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    <subfield code="a">Sebenta de direito processual penal</subfield>
    <subfield code="e">com as reformas introduzidas no C&#xF3;digo de Processo Penal, pela Lei 48/2007, de 29.08 e Lei 26/2010, de 30.08.</subfield>
    <subfield code="f">Jo&#xE3;o Amado Gomes</subfield>
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    <subfield code="a">Loures</subfield>
    <subfield code="c">&#xC1;rea de Forma&#xE7;&#xE3;o Jur&#xED;dica. Escola de Pol&#xED;cia Judici&#xE1;ria - EPJ</subfield>
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    <subfield code="a">CAP&#xCD;TULO I - NO&#xC7;&#xD5;ES GERAIS. SEC&#xC7;&#xC3;O 1 - DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL. 1 - O Direito. 2 - Distin&#xE7;&#xE3;o entre os conceitos de direito penal e direito processual penal. SEC&#xC7;&#xC3;O 2 - TIPOS HIST&#xD3;RICOS DE DIREITO PROCESSUAL. 1 - O Processo inquisit&#xF3;rio. 2 - O Processo do tipo acusat&#xF3;rio. 3 - O processo mitigado. 4 - O sistema processual penal actual (1987). CAP&#xCD;TULO II - OS PRINC&#xCD;PIOS FUNDAMENTAIS CONSAGRADOS NA CONSTITUI&#xC7;&#xC3;O DA REP&#xDA;BLICA PORTUGUESA. 1 - Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 2 - Princ&#xED;pio da necessidade, adequa&#xE7;&#xE3;o e proporcionalidade. 3 - Princ&#xED;pio da igualdade dos cidad&#xE3;os perante a lei. 4 - Direito &#xE0; integridade pessoal. 5 - Direito &#xE0; liberdade e seguran&#xE7;a. 6 - Direito &#xE0; inviolabilidade do domic&#xED;lio, da correspond&#xEA;ncia e da reserva da intimidade da vida privada e familiar. 7 - Direito &#xE0; imagem. 8 - Garantias do processo criminal. CAP&#xCD;TULO III - OS PRINC&#xCD;PIOS FUNDAMENTAIS DO PROCESSO PENAL. 1 - O princ&#xED;pio da jurisdi&#xE7;&#xE3;o. 2 - O princ&#xED;pio da oficialidade. 3 - O princ&#xED;pio da legalidade e o princ&#xED;pio da oportunidade. 4 - Princ&#xED;pio da lealdade. 5 - Princ&#xED;pio do processo equitativo. 6 - O princ&#xED;pio do acusat&#xF3;rio. 7 - Princ&#xED;pio do contradit&#xF3;rio. 8 - Princ&#xED;pio da sufici&#xEA;ncia. CAP&#xCD;TULO IV - OS PRINC&#xCD;PIOS RELATIVOS &#xC0; PRODU&#xC7;&#xC3;O DA PROVA. 1 - Presun&#xE7;&#xE3;o de inoc&#xEA;ncia. 2 - Princ&#xED;pio do &#x201C;In dubio pro reo&#x201D;. 3 - Princ&#xED;pio da investiga&#xE7;&#xE3;o ou da verdade material. 4 - O princ&#xED;pio da publicidade. 5 - Princ&#xED;pio da concentra&#xE7;&#xE3;o. 6 - Princ&#xED;pio da oralidade. CAP&#xCD;TULO V - APLICA&#xC7;&#xC3;O DO DIREITO PROCESSUAL PENAL NO TEMPO E NO ESPA&#xC7;O. 1 - Aplica&#xE7;&#xE3;o do Direito Processual Penal no tempo. 