#xE7;&#xE3;o e interdi&#xE7;&#xE3;o da con&#xAD;cess&#xE3;o do t&#xED;tulo lo de condu&#xE7;&#xE3;o de ve&#xED;culo com motor. 3.1. Interdi&#xE7;&#xE3;o de actividade. 3.2. Cassa&#xE7;&#xE3;o e interdi&#xE7;&#xE3;o da concess&#xE3;o de t&#xED;tulo de condu&#xE7;&#xE3;o de ve&#xED;culo com motor. 3.3. Suspens&#xE3;o do per&#xED;odo de interdi&#xE7;&#xE3;o. 3.4. Prorroga&#xE7;&#xE3;o da interdi&#xE7;&#xE3;o. 3.5. Extin&#xE7;&#xE3;o das medidas. 4. Internamento de imput&#xE1;veis portadores de anomalia ps&#xED;quica. 4.1. Anomalia ps&#xED;quica anterior. 4.2. Anomalia ps&#xED;quica posterior &#xE0; pr&#xE1;tica da infrac&#xE7;&#xE3;o. 4.3. Anomalia ps&#xED;quica posterior sem perigosidade. 4.4. Revis&#xE3;o da situa&#xE7;&#xE3;o. 4.5. Simula&#xE7;&#xE3;o de anomalia ps&#xED;quica. Cap&#xED;tulo VII - Perda de coisas ou defeitos relacionados com o crime. 1. Perda de objectos. 2. Objectos pertencentes a terceiros. 3. Perda de coisas, direitos ou vantagens. Cap&#xED;tulo VIII &#x2013; Queixa e acusa&#xE7;&#xE3;o particular. 1. Titulares do direito de queixa. 2. Extens&#xE3;o dos efeitos da queixa. 3. Extin&#xE7;&#xE3;o do direito de queixa. 4. Ren&#xFA;ncia e desist&#xEA;ncia da queixa. Cap&#xED;tulo IX - Extin&#xE7;&#xE3;o da responsabilidade penal. 1. Ideias gerais. 2. Prescri&#xE7;&#xE3;o do procedimento penal. 2.1. Prazos de prescri&#xE7;&#xE3;o. 2.2. In&#xED;cio do prazo. 2.3. Suspens&#xE3;o da prescri&#xE7;&#xE3;o. 2.4. Interrup&#xE7;&#xE3;o da prescri&#xE7;&#xE3;o. 3. Prescri&#xE7;&#xE3;o das penas e das medidas de seguran&#xE7;a. 3.1. Prazos de prescri&#xE7;&#xE3;o. 3.2. Efeitos da prescri&#xE7;&#xE3;o da pena principal. 3.3. Prazos de prescri&#xE7;&#xE3;o das medidas de seguran&#xE7;a. 3.4. Suspens&#xE3;o da prescri&#xE7;&#xE3;o. 3.5. Interrup&#xE7;&#xE3;o da presun&#xE7;&#xE3;o. 4. Outras causas de extin&#xE7;&#xE3;o: morte, amnistia perd&#xE3;o e indulto. Cap&#xED;tulo X - Indemniza&#xE7;&#xE3;o de perdas e danos por crime. 1. Enquadramento. 2. Responsabilidade civil emergente de crime (Art. 129.&#xBA; do CP). 3. Indemniza&#xE7;&#xE3;o do lesado (Art. 130.&#xB0; do CP). 2. PARTE ESPECIAL. Quadros sin&#xF3;pticos. Bibliografia.</subfield>
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