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    <subfield code="a">Direito Penal Especial</subfield>
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    <subfield code="a">3.&#xAA; ed. actualizada e aumentada</subfield>
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    <subfield code="a">335 p.</subfield>
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    <subfield code="a">Nota &#xE0; 3.&#xAA; edi&#xE7;&#xE3;o. Nota do Autor &#xE0; 1.&#xAA; edi&#xE7;&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO I - INTRODU&#xC7;&#xC3;O AO ESTUDO DA PARTE ESPECIAL DO DIREITO PENAL. 1. A parte especial do direito penal. 2. A pol&#xED;tica criminal e o estudo do direito penal especial. 2.1. Teoria do bem jur&#xED;dico. 2.1.1. A selec&#xE7;&#xE3;o dos bens jur&#xED;dicos. 2.1.2. A defini&#xE7;&#xE3;o das situa&#xE7;&#xF5;es (les&#xE3;o e perigo) que justificam a tutela penal. 2.2. Organiza&#xE7;&#xE3;o do direito penal especial. 2.2.1. C&#xF3;digo Penal e legisla&#xE7;&#xE3;o penal extravagante. 2.2.2. Crit&#xE9;rio de sistematiza&#xE7;&#xE3;o do C&#xF3;digo Penal. 3. Rela&#xE7;&#xE3;o entre parte geral e parte especial do direito penal. 4. Caracter&#xED;sticas do direito penal especial no ordenamento jur&#xED;dico portugu&#xEA;s. CAP&#xCD;TULO II - OS CRIMES CONTRA A VIDA. SEC&#xC7;&#xC3;O I - Identifica&#xE7;&#xE3;o do bem jur&#xED;dico e seus efeitos. 1. Bem jur&#xED;dico. 1.1. O in&#xED;cio da vida. 1.1.1. Consequ&#xEA;ncias da determina&#xE7;&#xE3;o do momento do in&#xED;cio da vida, as manobras abortivas e a rela&#xE7;&#xE3;o entre o crime de homic&#xED;dio e o crime de aborto. 1.2. O fim da vida: a morte cerebral. 2. Organiza&#xE7;&#xE3;o dos crimes contra vida. 3. Os homic&#xED;dios. 4. Suic&#xED;dio. A fronteira entre as situa&#xE7;&#xF5;es de homic&#xED;dio e de suic&#xED;dio. SEC&#xC7;&#xC3;O II - Os crimes de homic&#xED;dio. 1. O crime de homic&#xED;dio simples (art.&#xBA; 131.&#xBA;). 2. Homic&#xED;dio qualificado (art.&#xBA; 132.&#xBA;). 2.1. Fundamento da qualifica&#xE7;&#xE3;o. Tipo de culpa. 2.2. O n.&#xBA; 2 do art.&#xBA; 132.&#xBA; e a t&#xE9;cnica dos exemplos-padr&#xE3;o. 2.2.1. N&#xE3;o funcionamento autom&#xE1;tico das circunst&#xE2;ncias previstas no n.&#xBA; 2. 2.2.2. Car&#xE1;cter exemplificativo das circunst&#xE2;ncias previstas. 2.2.2.1. A compatibilidade do car&#xE1;cter exemplificativo com o princ&#xED;pio da legalidade. 2.2.3. An&#xE1;lise das v&#xE1;rias circunst&#xE2;ncias do n.&#xBA; 2 do art.&#xBA; 132.&#xBA;. 2.3. O dolo no crime de homic&#xED;dio qualificado. 2.4. Relev&#xE2;ncia do erro. 2.5. As formas de crime aplicadas ao art.&#xBA; 132.&#xBA; 2.5.1. A tentativa. 2.5.2. Comparticipa&#xE7;&#xE3;o criminosa. 2.5.3. Concurso. 3. Homic&#xED;dio privilegiado. 3.1. Fundamento do privilegiamento e estrutura do tipo. 3.2. A compreens&#xED;vel emo&#xE7;&#xE3;o violenta. 3.2.1. A influ&#xEA;ncia de determinados factores na an&#xE1;lise da compreens&#xED;vel emo&#xE7;&#xE3;o violenta. 3.2.2. Quem pode ser autor e quem pode ser v&#xED;tima do art.&#xBA; 133.&#xBA; (a prop&#xF3;sito da compreens&#xED;vel emo&#xE7;&#xE3;o violenta). 3.2.3. A relev&#xE2;ncia do erro na an&#xE1;lise da compreens&#xED;vel emo&#xE7;&#xE3;o violenta. 3.4. A compaix&#xE3;o. 3.5. O desespero. 3.6. Motivo de relevante valor social ou moral. 3.7. Formas de crime. 3.7.1. Tentativa. 3.7.2. Comparticipa&#xE7;&#xE3;o. 3.7.3. Concurso. 3.8. Notas finais. 