2 - Aplica&#xE7;&#xE3;o do direito processual penal no espa&#xE7;o. CAP&#xCD;TULO VI - OS SUJEITOS PROCESSUAIS. SEC&#xC7;&#xC3;O 1 - NO&#xC7;&#xD5;ES GERAIS. 1 - Os sujeitos processuais. SEC&#xC7;&#xC3;O 2 - O TRIBUNAL. 1 - Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 2 - Categorias de tribunais. 3 - Os tribunais judiciais. 4 - A compet&#xEA;ncia. 5 - A compet&#xEA;ncia material do Tribunal. 6 - A Compet&#xEA;ncia funcional. 7 - Compet&#xEA;ncia territorial. 8 - Conex&#xE3;o processual. SEC&#xC7;&#xC3;O 3 - O MINIST&#xC9;RIO P&#xDA;BLICO. 1 - Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 2 - Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico como &#xF3;rg&#xE3;o da administra&#xE7;&#xE3;o da justi&#xE7;a. 3 - Legitimidade do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico para promover o processo. 4 - No&#xE7;&#xE3;o de crime p&#xFA;blico, semip&#xFA;blico e particular. SEC&#xC7;&#xC3;O 4 - O DIREITO DE QUEIXA. 1 - Os titulares do direito de queixa. 2 - Excep&#xE7;&#xF5;es ao direito de queixa. 3 - Extens&#xE3;o dos efeitos da queixa. 4 - Desist&#xEA;ncia da queixa. 5 - Ren&#xFA;ncia da queixa. 6 - Extin&#xE7;&#xE3;o do direito de queixa. 7 - Defini&#xE7;&#xF5;es legais. SEC&#xC7;&#xC3;O 5 - ATRIBUI&#xC7;&#xD5;ES DO MINIST&#xC9;RIO P&#xDA;BLICO NO PROCESSO. 1 - As atribui&#xE7;&#xF5;es do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico. SEC&#xC7;&#xC3;O 6 - NO&#xC7;&#xD5;ES DE &#xAB;AGENTE DE AUTORIDADE&#xBB;, &#xAB;POL&#xCD;CIA&#xBB; E &#xAB;&#xD3;RG&#xC3;OS DE POL&#xCD;CIA CRIMINAL&#xBB;. 1 - Conceito de &#xAB;autoridade&#xBB;. 2 - Agente de autoridade. 3 - Pol&#xED;cia. 4 - &#xD3;rg&#xE3;o de pol&#xED;cia criminal. 5 - Import&#xE2;ncia pr&#xE1;tica do conceito &#xAB;&#xF3;rg&#xE3;o de pol&#xED;cia criminal&#xBB;. 6 - Caracter&#xED;sticas dos &#xF3;rg&#xE3;os de pol&#xED;cia criminal. 7 - Depend&#xEA;ncia funcional dos &#xF3;rg&#xE3;os de pol&#xED;cia criminal. 8 - Tipos de interven&#xE7;&#xE3;o coadjuvat&#xF3;ria. SEC&#xC7;&#xC3;O 7 - O ARGUIDO. 1 - Conceito e defini&#xE7;&#xE3;o de arguido. 2 - A personalidade e a capacidade jur&#xED;dica do arguido. 3 - A pessoa colectiva arguida. 4 - Formas de constitui&#xE7;&#xE3;o de arguido. 5 - Constitui&#xE7;&#xE3;o de arguido por for&#xE7;a de lei &#x2013; ope legis&#x201D;. 6 - A obrigatoriedade da constitui&#xE7;&#xE3;o de arguido. 7 - Formalidades na constitui&#xE7;&#xE3;o de arguido. 8 - Outros casos de obrigatoriedade da constitui&#xE7;&#xE3;o de arguido. 9 - Consequ&#xEA;ncias no processo da constitui&#xE7;&#xE3;o de arguido. 10 Direitos e deveres do arguido no processo. 