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    <subfield code="a">Da prova penal - tomo I</subfield>
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    <subfield code="e">exames, an&#xE1;lises ou per&#xED;cias de ADN?</subfield>
    <subfield code="e">controlo de velocidade, &#xE1;lcool e subst&#xE2;ncias psicotr&#xF3;picas</subfield>
    <subfield code="e">(&#xE0; luz do paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional codificado em mat&#xE9;ria de interven&#xE7;&#xE3;o no corpo humano, face ao direito &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o corporal e &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o informacional gen&#xE9;tica)</subfield>
    <subfield code="f">Benjamim Silva Rodrigues</subfield>
    <subfield code="g">pref. Sara Antunes</subfield>
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    <subfield code="a">2.&#xAA; ed. revista, actualizada e aumentada</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
    <subfield code="c">Coimbra Editora</subfield>
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    <subfield code="a">651 p.</subfield>
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    <subfield code="a">Edi&#xE7;&#xE3;o com inser&#xE7;&#xE3;o de novos estudos relativos aos ordenamentos jur&#xED;dicos Brasileiro e Luxemburgu&#xEA;s em mat&#xE9;ria de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal a partir de perfis de ADN.</subfield>
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    <subfield code="a">Dedicatio. In memorium. Nota pr&#xE9;via &#xE0; 2.&#xAA; edi&#xE7;&#xE3;o. Nota pr&#xE9;via &#xE0; 1.&#xAA; edi&#xE7;&#xE3;o. Pref&#xE1;cio. Siglas e abreviaturas. Introdu&#xE7;&#xE3;o. PARTE I - O PARADIGMA DA PONDERA&#xC7;&#xC3;O CONSTITUCIONAL EM MAT&#xC9;RIA BIO&#xC9;TICA E AS SUAS IMPLICA&#xC7;&#xD5;ES AO N&#xCD;VEL (DOS EXAMES) DAS PER&#xCD;CIAS DE ADN NO PROCESSO PENAL. CAP&#xCD;TULO I - OS CONTORNOS DA EPOPEIA BlO-GEN&#xC9;TICA NO DEALBAR DO S&#xC9;CULO XXI. 1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. O livro da vida: o genoma humano. 2.1. A informa&#xE7;&#xE3;o gen&#xE9;tica e o ADN: os princ&#xED;pios da identifica&#xE7;&#xE3;o gen&#xE9;tica. 2.2. A informa&#xE7;&#xE3;o gen&#xE9;tica &#xE0; luz da distin&#xE7;&#xE3;o ADN nuclear e ADN mitocondrial. 3. Tipos de adn (codificante e n&#xE3;o codificante) e t&#xE9;cnicas de an&#xE1;lise do mesmo. 3.1. Os tipos de ADN (codificante e n&#xE3;o codificante). 3.2. Os tipos de t&#xE9;cnicas de an&#xE1;lise ou per&#xED;cia sobre o ADN. 3.2.1. Abordagem geral. 3.2.2. O nascimento de uma nova t&#xE9;cnica: PCR. 4. Os desafios da bio&#xE9;tica ao direito no dealbar do S&#xE9;culo XXI. 5. O processo penal portugu&#xEA;s a caminho da gen&#xE9;tica. CAP&#xCD;TULO II - A PROVA CIENT&#xCD;FICA NO PROCESSO PENAL PORTUGU&#xCA;S. 1. Os contornos da prova cient&#xED;fica no processo penal portugu&#xEA;s, mediante interven&#xE7;&#xE3;o corporal. 1.1. A prova mediante perfis de ADN: "exame", "an&#xE1;lise" ou per&#xED;cia? 1.2. A natureza jur&#xED;dica dos exames de ADN numa perspectiva hist&#xF3;rico-comparada. 1.3. Os contornos da investiga&#xE7;&#xE3;o penal sobre o corpo humano &#xE0; luz da prova cient&#xED;fica: revista, exame e per&#xED;cia. 2. Da prova proibida &#xE0; prova admitida: a limpidez dos conceitos. 3. Condi&#xE7;&#xF5;es de admissibilidade da prova cient&#xED;fica: uma primeira abordagem. 