01879nam a2200217 4500001000700000010001800007100004100025101000800066200009500074205001200169210011300181215002000294225002300314300003800337330117700375606003001552606002101582606001701603606001801620700002301638391581 a9789898549693 a20130410d2013 y0pory50 ba aeng aIs white-collar crime a form of entrepreneurship?bRecurso eletrónicofJosé Neves Cruz a1ª ed. a[Vilarinho das Cambas]cEdições Húmus ; OBEGEF - Observatório de Economia e Gestão de Frauded2013 a1 CD-ROMd12 cm aWorking Papersv22 aResumo inserto na publicação. aDe acordo com Baumol (1990), o empreendedorismo nem sempre aumenta o valor social, mas, dependendo de fatores contextuais ("regras do jogo"), o talento empresarial pode ser direcionado para atividades improdutivas e destrutivas, designadamente o crime de colarinho branco e o crime organizado. Existe alguma contraprova empírica corroborando esta hipótese. Com base nela, propomos um modelo integrado para o estudo empírico dos fatores individuais do crime do colarinho branco, baseado na combinação de duas abordagens concorrentes que têm sido amplamente utilizadas para identificar os fatores individuais do empreendedorismo: o modelo de traços de personalidade; a teoria do comportamento planeado (TCP). Advogamos que a aplicação dos dois modelos, usando a mesma amostra de indivíduos, produzirá resultados similares para ambos os tipos de intenções e uma forte associação entre intenções empreendedoras e intenções de cometimento do crime de colarinho branco, ou seja, esperamos encontrar fortes similaridades, ao nível da personalidade e ao nível das intenções, entre os empreendedores e os ofensores de colarinho branco. aCRIME DE COLARINHO BRANCO aCRIME ORGANIZADO aMETODOLOGIAS aPERSONALIDADE aCRUZbJosé Neves