11 - Outros direitos do arguido dispersos no C&#xF3;digo. SEC&#xC7;&#xC3;O 8 - O DEFENSOR. 1 - No&#xE7;&#xE3;o de defensor. 2 - Nomea&#xE7;&#xE3;o de defensor oficioso /Apoio judici&#xE1;rio. 3 - Estatuto e direitos de liberdade do defensor. 4 - Assist&#xEA;ncia obrigat&#xF3;ria. SEC&#xC7;&#xC3;O 9 - O ASSISTENTE. 1 - Conceito. 2 - Posi&#xE7;&#xE3;o processual do assistente. 3 - Informa&#xE7;&#xE3;o a prestar ao ofendido. 4 - Atribui&#xE7;&#xF5;es do assistente no processo. 5 - Legitimidade para a constitui&#xE7;&#xE3;o de assistente. 6 - Representa&#xE7;&#xE3;o dos assistentes. SEC&#xC7;&#xC3;O 10 - AS PARTES CIVIS. 1 - O princ&#xED;pio de ades&#xE3;o. 2 - No&#xE7;&#xF5;es sobre a tramita&#xE7;&#xE3;o do pedido de indemniza&#xE7;&#xE3;o. 3 - Representa&#xE7;&#xE3;o do lesado. CAP&#xCD;TULO VII - O INQU&#xC9;RITO. SEC&#xC7;&#xC3;O 1 - A NOT&#xCD;CIA DO CRIME. 1 - A noticia do crime. 2 - A comunica&#xE7;&#xE3;o da not&#xED;cia do crime. 3 - A den&#xFA;ncia obrigat&#xF3;ria. 4 - A den&#xFA;ncia facultativa. 5 - Den&#xFA;ncia a entidade incompetente para o procedimento criminal. 6 - O auto de not&#xED;cia. SEC&#xC7;&#xC3;O 2 - A FORMA, CONTE&#xDA;DO E ESP&#xC9;CIES DE DENUNCIAS. 1 - A forma da den&#xFA;ncia. 2 - O conte&#xFA;do da den&#xFA;ncia. 3 - A den&#xFA;ncia an&#xF3;nima. 4 - Comunica&#xE7;&#xE3;o, registo e certificado da den&#xFA;ncia. 5 - Ac&#xE7;&#xF5;es de preven&#xE7;&#xE3;o no dom&#xED;nio da lei 36/94 - de 29-09. 6 - No&#xE7;&#xE3;o sobre queixa e den&#xFA;ncia. 7 - Casos pr&#xE1;ticos sobre o &#xAB;tratamento&#xBB; a dar &#xE0; noticia do crime. SEC&#xC7;&#xC3;O 3 - OS ACTOS DE INQU&#xC9;RITO. 1 - Generalidades. 2 - A direc&#xE7;&#xE3;o do inqu&#xE9;rito. 3 - A delega&#xE7;&#xE3;o de compet&#xEA;ncias. 4 - Poderes/deveres do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico perante os &#xF3;rg&#xE3;os de pol&#xED;cia criminal. 5 - A independ&#xEA;ncia do investigador. 6 - A fun&#xE7;&#xE3;o do Juiz na investiga&#xE7;&#xE3;o criminal. 7 - A compet&#xEA;ncia territorial. 8 - As &#xAB;declara&#xE7;&#xF5;es para mem&#xF3;ria futura&#xBB;. 9 - Primeiro interrogat&#xF3;rio n&#xE3;o judicial de arguido (em liberdade). SEC&#xC7;&#xC3;O 4 - ENCERRAMENTO DO INQU&#xC9;RITO. 1 - Decis&#xE3;o a tomar pelo Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico ap&#xF3;s o encerramento do inqu&#xE9;rito. 2 - Arquivamento do inqu&#xE9;rito. 3 - Arquivamento do processo em caso de dispensa ou isen&#xE7;&#xE3;o de pena. 4 - Suspens&#xE3;o provis&#xF3;ria do processo. 5 - Dedu&#xE7;&#xE3;o da acusa&#xE7;&#xE3;o. 6 - Prazos de dura&#xE7;&#xE3;o do inqu&#xE9;rito. 7 - Momento da contagem do prazo. 