03266nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200015600056210002700212215002000239300054300259330211700802606002402919606001902943606003202962606002002994606000903014700004903023391136 a20120810d2011 y0pory50 ba apor aAs representações sociais das smart drugsbRecurso eletrónicoeuma breve descrição do fenómenofJoana Paula Pereira Barbosa Roque da Silva  a[Lisboa]c[s.n.]d2011 a1 CD-ROMd12 cm aAcesso livre. Ficheiro de 1,08 Mb em formato pdf (101 p.). Tese submetida para a obtenção do grau de Mestre em Psicologia Aplicada, especialidade em Psicologia Educacional (ISPA), tendo como orientador José Morgado, co-orientador Rui Pedro e coordenador de seminário de dissertação Manuela Veríssimo. Resumo inserto na publicação. Ver também referência ao artigo da autora em: https://www.dgsi.pt/bpjl.nsf/83cbe9acef94db5a8025730800549412/4f2ac73a97947cf880257a52004ee241?OpenDocument. Acedido a 10 de agosto de 2012. aA presente dissertação, de carácter exploratório, procura investigar as percepções e representações sociais que os participantes envolvidos têm sobre um fenómeno emergente – Smart Drugs e Smart Shops -, fazendo simultaneamente uma breve descrição do mesmo. Todas as substâncias, perfis dos consumidores, motivações inerentes ao consumo e ainda os efeitos são distintos, daí a pertinência da elaboração de um estudo neste domínio, que contribua para uma melhor caracterização dos mesmos. Como método de recolha de dados recorreu-se a entrevistas, aplicadas em locais de diversão nocturna. Seleccionou-se a amostra de acordo com os seguintes critérios: serem do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 18 e 25 anos e terem conhecimento do presente fenómeno – Smart Drugs e Smart Shops. Após a recolha da amostra passou-se à análise de conteúdo dos documentos e recorreu-se à análise estatística de alguns dados, como a idade e as habilitações literárias, relacionando-as com os consumos e o conhecimento do fenómeno. Percebeu-se que uma vasta maioria dos participantes do presente estudo tem conhecimento do fenómeno e uma percentagem considerável dos mesmos já experimentou Smart Drugs. Obtiveram-se ainda dados sobre quais as substâncias tendencialmente mais consumidas: os incensos (canabinóides sintéticos), a sálvia (alucinogéneo) e os fertilizantes de plantas (estimulantes). Foi possível verificar na nossa amostra que as drogas ilícitas ainda são as mais consumidas. No entanto, todos os participantes que afirmaram já ter consumido Smart Drugs, também consumiram, pelo menos, uma das ilícitas. Conclui-se que este fenómeno, no que respeita às motivações para o consumo, tem subjacentes factores como a legalidade e o acesso, sendo, por vezes, percepcionado como uma alternativa às fontes ilícitas. Quanto à percepção do risco, a legalidade é várias vezes referida, já que os participantes declaram associar a legalidade das substâncias à ausência de perigo. aTOXICODEPENDÊNCIA aESTUPEFACIENTE aDESPENALIZAÇÃO DA DROGA aESTUDO DE CASOS aTESE aSILVAbJoana Paula Pereira Barbosa Roque da