4. Os contornos dos meios de prova cient&#xED;fica no panorama portugu&#xEA;s. 4.1. O controlo de velocidade - veloc&#xED;metro, radares e equipamentos v&#xED;deo para controle velocidade. 4.1.1. O problema em geral. 4.1.2. O regime da obten&#xE7;&#xE3;o e valora&#xE7;&#xE3;o da prova obtida mediante veloc&#xED;metro, radares e outros equipamentos de v&#xED;deo. 4.1.2.1. Principais aspectos. 4.1.2.2. Pressupostos e requisitos de valida&#xE7;&#xE3;o e aceita&#xE7;&#xE3;o dos resultados obtidos mediante radares, veloc&#xED;metros e outros equipamentos v&#xED;deo de controle de velocidade. 4.1.2.3. O admir&#xE1;vel mundo &#xE0; margem da lei. 4.1.2.3.1. Dos agentes de fiscaliza&#xE7;&#xE3;o "provocadores aos infiltrados no tr&#xE2;nsito rodovi&#xE1;rio em ve&#xED;culos descaracterizados": rumo &#xE0; (des-)legitima&#xE7;&#xE3;o da fiscaliza&#xE7;&#xE3;o insidiosa - ve&#xED;culos descaracterizados e radares ocultos. 4.1.2.3.2. O fim do "terrorismo policial estradal": o regresso &#xE0; legalidade. 4.2. O controlo de &#xE1;lcool - alcool&#xED;metro. 4.2.1. O problema em geral. 4.2.2. O regime da obten&#xE7;&#xE3;o e valora&#xE7;&#xE3;o da prova obtida mediante alcool&#xED;metro. 4.2.2.1. Do erro &#xE0; certeza. 4.2.2.2. M&#xE9;todos de detec&#xE7;&#xE3;o e quantifica&#xE7;&#xE3;o de &#xE1;lcool no sangue. 4.2.2.3. Metodologia em mat&#xE9;ria de fiscaliza&#xE7;&#xE3;o do teor de &#xE1;lcool no sangue. 4.2.2.4. Valora&#xE7;&#xE3;o e for&#xE7;a probat&#xF3;ria dos diversos m&#xE9;todos de detec&#xE7;&#xE3;o de &#xE1;lcool no sangue ou do estado de influenciado por &#xE1;lcool. 2.3. A obten&#xE7;&#xE3;o e valora&#xE7;&#xE3;o da prova obtida mediante alcool&#xED;metro, an&#xE1;lise sangu&#xED;nea e exame m&#xE9;dico realizados contra a vontade do visado. 4.3. O controlo de subst&#xE2;ncias psicotr&#xF3;picas - testes r&#xE1;pidos, exame de confirma&#xE7;&#xE3;o e exame m&#xE9;dico. 4.3.1. O problema em geral. 4.3.2. O regime da obten&#xE7;&#xE3;o e valora&#xE7;&#xE3;o da prova obtida mediante testes r&#xE1;pidos, exame de confirma&#xE7;&#xE3;o e exame m&#xE9;dico. 4.3.3. A obten&#xE7;&#xE3;o e valora&#xE7;&#xE3;o da prova obtida mediante testes r&#xE1;pidos, exame de confirma&#xE7;&#xE3;o e exame m&#xE9;dico realizados contra a vontade do visado. 5. A verdade acerca da "prova cient&#xED;fica": controlo de velocidade, estado de influenciado por &#xE1;lcool ou subst&#xE2;ncias psicotr&#xF3;picas e per&#xED;cias de ADN. 5.1. A prova cient&#xED;fica como Santo Graal da prova em processo penal? 5.2. Contornos m&#xED;nimos da "prova cient&#xED;fica". CAP&#xCD;TULO III - A PROVA POR (EXAMES) PER&#xCD;CIAS DE ADN &#xC0; LUZ DO PARADIGMA DA PONDERA&#xC7;&#xC3;O CONSTITUCIONAL DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS LESADOS COM O RECURSO (AOS EXAMES) &#xC0;S PER&#xCD;CIAS DE ADN. 1. Identifica&#xE7;&#xE3;o do paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional dos direitos fundamentais lesados com o recurso aos meios de (obten&#xE7;&#xE3;o da) prova obtidos mediante interven&#xE7;&#xE3;o no corpo humano, maxime, por per&#xED;cia m&#xE9;dico-legal ou forense. 2. O nascimento [e reconhecimento] do direito &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o informacional [e comunicacional] gen&#xE9;tica. 3. O nascimento [e reconhecimento] do direito &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o corporal. 4. O direito ao livre desenvolvimento da personalidade. 