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    <subfield code="a">Forensic accounting em Portugal</subfield>
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    <subfield code="a">[Vilarinho das Cambas]</subfield>
    <subfield code="c">Edi&#xE7;&#xF5;es H&#xFA;mus ; OBEGEF - Observat&#xF3;rio de Economia e Gest&#xE3;o de Fraude</subfield>
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    <subfield code="a">1 CD-ROM</subfield>
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    <subfield code="a">Colec&#xE7;&#xE3;o Tramas</subfield>
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    <subfield code="a">Resumo inserto na publica&#xE7;&#xE3;o. Ficheiro de 1,86 Mb em formato pdf (206 p.).</subfield>
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    <subfield code="a">Nos &#xFA;ltimos anos, as sucessivas fraudes e esc&#xE2;ndalos financeiros a n&#xED;vel mundial, t&#xEA;m-nos mostrado que a fun&#xE7;&#xE3;o de Auditoria, concretamente nas suas vertentes "interna" e "externa", apresenta limita&#xE7;&#xF5;es quer numa &#xF3;ptica de preven&#xE7;&#xE3;o quer numa &#xF3;ptica de detec&#xE7;&#xE3;o da Fraude Ocupacional, ou seja, perante um tipo de Fraude de &#xED;ndole econ&#xF3;mica. Limita&#xE7;&#xF5;es que decorrem directamente dos pressupostos em que assenta, da sua metodologia de trabalho, bem como do seu pr&#xF3;prio normativo, o qual n&#xE3;o lhe confere actualmente uma responsabilidade prim&#xE1;ria no seu combate. Este facto, tem contribu&#xED;do para a exist&#xEA;ncia de um gap entre o que a fun&#xE7;&#xE3;o de Auditoria proporciona e o que a sociedade dela exige (Audit Expectation gap), desde logo porque a sociedade tem cada vez mais dificuldade em aceitar que a Auditoria n&#xE3;o tem uma responsabilidade social e um papel prim&#xE1;rio no combate &#xE0; Fraude. Paralelamente e consequentemente, foi inevit&#xE1;vel que a Auditoria tivesse aberto caminho a uma outra &#xE1;rea de conhecimento, conceptualmente mais abrangente, vocacionada e com enfoque na Fraude Ocupacional, a qual exige aos profissionais que a exercem compet&#xEA;ncias significativamente mais amplas e multidisciplinares: A Forensic Accounting. Foi na convic&#xE7;&#xE3;o que &#xE9; premente definir uma linha de orienta&#xE7;&#xE3;o que, na actual realidade socioecon&#xF3;mica, se assuma como uma op&#xE7;&#xE3;o efectivamente eficaz no combate &#xE0; Fraude Ocupacional, bem como, que esta op&#xE7;&#xE3;o passa necessariamente pela Forensic Accounting, que decidimos fazer este nosso estudo, tentando avaliar, a respeito, se existem evid&#xEA;ncias emp&#xED;ricas desta &#xE1;rea do conhecimento na realidade portuguesa. Tivemos como principal refer&#xEA;ncia e termo de compara&#xE7;&#xE3;o os pa&#xED;ses angl&#xF3;fonos, muito em especial, o exemplo dos EUA. Em Portugal, a Forensic Accounting n&#xE3;o est&#xE1; reconhecida social e institucionalmente, n&#xE3;o est&#xE1; regulamentada, n&#xE3;o existe nenhum reconhecimento oficial previsto para os profissionais que atrav&#xE9;s da sua actividade a possam eventualmente enquadrar, nem t&#xE3;o pouco o seu enquadramento formal ou legal nas atribui&#xE7;&#xF5;es de profissionais reconhecidos oficialmente, em especial, os provenientes da &#xE1;rea da Contabilidade ou Auditoria. Mesmo assim, conscientes desta realidade em Portugal, avan&#xE7;amos para este nosso estudo na expectativa que j&#xE1; existe a n&#xED;vel nacional trabalho desenvolvido por algumas classes profissionais, que pode ser enquadrado ou classificado no &#xE2;mbito da Forensic Accounting, apesar de n&#xE3;o ser denominado desta forma nem como alguma das suas vertentes e/ou &#xF3;pticas que definimos conceptualmente. Tendo em conta os profissionais que escolhemos para o nosso estudo emp&#xED;rico, suportando teoricamente esta nossa escolha, a saber, Administrador de Insolv&#xEA;ncia, Auditor Interno e Pol&#xED;cia Judici&#xE1;ria, de acordo com determinados pressupostos que adoptamos na metodologia que usamos no nosso estudo emp&#xED;rico, pudemos confirmar que a actividade desenvolvida por estas classes profissionais pode, efectivamente, ser enquadrada na Forensic Accounting.</subfield>
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    <subfield code="a">PER&#xCD;CIA CONTABIL&#xCD;STICA</subfield>
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