02139nam a2200229 4500001000700000010001800007100004100025101000800066200018100074205001200255210011300267215002000380225002300400300003800423330132900461606001801790606001201808606002001820606002101840700002701861701002101888391584 a9789898549556 a20130410d2012 y0pory50 ba apor aO papel do sector empresarial no combate à corrupçãobRecurso eletrónicoealgumas considerações em torno do caso PortuguêsfManuel Castelo Branco, Luís de Sousa a1ª ed. a[Vilarinho das Cambas]cEdições Húmus ; OBEGEF - Observatório de Economia e Gestão de Frauded2012 a1 CD-ROMd12 cm aWorking Papersv14 aResumo inserto na publicação. aEste texto debruça-se sobre o papel do sector empresarial no combate à corrupção em Portugal. Por corrupção entende-se o abuso de cargo, público ou privado, em benefício próprio ou de terceiros. Algumas formas de corrupção são abrangidas pelo enquadramento legal existente e constituem ofensas criminais. Outras, apesar de não implicarem uma infração à lei, são, não obstante, consideradas como conduta empresarial imprópria. Sugere-se que as empresas são partes fundamentais simultaneamente do problema e da solução. Alguns aspetos do ambiente de negócios português que podem ter um impacto em termos do papel do sector empresarial na corrupção são analisados, nomeadamente as iniciativas tomadas recentemente no sentido de reduzir os denominados "custos de contexto" e encargos administrativos para as empresas com o propósito de facilitar a criação e operações destas e o fenómeno das conexões políticas. Apesar do comprometimento do setor empresarial com o combate à corrupção estar a aumentar, essa posição não tem sido nem homogénea através de todo o setor empresarial, nem consistente relativamente às várias formas de abuso de cargo. A principal conclusão é que muito há ainda a fazer por parte das empresas portuguesas. aCORRUPÇÃO aEMPRESA aEVASÃO FISCAL aPODER POLÍTICO aBRANCObManuel Castelo aSOUSAbLuís de