02520nam a2200229 4500001000700000010001800007100004100025101000800066200022500074210011500299215001800414225002800432300021900460330141000679606001002089606002602099606003202125606001502157606003002172700002602202710006202228389885 a9789729788833 a20101022d2010 y0pory50 ba apor aRetratos prisionaiseum olhar sobre os olhares dos reclusos sobre si próprios...e... na Cadeia Central de S. Martinho e em direcção a um modelo lógico de reinserção social em Cabo VerdefManuel Branco Mendes aLisboacDirecção de Serviços de Estudos e Planeamento. Direcção-Geral de Reinserção Sociald2010 a120 p.d25 cm aCadernos Ousar Integrar aTrabalho elaborado no âmbito do Protocolo de Cooperação entre a Direcção-Geral de Reinserção Social - Portugal e a Direcção dos Serviços Penitenciários e de Reinserção Social - Cabo Verde. aIntrodução. I. O Objecto e o Tipo de Estudo. Protocolo de Cooperação. A realidade prisional - A Cadeia Central de S. Martinho. Natureza e objectivos do estudo. Razão de aplicação de um questionário. Estudo Social de Base: instrumento e metodologia aplicada. II. Resultados. 1. Identificação. 1.1 . Idade. 1.2. Género. 1.3. Nacionalidade. 1.4. Naturalidade. 1.5. Residência. 2. História e Situação Familiar. 2.1. Agregado doméstico enquadrador do recluso no seu processo de desenvolvimento. 2.2. Conjugalidade. 2.3. Agregado doméstico antes da reclusão. 2.4. Composição do agregado doméstico antes da reclusão. 3. História de Vida. 3.1. História escolar. 3.2. História profissional. 4. História Criminal. 4.1. Antecedentes familiares. 4.2. Primários/Reincidentes (penas anteriores de prisão). 4.3. Preventivos e condenados. 4.4. Tipo de crimes. 4.4.1. Homicídio (incluindo tentativas). 4.4.2. Ameaças e ofensas corporais. 4.4.3. Violações. 4.4.4. Roubo e outros tipos de furto. 4.4.5. Tráfico de droga. 4.4.6. Outros. 4.5. Tempos de pena. 4.6. Comportamento no meio prisional. 4.6.1. A questão da sobrelotação. 4.6.2. A questão da adaptação. 5. Conclusão. III. Um Modelo de Intervenção Psicossocial para a Cadeia de S. Martinho. 1. Valores. 2. Teoria Operativa. 3. Aplicabilidade. 4. Definição do Modelo. Bibliografia. aPRESO aREINSERÇÃO SOCIAL aCOOPERAÇÃO JUDICIÁRIA aCABO VERDE aESTABELECIMENTO PRISIONAL aMENDESbManuel Branco aPortugalbMJ. Direcção-Geral de Reinserção Social