4. Homic&#xED;dio a pedido da v&#xED;tima. 4.1. Fundamento do privilegiamento. 4.2. Caracter&#xED;sticas do pedido. 4.3. A distin&#xE7;&#xE3;o entre o homic&#xED;dio a pedido da v&#xED;tima e a ajuda ao suic&#xED;dio. 4.4. Elemento subjectivo do topo, o dolo. A relev&#xE2;ncia do erro. 4.5. Omiss&#xE3;o. 4.6. As formas de crime. 4.6.1. A tentativa. 4.6.2. Comparticipa&#xE7;&#xE3;o. 4.6.3. Concurso. 5. Infantic&#xED;dio. 5.1. Fundamento do privilegiamento. 5.2. As altera&#xE7;&#xF5;es de 1995 e a retirada da cl&#xE1;usula: &#x201C;para ocultar a desonra&#x201D;. 5.3. O tipo objectivo. 5.4. O dolo. 5.5. As formas de crime no &#xE2;mbito do art.&#xBA; 136.&#xBA; 5.5.1. Tentativa. 5.5.2. Comparticipa&#xE7;&#xE3;o. 5.5.3. Concurso. 6. Homic&#xED;dio negligente. 6.1. Concretiza&#xE7;&#xE3;o do tipo de homic&#xED;dio por neglig&#xEA;ncia. 6.2. Neglig&#xEA;ncia grosseira. 6.3. As formas de crime. 6.4. O concurso. SEC&#xC7;&#xC3;O III - Os crimes de perigo para a vida. 1. Os crimes de perigo para a vida. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2. Crime de incitamento ou ajuda ao suic&#xED;dio. 2.1. O suic&#xED;dio como elemento central do crime. Seu enquadramento jur&#xED;dico. 2.2. Raz&#xF5;es da incrimina&#xE7;&#xE3;o. 2.3. Casos de suic&#xED;dio e de autoria mediata de homic&#xED;dio. 2.4. O tipo objectivo do art.&#xBA; 135.&#xBA;. 2.5. O dolo. 2.6. O crime de incitamento ou ajuda ao suic&#xED;dio como crime de perigo. 2.7. O preenchimento das condi&#xE7;&#xF5;es objectivas de punibilidade. 2.8. As formas especiais de crime. 2.9. O art.&#xBA; 135.&#xBA;, n.&#xBA; 2. 2.10. Comiss&#xE3;o por omiss&#xE3;o. 2.11. Casos de duplo suic&#xED;dio. 2.12. A efic&#xE1;cia do crime de incitamento ou ajuda ao suic&#xED;dio. 3. O crime de propaganda ao suic&#xED;dio. 3.1. Interpreta&#xE7;&#xE3;o do tipo. 3.2. A conduta t&#xED;pica. 3.3. O dolo. 3.4. A distin&#xE7;&#xE3;o entre o tipo do art.&#xBA; 139.&#xBA; e o tipo do art.&#xBA; 135.&#xBA;. 3.5. Formas especiais de crime. 4. Crime de exposi&#xE7;&#xE3;o ou abandono. 4.1. O tipo objectivo. 4.2. O dolo. 4.3. As agrava&#xE7;&#xF5;es. 4.4. As formas de crime. 4.4.1. A tentativa. 4.4.2. A comparticipa&#xE7;&#xE3;o. 4.4.3. O concurso. CAP&#xCD;TULO III - OS CRIMES CONTRA VIDA INTRA-UTERINA. SEC&#xC7;&#xC3;O I - O aborto. 1. Quest&#xF5;es pr&#xE9;vias acerca da incrimina&#xE7;&#xE3;o do aborto. O enquadramento constitucional da vida intra-uterina. 2. A realidade problem&#xE1;tica da pr&#xE1;tica do aborto em Portugal. 3. Breve refer&#xEA;ncia hist&#xF3;rica da incrimina&#xE7;&#xE3;o do aborto. 4. O bem jur&#xED;dico &#x2013; vida intra-uterina. 5. O tipo de il&#xED;cito. 6. O dolo. 7. As formas de crime. 8. Aborto agravado. 8.1. Agrava&#xE7;&#xE3;o pelo resultado, art.&#xBA; 141.&#xBA;, n.&#xBA; 1. 8.1.1. As rela&#xE7;&#xF5;es de concurso. 8.2. Agrava&#xE7;&#xE3;o pela habitualidade ou pela inten&#xE7;&#xE3;o lucrativa, art.&#xBA; 141.&#xBA;, n.&#xBA; 2. SEC&#xC7;&#xC3;O II - Justifica&#xE7;&#xE3;o do aborto. 1. Aceita&#xE7;&#xE3;o de circunst&#xE2;ncias justificadoras do aborto. 2. Os modelos de justifica&#xE7;&#xE3;o. 2.1. Modelo dos prazos. 2.2. Modelo das indica&#xE7;&#xF5;es. 2.3. Puni&#xE7;&#xE3;o plena. 3. O modelo portugu&#xEA;s. A necessidade de imposi&#xE7;&#xE3;o de uma causa de justifica&#xE7;&#xE3;o especial para o crime de aborto. 4. O art.&#xBA; 142.&#xBA; como causa de justifica&#xE7;&#xE3;o. 5. Os elementos da causa de justifica&#xE7;&#xE3;o tipificada no art.&#xBA; 142.