02027nam a2200205 4500001000700000010001800007100004100025101000800066200009400074205001300168210011300181215002000294225002200314300019500336330121800531606001101749606002101760606002001781700002001801391066 a9789898139085 a20120717d2009 y0pory50 ba apor aEsboço de quantificação da fraude em PortugalbRecurso eletrónicofCarlos Pimenta a1.ª ed. a[Vilarinho das Cambas]cEdições Húmus ; OBEGEF - Observatório de Economia e Gestão de Frauded2009 a1 CD-ROMd12 cm aWorking Papersv3 aResumo inserto na publicação. Disponível também em: https://www.gestaodefraude.eu/images/gf_upload/wp003.pdf. Acedido a 17 de julho de 2012. Ficheiro de 243 Kb em formato pdf (48 p.). aExiste um conjunto de factores (institucionais, culturais, cognitivos e outros) que impedem uma quantificação rigorosa da fraude em Portugal. Contudo é socialmente imperioso e tecnicamente possível obter valores que tenham uma baixa probabilidade de erro. É o que se tenta fazer nesta breve comunicação. Para tal é necessário ultrapassar as concepções espontâneas de fraude e encontrar uma definição que possa assumir-se como referência. O logro, a obtenção de vantagens ou a imposição de danos surgem como elementos constitutivos indispensáveis, associados à ilegalidade ou à ilegitimidade. Partindo deste conceito lato, e sabendo que as quantificações adoptam apenas alguns tipos de fraude, procedeu-se ao inventário de algumas quantificações. Inventariando quantificações rigorosas da fraude em outros países, encontrando variáveis explicativas das diferenças entre países de certos tipos de fraude e da economia não-registada e adoptando certas hipóteses de partida é possível extrapolar para o nosso país, estimando-se que o total da fraude representa entre 1,5 e 2,0% do PIB nacional e a fraude ocupacional 10% do volume de vendas. aFRAUDE aANÁLISE SOCIAL aESTUDO DE CASOS aPIMENTAbCarlos