8 - Consequ&#xEA;ncias da caducidade dos prazos processuais. SEC&#xC7;&#xC3;O 5 - A INSTRU&#xC7;&#xC3;O. 1 - A abertura da instru&#xE7;&#xE3;o. 2 - A decis&#xE3;o instrut&#xF3;ria. CAP&#xCD;TULO VIII - O JULGAMENTO. SEC&#xC7;&#xC3;O 1 - CONSIDERA&#xC7;&#xD5;ES GERAIS. 1 - O Julgamento. 2 - Fases da audi&#xEA;ncia de julgamento. SEC&#xC7;&#xC3;O 2 - OS PRINC&#xCD;PIOS QUE REGEM A AUDI&#xCA;NCIA DE JULGAMENTO. 1 - O princ&#xED;pio da publicidade. 2 - O princ&#xED;pio do contradit&#xF3;rio. 3 - O princ&#xED;pio da concentra&#xE7;&#xE3;o. 4 - O princ&#xED;pio da oralidade e da imedia&#xE7;&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO IX - OS PROCESSOS ESPECIAIS E A SUA TRAMITA&#xC7;&#xC3;O. 1 - Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 2 - Processo sum&#xE1;rio. 3 - O processo abreviado. 4 - Processo sumar&#xED;ssimo. CAP&#xCD;TULO X - DOS ACTOS PROCESSUAIS. SEC&#xC7;&#xC3;O 1 - DISPOSI&#xC7;&#xD5;ES GERAIS. 1 - No&#xE7;&#xE3;o de &#xAB;acto processual&#xBB;. 2 - Manuten&#xE7;&#xE3;o da ordem dos actos processuais. SEC&#xC7;&#xC3;O 2 - A PUBLICIDADE DO PROCESSO E SEGREDO DE JUSTI&#xC7;A. 1 - Considera&#xE7;&#xF5;es gerais sobre o segredo de justi&#xE7;a. 2 - Segredo externo. 3 - Segredo interno. 4 - O regime da publicidade. 5 - A prorroga&#xE7;&#xE3;o do prazo para a abertura do segredo de justi&#xE7;a. 6 - A consulta dos autos. 7 - O juramento e compromisso. SEC&#xC7;&#xC3;O 3 - A FORMA DOS ACTOS E DA SUA DOCUMENTA&#xC7;&#xC3;O. 1 - A forma do acto processual. 2 - A l&#xED;ngua dos actos e nomea&#xE7;&#xE3;o de int&#xE9;rprete. 3 - A forma escrita dos actos. 4 - Oralidade dos actos. 5 - Actos decis&#xF3;rios e de mero expediente. 6 - Exposi&#xE7;&#xF5;es, memoriais e requerimentos. 7 - O Auto. 8 - A aplicabilidade do termo &#xAB;auto&#xBB; no processo. 9 - A redac&#xE7;&#xE3;o do &#xAB;auto&#xBB;. 10 Registo e transcri&#xE7;&#xE3;o. SEC&#xC7;&#xC3;O 4 - DO TEMPO DOS ACTOS E DA ACELERA&#xC7;&#xC3;O DO PROCESSO. 1 - Quando se praticam os actos. 2 - A contagem dos prazos. SEC&#xC7;&#xC3;O 5 - A COMUNICA&#xC7;&#xC3;O DOS ACTOS E DA CONVOCA&#xC7;&#xC3;O PARA ELES. 1 - A comunica&#xE7;&#xE3;o dos actos processuais. 2 - A Convoca&#xE7;&#xE3;o para acto processual. 3 - As regras sobre as notifica&#xE7;&#xF5;es. 4 - Casos especiais de notifica&#xE7;&#xF5;es. 5 - O dever de compar&#xEA;ncia. 6 - A falta injustificada de comparecimento. 7 - Mandados de compar&#xEA;ncia, notifica&#xE7;&#xE3;o e deten&#xE7;&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO XI - DAS NULIDADES. 1 - Os v&#xED;cios dos actos processuais. 