02340nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200013900056210002900195215002000224300049500244330131200739606001802051606002102069606001302090606002002103700003502123391440 a20130227d2000 y0pory50 ba apor aContributos para a caracterização do discurso socialbRecurso eletrónicoeo caso da corrupçãofAntónio João Marques Maia a[Lisboa]c[s.n.]d[200?] a1 CD-ROMd12 cm aResumo inserto na publicação. Texto baseado no relatório do estudo exploratório realizado no âmbito do Seminário de Investigação do Mestrado em Sociologia do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Nova de Lisboa (ISCSP/UTL) - Maio de 2006. Ficheiro de 4,80 Mb em formato pdf (88 p.). Disponível também em: https://www.bocc.ubi.pt/pag/maia-antonio-contributos-para-a-caracterizacao-do-discurso-social.pdf. Acedido a 27 de fevereiro de 2013. aO estudo que aqui se deixa documentado evidencia a importância que a imprensa escrita possui enquanto factor estruturante do discurso social que os portugueses possuem sobre o problema das práticas de corrupção. O estudo demonstra de forma mais concreta que no discurso dos sujeitos o conceito de corrupção corresponde a uma realidade factual bem mais alargada do que aquela que é definida pelo conceito penal ou criminal do termo. Evidencia ainda que, neste caso em concordância com o sentido do grau de censurabilidade conferido pelas normais penais, na mesma transacção corrupta o acto praticado pelo corruptor passivo é percepcionado como mais gravoso do que o de corruptor activo. Uma referência ainda para o facto de, em discurso espontâneo, livre e aberto, os inquiridos associarem maioritariamente a corrupção ao termo "dinheiro", que, acrescentamos, todos sentimos ser factor central e, diríamos mesmo, determinante na vida diária de cada um de nós. Numa nota final e em concordância com um certo discurso social que será mais ou menos reinante entre as pessoas, o estudo demonstra inequivocamente que, apesar de serem reconhecidamente ilegais, para os portugueses as acções tendentes ao não pagamento de impostos não se revestem de grande gravidade. aCORRUPÇÃO aANÁLISE SOCIAL aIMPRENSA aESTUDO DE CASOS aMAIAbAntónio João Marques