02911nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200010700056210002800163215002000191300032800211330203300539606001702572606002502589606003202614606003302646606000902679700002902688390707 a20111222d2011 y0pory50 ba aspa aAbusadores sexualesbRecurso eletrónicoeuna perspectiva neuropsicológicafPedro Jorge Nunes Pombo aSalamancac[s.n.]d2011 a1 CD-ROMd12 cm aResumo do autor. Tese elaborada com vista a obtenção do grau de Doutor na Faculdade de Psicologia (Departamento de Psicología Básica, Psicobiología y Metodología de las Ciencias del Comportamiento) da Universidade de Salamanca, tendo como orientadores Miguel Pérez Fernández e Marisalva Fernandes Fávero. aEsta tese mostra o estudo, desde o ponto de vista da Neuropsicologia, a experiência do abuso sexual de crianças, mas na perspetiva do abusador, tentando descodificar as relações entre o cérebro e os processos cognitivos, emocionais e comportamentais. Inicialmente abordaram-se as várias concepções dos abusos sexuais; abuso sexual intrafamiliar e fora do núcleo familiar, a evolução do sistema jurídico português relativamente aos abusos sexuais. Analisou-se um estudo, realizado entre 2003-2007, sobre dados da Polícia Judiciária, mormente sobre crimes de abuso sexual. Explicou-se a evolução da neuropsicologia, o cérebro e o sistema nervoso central, assim como os síndromes frontais; Dorso lateral; Orbital e Medial, outrossim a relação entre a neuropsicologia e o comportamento social. A conduta social pode-se considerar como consequência de uma função executiva cerebral conjuntamente com outras funções cerebrais. Lesões no lóbulo frontal altera de forma clara a personalidade dos indivíduos. O córtex pré-frontal é importante para a formalização, implementação e regulação do comportamento dirigido a uns objetivos concretos ou para alcançar determinada meta, necessários no adequado funcionamento social. Na parte empírica analisou-se os rendimentos neuropsicológicos de sujeitos, do sexo masculino, detidos, por crimes de abuso sexual, com idades compreendidas entre os 25 e os 51 anos, comparando-se com um grupo de controlo, num total de 70 sujeitos, dos quais 32 eram abusadores sexuais e 38 sujeitos normais.Os instrumentos utilizados foram: Series gráficas de Lúria (Lúria, 1979); Prova do desenho do relógio (Shulman, 2000); Mini Exame do Estado Mental (Folstein, 1975); Figura complexa de Rey (Bennett-Levy, 1984); Serie de fluidez verbal (Abwender, Swan, Bowerman, Connolly, 2001); Teste de dígitos de WAIS (Wechsler, 2009); Trail Making Test forma A y B (Bowie y Harve, 2006); Provas de Ressonância Magnética. aCRIME SEXUAL aPERFIL PSICOLÓGICO aCIÊNCIAS DO COMPORTAMENTO aMÉTODO DE INVESTIGAÇÃO aTESE aPOMBObPedro Jorge Nunes