2 - A Inexist&#xEA;ncia jur&#xED;dica. 3 - Princ&#xED;pio da legalidade das nulidades. 4 - As nulidades absolutas ou insan&#xE1;veis. 5 - O regime das nulidades absolutas. 6 - As nulidades relativas ou san&#xE1;veis. 7 - Regime das nulidades relativas. 8 - Efeitos da declara&#xE7;&#xE3;o de nulidade. 9 - Irregularidades. CAP&#xCD;TULO XII - A PROVA. SEC&#xC7;&#xC3;O 1 - CONSIDERA&#xC7;&#xD5;ES GERAIS. 1 - Conceito de prova. 2 - O &#xF3;nus da prova. 3 - Objecto da prova. 4 - Considera&#xE7;&#xF5;es gerais sobre a prova. 5 - Breves notas sobre a evolu&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rica da prova. 6 - Recurso aos meios cient&#xED;ficos de prova. 7 - A legalidade da Prova. </subfield>
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    <subfield code="a">8 - M&#xE9;todos proibidos de prova. 9 - Proibi&#xE7;&#xF5;es de prova relativas e absolutas. 10 O consentimento. 11 - Regime das proibi&#xE7;&#xF5;es de prova. 12 - Distin&#xE7;&#xE3;o entre nulidades processuais e proibi&#xE7;&#xF5;es de prova. 13 - Livre convic&#xE7;&#xE3;o na aprecia&#xE7;&#xE3;o da prova. CAP&#xCD;TULO XIII - OS MEIOS DE PROVA. SEC&#xC7;&#xC3;O 1 - A PROVA PESSOAL E REAL. 1 - Generalidades. SEC&#xC7;&#xC3;O 2 - A PROVA TESTEMUNHAL. 1 - Generalidades. 2 - Objecto e limites do depoimento. 3 - Depoimento indirecto. 4 - Vozes p&#xFA;blicas e convic&#xE7;&#xF5;es pessoais. 5 - Capacidade e dever de testemunhar. 6 - Direitos e deveres da testemunha. 7 - Regras da inquiri&#xE7;&#xE3;o. 8 - Segredo profissional de funcion&#xE1;rio e de estado. 9 - Regime especial da quebra do segredo profissional - A Lei 5/2002, de 11.01. 10 Imunidades, prerrogativas e medidas especiais de protec&#xE7;&#xE3;o. SEC&#xC7;&#xC3;O 3 - AS DECLARA&#xC7;&#xD5;ES DO ARGUIDO. 1 - Generalidades. 2 - Tipos de interrogat&#xF3;rio de arguido. 3 - Procedimentos sobre interrogat&#xF3;rio. 4 - Valor probat&#xF3;rio das declara&#xE7;&#xF5;es do arguido. 5 - Interven&#xE7;&#xE3;o de defensor no interrogat&#xF3;rio de arguido. SEC&#xC7;&#xC3;O 4 - AS DECLARA&#xC7;&#xD5;ES DO ASSISTENTE E DAS PARTES CIVIS. 1 - O regime das declara&#xE7;&#xF5;es do assistente e das partes civis. SEC&#xC7;&#xC3;O 5 - PROVA POR ACAREA&#xC7;&#xC3;O. 1 - O regime da prova por acarea&#xE7;&#xE3;o. 2 - Estrutura da acarea&#xE7;&#xE3;o. SEC&#xC7;&#xC3;O 6 - PROVA POR RECONHECIMENTO. 1 - O regime da prova por reconhecimento. 2 - As regras do reconhecimento. 3 - O reconhecimento fotogr&#xE1;fico. 4 - Reconhecimentos de objectos. 5 - Pluralidade de reconhecimentos. SEC&#xC7;&#xC3;O 7 - A RECONSTITUI&#xC7;&#xC3;O DO FACTO. 1 - A reconstitui&#xE7;&#xE3;o do facto. SEC&#xC7;&#xC3;O 8 - A PROVA PERICIAL. 