5. O direito &#xE0; integridade e n&#xE3;o modificabilidade do patrim&#xF3;nio gen&#xE9;tico. 6. Do direito &#xE0; reserva da intimidade da vida privada (pessoal e familiar) ao direito &#xE0; "intimidade gen&#xE9;tica". PARTE II - O PARADIGMA DA PONDERA&#xC7;&#xC3;O CONSTITUCIONAL E LEGAL DE LEGITIMA&#xC7;&#xC3;O (DOS EXAMES) DAS PER&#xCD;CIAS DE ADN NO PROCESSO PENAL. CAP&#xCD;TULO I - O PARADIGMA DA PONDERA&#xC7;&#xC3;O CONSTITUCIONAL PROBAT&#xD3;RIO EM MAT&#xC9;RIA DE PROCESSO PENAL. 1. Um breve olhar sobre os princ&#xED;pios constitucionais probat&#xF3;rios do processo penal portugu&#xEA;s. 1.1. O princ&#xED;pio da investiga&#xE7;&#xE3;o ou da verdade material (de instru&#xE7;&#xE3;o ou inquisitivo). 1.2. O princ&#xED;pio da livre aprecia&#xE7;&#xE3;o ou valora&#xE7;&#xE3;o da prova (ou sistema da "prova livre"). 1.3. O princ&#xED;pio &#x201C;in dubio pro reo&#x201D; 1.4. O princ&#xED;pio da imedia&#xE7;&#xE3;o. 2. O paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional do uso da prova penal obtida mediante interven&#xE7;&#xE3;o no corpo humano, em especial, a per&#xED;cia de ADN. 2.1. Os requisitos constitucionais de legitima&#xE7;&#xE3;o da prova por per&#xED;cias de ADN. 2.1.1. A eminente dignidade da pessoa humana (artigo 1.&#xBA; CRP). 2.1.2. A inviolabilidade da integridade pessoal (moral e f&#xED;sica das pessoas - artigo 25.&#xB0;, n.&#xBA; 1 CRP). 2.1.3. Os direitos pessoais: o direito &#xE0; identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, &#xE0; reserva da intimidade da vida privada e familiar, &#xE0; dignidade pessoal e identidade gen&#xE9;tica do ser humano (artigo 26.&#xB0; CRP). 2.1.4. A garantia dos direitos pessoais (direito &#xE0; identidade pessoal, o direito ao desenvolvimento da personalidade e o direito &#xE0; reserva da intimidade da vida privada e familiar) e a sua efectiva protec&#xE7;&#xE3;o legal contra quaisquer formas de discrimina&#xE7;&#xE3;o (artigo 26.&#xB0;, n.&#xBA; 1 CRP). 2.1.5. O estabelecimento de garantias efectivas contra a obten&#xE7;&#xE3;o e utiliza&#xE7;&#xE3;o abusivas ou contr&#xE1;rias &#xE0; dignidade humana de informa&#xE7;&#xF5;es pessoais e familiares (artigo 26.&#xB0;, n.&#xBA; 2 CRP). 2.1.6. A garantia da dignidade pessoal e identidade gen&#xE9;tica do ser humano no &#xE2;mbito da cria&#xE7;&#xE3;o, desenvolvimento e utiliza&#xE7;&#xE3;o das tecnologias e na experimenta&#xE7;&#xE3;o cient&#xED;fica (artigo 26.&#xB0;, n.&#xBA; 3 CRP). 2.1.7. A n&#xE3;o redu&#xE7;&#xE3;o do princ&#xED;pio da plenitude das garantias de defesa mediante o uso da prova por exames de ADN (artigo 32.&#xB0;, n.&#xBA; 1 CRP). 2.1.8. O respeito pelo princ&#xED;pio da presun&#xE7;&#xE3;o de inoc&#xEA;ncia mediante expressa abo&#xAD;mina&#xE7;&#xE3;o da invers&#xE3;o &#xF3;nus probandi em mat&#xE9;ria de prova por exames ADN (artigo 32.&#xB0;, n.&#xBA; 2 CRP), o direito ao sil&#xEA;ncio e o direito &#xE0; n&#xE3;o auto-incrimi&#xAD;na&#xE7;&#xE3;o ("privilege against self-incrimination") - rectius, o "direito a calar o corpo". 2.1.9. A proibi&#xE7;&#xE3;o do uso de provas obtidas mediante tortura, coac&#xE7;&#xE3;o, ofensa da integridade f&#xED;sica ou moral da pessoa, abusiva intromiss&#xE3;o na vida privada (artigo 32.&#xB0;, n.&#xBA; 8 CRP). 2.1.10. Da inviolabilidade do sigilo das comunica&#xE7;&#xF5;es privadas &#xE0; proibi&#xE7;&#xE3;o de inge&#xAD;r&#xEA;ncia das autoridades p&#xFA;blicas e privadas &#xAB;na correspond&#xEA;ncia, nas teleco&#xAD;munica&#xE7;&#xF5;es e nos demais meios de comunica&#xE7;&#xE3;o, &#xAB;salvos os casos previstos na lei em mat&#xE9;ria de processo criminal&#xBB; (artigo 34.