03656nam a2200217 4500001000700000100004100007101000800048200012200056210002400178215002000202300052500222330248900747606001703236606003403253606002803287606003303315606002003348606000903368606002503377700003603402390394 a20110715d2009 y0pory50 ba apor aEstratégias de coping em crianças vítimas de abuso sexualbRecurso eletrónicofDaniela Raquel da Silva Barros aPortoc[s.n.]d2009 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação para obtenção do grau de mestre em Psicologia Clínica e da Saúde apresentada à Universidade Fernando Pessoa sob orientação da Professora Doutora Ana Isabel Sani. O termo "coping" corresponde a um conjunto deestratégias utilizadas pelos indivíduos de forma a adaptarem-se a circunstânciasadversas ou stressantes. Ficheiro de 2,19 Mb em formato pdf (141 p.). Também disponível em: https://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/1545/1/DM_DanielaBarros.pdf. Acedido a 24 de janeiro de 2012. aO presente estudo, intitulado "Estratégias de Coping em Crianças Vítimas de Abuso Sexual" tem como principal objectivo investigar as estratégias de coping adoptadas por crianças vítimas e não vítimas de abuso sexual, no sentido de compreender quais os tipos de estratégias mais usados para lidar com as situações stressoras. A pertinência da problemática justificou a realização da presente investigação que contemplou uma metodologia quantitativa e qualitativa, através da execução de dois estudos. No primeiro estudo participaram 56 crianças de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 8 e os 12 anos, subdivididas em dois grupos: um composto por 28 crianças vítimas de abuso sexual, que frequentavam as consultas externas de Psicologia Clínica, no CentroHospitalar do Alto Minho (C.H.A.M) e um segundo grupo de crianças provenientes de um escola pública da região norte do país. Para avaliar as estratégias de coping recorreu-se aoSchoolagers' Coping Strategies Inventory (SCSI), administrados após consentimento informado. Os resultados da investigação demonstram que existem diferenças significativas na escala de frequência, uma vez que as crianças vítimas de abuso sexual utilizam mais estratégias do tipo distracção cognitiva e comportamental e do tipo activas comparadas com as crianças que não foram vítimas. Em relação aos restantes resultados não se encontrou diferenças estatisticamente significativas. Os resultados permitiram verificar que as crianças vítimas de abuso sexual podem desenvolver estratégias que as ajudem a enfrentar os problemas internos e/ou externos e que as estratégias de coping podem variar de acordo com os contextos nos quais a pessoa interage, com o suporte familiar e social e com a capacidade de adaptação a acontecimentos stressantes. No estudo qualitativo participaram 10 crianças, 5 do sexo feminino e 5 do sexo masculino, pertencentes ao pnrneiro grupo supramencionado, que foram sujeitas a uma entrevista semi-estruturada, com o objectivo de compreender em profundidade os mecanismos usados por estas na adaptação à crise. Os resultados do estudo demonstram que o grupo de crianças que utilizou um maior número de estratégias de coping possui características pessoais positivas como a autonomia, auto-estima e orientação social positiva, apontadas como factores que favorecem os processos de resiliência aCRIME SEXUAL aMAUS TRATOS CONTRA CRIANÇAS aANÁLISE PSICOLÓGICA aMÉTODO DE INVESTIGAÇÃO aESTUDO DE CASOS aTESE aPSICOLOGIA CLÍNICA aBARROSbDaniela Raquel da Silva