1 - Generalidades. 2 - A nomea&#xE7;&#xE3;o do perito. 3 - O despacho a ordenar a per&#xED;cia. 4 - Consultores T&#xE9;cnicos. 5 - O relat&#xF3;rio pericial. 6 - Valor da prova pericial. SEC&#xC7;&#xC3;O 9 - PROVA DOCUMENTAL. 1 - Generalidades. 2 - Valor probat&#xF3;rio dos documentos aut&#xEA;nticos e autenticados. 3 - Tradu&#xE7;&#xE3;o, decifra&#xE7;&#xE3;o e transcri&#xE7;&#xE3;o de documentos. 4 - Valor probat&#xF3;rio das reprodu&#xE7;&#xF5;es mec&#xE2;nicas. 5 - A grava&#xE7;&#xE3;o de imagem em locais p&#xFA;blicos. 6 - A videovigil&#xE2;ncia. CAP&#xCD;TULO XIV - OS MEIOS DE OBTEN&#xC7;&#xC3;O DA PROVA. SEC&#xC7;&#xC3;O 1 - CONSIDERA&#xC7;&#xD5;ES GERAIS. 1 - Generalidades. SEC&#xC7;&#xC3;O 2 - DOS EXAMES. 1 - Defini&#xE7;&#xE3;o do termo &#xAB;exame&#xBB;. 2 - Esp&#xE9;cies de exames. 3 - Objecto e finalidade dos exames. 4 - O &#xAB;Auto de exame&#xBB;. 5 - Sujei&#xE7;&#xE3;o a exame. 6 - Pessoas no local do exame. SEC&#xC7;&#xC3;O 3 - DAS REVISTAS. 1 - No&#xE7;&#xE3;o e pressupostos (materiais). 2 - Pressupostos (formais). 3 - Formalidades da revista. 4 - Finalidades da revista. SEC&#xC7;&#xC3;O 4 - DAS BUSCAS. 1 - Generalidades. 2 - Pressupostos (materiais). 3 - Pressupostos (formais). 4 - As formalidades da busca. SEC&#xC7;&#xC3;O 5 - BUSCAS DOMICILI&#xC1;RIAS. 1 - O conceito de domicilio. 2 - Pressupostos (materiais). 3 - Pressupostos (formais) para a realiza&#xE7;&#xE3;o de buscas domicili&#xE1;rias. 4 - A busca domicili&#xE1;ria ap&#xF3;s flagrante delito. 5 - Valida&#xE7;&#xE3;o da busca domicili&#xE1;ria. SEC&#xC7;&#xC3;O 6 - REGIME ESPECIAL PARA A REALIZA&#xC7;&#xC3;O DE BUSCAS. 1 - Busca em escrit&#xF3;rio de advogado, consult&#xF3;rio m&#xE9;dico e estabelecimento oficial de sa&#xFA;de. 2 - Busca em resid&#xEA;ncia de magistrado, escrit&#xF3;rio de solicitador, em &#xF3;rg&#xE3;o de comunica&#xE7;&#xE3;o social e domicilio profissional de Revisor Oficial de Contas. SEC&#xC7;&#xC3;O 7 - DAS APREENS&#xD5;ES. 1 - Finalidades das apreens&#xF5;es. 2 - Objectos suscept&#xED;veis de apreens&#xE3;o. 3 - Regime das apreens&#xF5;es. 4 - Apreens&#xE3;o de documentos abrangidos por segredo profissional. 5 - Apreens&#xE3;o em escrit&#xF3;rio de advogado ou em consult&#xF3;rio m&#xE9;dico. 6 - Apreens&#xE3;o em estabelecimento banc&#xE1;rio. 7 - Apreens&#xF5;es de di&#xE1;rios &#xED;ntimos. SEC&#xC7;&#xC3;O 8 - APREENS&#xC3;O DE CORRESPOND&#xCA;NCIA. 1 - Conceito e interpreta&#xE7;&#xE3;o do termo &#xAB;correspond&#xEA;ncia&#xBB;. 2 - A apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia &#x2013; Especificidades. 3 - Apreens&#xE3;o de encomendas e valores fechados. 