&#xBA;. 5.1. Indica&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dico-terap&#xEA;utica. 5.2. Indica&#xE7;&#xE3;o fetop&#xE1;tica. 5.3. Indica&#xE7;&#xE3;o &#xE9;tico-criminol&#xF3;gica. 5.4. Outras indica&#xE7;&#xF5;es. 6. O aborto realizado por op&#xE7;&#xE3;o da mulher gr&#xE1;vida. 7. O consentimento. 8. Modo de interven&#xE7;&#xE3;o. 9. O elemento subjectivo da justifica&#xE7;&#xE3;o do aborto. CAP&#xCD;TULO IV - OS CRIMES CONTRA A INTEGRIDADE F&#xCD;SICA. SEC&#xC7;&#xC3;O I - Os crimes contra a integridade f&#xED;sica. Enquadramento geral. 1. Bem jur&#xED;dico. 2. Enquadramento sistem&#xE1;tico. 3. Ofensas &#xE0; integridade f&#xED;sica. 4. A estrutura base da incrimina&#xE7;&#xE3;o nos crimes contra a integridade f&#xED;sica, artigos 143.&#xBA; e 144.&#xBA;. 5. Ofensas &#xE0; integridade f&#xED;sica simples. 5.1. Formas especiais de crime. 5.2. Natureza do crime. 5.3. Casos de dispensa facultativa da pena. 6. Ofensas &#xE0; integridade f&#xED;sica graves. 6.1. Priva&#xE7;&#xE3;o de importante &#xF3;rg&#xE3;o ou membro. 6.2. Desfigura&#xE7;&#xE3;o grave e permanente. 6.3. Tirar ou afectar de maneira grave, a capacidade de trabalho, as capacidades intelectuais, ou de procria&#xE7;&#xE3;o ou de frui&#xE7;&#xE3;o sexual, ou a possibilidade de utilizar o corpo, os sentidos ou a linguagem. 6.4. Les&#xF5;es na sa&#xFA;de: doen&#xE7;a particularmente dolorosa ou permanente. 6.5. Anomalia ps&#xED;quica grave ou incur&#xE1;vel. 6.6. Perigo para a vida. 6.7. O elemento subjectivo do tipo. 6.8. Formas especiais de crime. 7. Ofensas &#xE0; integridade f&#xED;sica qualificadas. 8. Ofensas &#xE0; integridade f&#xED;sica privilegiadas. 9. Ofensas &#xE0; integridade f&#xED;sica agravadas pelo resultado. 9.1. Formas de crime e distin&#xE7;&#xE3;o com outros tipos. 10. Ofensas &#xE0; integridade f&#xED;sica negligentes. 10.1. Agrava&#xE7;&#xE3;o pelo resultado. 10.2. Possibilidade de dispensa da pena. O princ&#xED;pio da necessidade. SEC&#xC7;&#xC3;O II - Situa&#xE7;&#xF5;es de n&#xE3;o punibilidade das ofensas &#xE0; integridade f&#xED;sica. 1. O consentimento. 1.1. Objecto, conte&#xFA;do, efeitos e extens&#xE3;o do consentimento. 2. As interven&#xE7;&#xF5;es e os tratamentos m&#xE9;dico-cir&#xFA;rgicos como causa de atipicidade. 2.1. A viola&#xE7;&#xE3;o das &#x201C;leges artis&#x201D;. SEC&#xC7;&#xC3;O III - Casos especiais. 1. O crime de participa&#xE7;&#xE3;o em rixa. 1.1. Bem jur&#xED;dico tutelado pelo crime de participa&#xE7;&#xE3;o em rixa. 1.2. Morte ou ofensa corporal grave como condi&#xE7;&#xF5;es objectivas de punibilidade. 1.3. Crime de participa&#xE7;&#xE3;o em rixa como um crime de perigo. 1.4. O problema do concurso no crime de participa&#xE7;&#xE3;o em rixa. 1.5. N&#xE3;o punibilidade da rixa. 2. Maus-tratos. 2.1. Refer&#xEA;ncia geral. 2.2. Bem jur&#xED;dico. 2.3. O tipo subjectivo. 2.4. A natureza do crime. 2.5. Viol&#xEA;ncia dom&#xE9;stica. 2.5.1. O tipo objectivo. 2.5.2. Agrava&#xE7;&#xE3;o. 2.5.3. Penas acess&#xF3;rias. 2.6. Maus-tratos a pessoas que se encontram sob responsabilidade do agressor. 2.6.1. O tipo objectivo. 2.6.2. Caracter&#xED;sticas gerais do tipo de crime. 2.6.3. Agrava&#xE7;&#xE3;o pelo resultado. 2.7. Maus-tratos nas rela&#xE7;&#xF5;es laborais &#x2013; Viola&#xE7;&#xE3;o das regras de seguran&#xE7;a. 2.8. Formas de crime. 2.9. Comparticipa&#xE7;&#xE3;o em crimes de maus-tratos. Bibliografia.</subfield>
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