4 - Sistema inform&#xE1;tico e dados inform&#xE1;ticos. 5 - Apreens&#xE3;o de dados inform&#xE1;ticos. 6 - Leitura e apreens&#xE3;o de correio electr&#xF3;nico, de mensagens arquivadas em cart&#xE3;o de telem&#xF3;vel, ou em qualquer outro suporte digital. SEC&#xC7;&#xC3;O 9 - DAS ESCUTAS TELEF&#xD3;NICAS. 1 - O controlo das comunica&#xE7;&#xF5;es. 2 - Requisitos de admissibilidade &#x2013; Especificidades. 3 - Limites &#xE0; admissibilidade das intercep&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. SEC&#xC7;&#xC3;O 10 FORMALIDADES DAS OPERA&#xC7;&#xD5;ES. 1 - Promo&#xE7;&#xE3;o ao Juiz de Instru&#xE7;&#xE3;o Criminal. 2 - Remessa dos autos aos &#xF3;rg&#xE3;os de pol&#xED;cia criminal. 3 - Actos a praticar pelos &#xF3;rg&#xE3;os de pol&#xED;cia criminal. 4 - Relat&#xF3;rio. 5 - Verifica&#xE7;&#xE3;o Judici&#xE1;ria das intercep&#xE7;&#xF5;es. 6 - Transcri&#xE7;&#xF5;es de conversa&#xE7;&#xF5;es/comunica&#xE7;&#xF5;es. 7 - Momento para o Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico requerer ao Juiz de Instru&#xE7;&#xE3;o a transcri&#xE7;&#xE3;o. 8 - Situa&#xE7;&#xF5;es em que as transcri&#xE7;&#xF5;es de conversa&#xE7;&#xF5;es/comunica&#xE7;&#xF5;es dever&#xE3;o ser requeridas pelo Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico, ao Juiz de instru&#xE7;&#xE3;o. 9 - Disposi&#xE7;&#xF5;es gerais relativamente &#xE0;s transcri&#xE7;&#xF5;es. 10 Lacragem e destrui&#xE7;&#xE3;o de suportes t&#xE9;cnicos. 11 - Prorroga&#xE7;&#xE3;o do prazo de intercep&#xE7;&#xE3;o. 12 - Cessa&#xE7;&#xE3;o da intercep&#xE7;&#xE3;o. 13 - Publicidade (interna) das intercep&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas - art. 188.&#xBA; n. 8. 14 - Conhecimentos fortuitos. 15 - Compet&#xEA;ncia do presidente do Suprimo Tribunal de Justi&#xE7;a. 16 - Valor probat&#xF3;rio das escutas telef&#xF3;nicas. SEC&#xC7;&#xC3;O 11 - EXTENS&#xC3;O DO REGIME DAS ESCUTAS TELEF&#xD3;NICAS. 1 - Extens&#xE3;o do regime. 2 - Os Dados de tr&#xE1;fego. 3 - Intercep&#xE7;&#xE3;o de correio electr&#xF3;nico. 4 - Identifica&#xE7;&#xE3;o de assinante e leitura de agenda pessoal de telem&#xF3;vel. 5 - A localiza&#xE7;&#xE3;o via GPS. 6 - A recolha e grava&#xE7;&#xE3;o de voz e imagem. CAP&#xCD;TULO XV - DAS MEDIDAS CAUTELARES E DE POL&#xCD;CIA. 1 - Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 2 - Finalidade das medidas cautelares e de pol&#xED;cia. 3 - A convalida&#xE7;&#xE3;o das medidas cautelares e de pol&#xED;cia. 4 - Provid&#xEA;ncias cautelares quanto aos meios de prova. 5 - Identifica&#xE7;&#xE3;o de suspeitos e pedido de informa&#xE7;&#xF5;es. 6 - Requisitos respeitantes ao pedido de identifica&#xE7;&#xE3;o. 7 - Prerrogativas dadas ao suspeitos para se identificar. 8 - Condu&#xE7;&#xE3;o do suspeito ao posto policial. 9 - Formalidades legais da identifica&#xE7;&#xE3;o. 10 A Realiza&#xE7;&#xE3;o de provas dactilosc&#xF3;picas e fotogr&#xE1;ficas &#x2013; finalidades. 11 - A Recusa de identifica&#xE7;&#xE3;o de suspeito. 12 - As Revistas e buscas. 13 - Suspens&#xE3;o da remessa de correspond&#xEA;ncia. 14 - Apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia em sede de medidas cautelares e de pol&#xED;cia. 15 - A Localiza&#xE7;&#xE3;o celular. 16 - O relat&#xF3;rio. CAP&#xCD;TULO XVI - A DETEN&#xC7;&#xC3;O. 1 - Princ&#xED;pios constitucionais sobre a deten&#xE7;&#xE3;o. 2 - A deten&#xE7;&#xE3;o e pris&#xE3;o preventiva. 3 - Finalidades da deten&#xE7;&#xE3;o. 4 - Regime especial de deten&#xE7;&#xE3;o para certa categoria de pessoas. 5 - O conceito de flagrante delito. 6 - A deten&#xE7;&#xE3;o em flagrante delito. 7 - Auto sum&#xE1;rio de entrega do detido. 8 - Deten&#xE7;&#xE3;o em flagrante delito, pela pr&#xE1;tica de crimes de natureza semip&#xFA;blica. 9 - Deten&#xE7;&#xE3;o em flagrante por crime pun&#xED;vel at&#xE9; cinco anos de pris&#xE3;o. 10 Deten&#xE7;&#xE3;o em flagrante delito por crime pun&#xED;vel at&#xE9; cinco anos de pris&#xE3;o, efectuada fora do hor&#xE1;rio do expediente do tribunal. 11 - Deten&#xE7;&#xE3;o em flagrante delito efectuada por crime pun&#xED;vel at&#xE9; cinco anos de pris&#xE3;o, no &#xE2;mbito do processo comum. 12 - Deten&#xE7;&#xE3;o fora de flagrante delito &#x2013; Pressupostos materiais. 13 - Deten&#xE7;&#xE3;o fora de flagrante delito &#x2013; Pressupostos formais. 14 - Certifica&#xE7;&#xE3;o do mandado. 15 - Dever de comunica&#xE7;&#xE3;o. 16 - Condi&#xE7;&#xF5;es gerais de efectiva&#xE7;&#xE3;o da deten&#xE7;&#xE3;o. 17 - Actos a realizar ap&#xF3;s a deten&#xE7;&#xE3;o. 18 - Os direitos do detido. 19 - Liberta&#xE7;&#xE3;o imediata do detido. BIBLIOGRAFIA. ANEXO I - Parecer do Conselho Consultivo da PGR (31-07-1997). ANEXO II - Despacho Normativo n.&#xBA; 18/2002 - Regulamento do Hor&#xE1;rio de Trabalho do Pessoal da Pol&#xED;cia Judici&#xE1;ria. ANEXO III - Despacho n.&#xBA; 12/2007 - Sec/DN. ANEXO IV - Despacho 12/2010 - Sec/DN. ANEXO V - Parecer inserto no processo de averigua&#xE7;&#xF5;es n.&#xBA; 10/2004 &#x2013; UDI/PJ - Apresenta&#xE7;&#xE3;o e identifica&#xE7;&#xE3;o de arguidos.</subfield>
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    <subfield code="a">GUIA DE INFORMA&#xC7;&#xC3;O</subfield>
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