&#xB0;, n.&#xBA;s 1 e 4 CRP). 2.1.11. Da n&#xE3;o utiliza&#xE7;&#xE3;o da inform&#xE1;tica (e demais ficheiros manuais) para tratamento de dados referentes &#xE0; vida privada e origem &#xE9;tnica, &#xAB;salvo mediante consenti&#xAD;mento expresso do titular, autoriza&#xE7;&#xE3;o prevista por lei com garantias de n&#xE3;o discrimina&#xE7;&#xE3;o ou para processamento de dados estat&#xED;sticos n&#xE3;o individualmente identific&#xE1;veis&#xBB; (artigo 35.&#xB0;, n.&#xBA;s 3 e 4 CRP) &#xE0; proibi&#xE7;&#xE3;o de acesso a dados pessoais de terceiros &#xAB;salvos casos excepcionais previstos na lei&#xBB;. 2.1.12. Da n&#xE3;o previs&#xE3;o &#xE0; n&#xE3;o legitima&#xE7;&#xE3;o: imperiosa necessidade de aproxima&#xE7;&#xE3;o ao regime do artigo 34.&#xB0;, n.&#xBA; 4 CRP &#xAB;salvos os casos previstos na lei em mat&#xE9;ria de processo criminal&#xBB;. 2.1.13. O direito &#xE0; liberdade pessoal e &#xE0; seguran&#xE7;a - liberdade f&#xED;sica ou de movimentos - (artigo 27.&#xB0; CRP). 2.1.14. O direito &#xE0; protec&#xE7;&#xE3;o da sa&#xFA;de (artigo 64.&#xB0; CRP). </subfield>
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    <subfield code="a">CAP&#xCD;TULO II - O PARADIGMA DA PONDERA&#xC7;&#xC3;O LEGAL PROBAT&#xD3;RIO CODIFICADO EM MAT&#xC9;RIA DE PROCESSO PENAL. 1. Da (in)admissibilidade da prova em processo penal. 1.1. Da Prova: no&#xE7;&#xE3;o e objecto. 1.2. A (in) admissibilidade de certos meios de prova no processo penal portugu&#xEA;s &#xE0; luz dos princ&#xED;pios estruturantes da prova. 2. Da prova proibida &#xE0; prova permitida em mat&#xE9;ria de per&#xED;cias de ADN. 2.1. Requisitos legais de admissibilidade da prova no processo penal portugu&#xEA;s. 2.2. Requisitos espec&#xED;ficos de admissibilidade da prova por exames de ADN. 2.2.1. A fase anterior &#xE0; Lei n.&#xBA; 5/2008, de 12 de Fevereiro. 2.2.1.1. Da vertigem jurisprudencial comum &#xE0; (des)promo&#xE7;&#xE3;o dos direitos fundamentais. 2.2.1.1.1. A jurisprud&#xEA;ncia do Tribunal da Rela&#xE7;&#xE3;o do Porto em mat&#xE9;ria de exames de ADN. 2.2.1.1.2. A jurisprud&#xEA;ncia do Tribunal da Rela&#xE7;&#xE3;o de Lisboa em mat&#xE9;ria de exames de ADN. 2.2.1.1.3. A jurisprud&#xEA;ncia do Tribunal da Rela&#xE7;&#xE3;o de Coimbra em mat&#xE9;ria de exa&#xAD;mes de recolha de sangue para determina&#xE7;&#xE3;o do grau de alcoolemia e a sua proximidade com a tem&#xE1;tica do ADN. 2.2.1.2. Da vertigem jurisprudencial constitucional &#xE0; (aparente) recupera&#xE7;&#xE3;o da lucidez: um tribunal (n&#xE3;o) amigo dos direitos fundamentais (?). 2.2.1.2.1. O Ac&#xF3;rd&#xE3;o do Tribunal Constitucional n.&#xBA; 155/2007. I - Introdu&#xE7;&#xE3;o do caso concreto. II - Delimita&#xE7;&#xE3;o dos argumentos e contra-argumentos esgrimidos nas v&#xE1;rias inst&#xE2;ncias. III - Delimita&#xE7;&#xE3;o da quest&#xE3;o de constitucionalidade. IV - Fundamenta&#xE7;&#xE3;o de decis&#xE3;o de (in)constitucionalidade. 2.2.1.2.2. O Ac&#xF3;rd&#xE3;o do Tribunal Constitucional n.&#xBA; 228/2007. I - Introdu&#xE7;&#xE3;o do caso concreto. II - Delimita&#xE7;&#xE3;o dos argumentos e contra-argumentos esgrimidos nas v&#xE1;rias inst&#xE2;ncias. III - Delimita&#xE7;&#xE3;o da quest&#xE3;o de constitucionalidade. IV - Fundamenta&#xE7;&#xE3;o de decis&#xE3;o de (in)constitucionalidade. 2.2.2. Da fase preparat&#xF3;ria &#xE0; fase subsequente &#xE0; Lei n.&#xBA; 5/2008, de 12 de Fevereiro. 2.2.2.1. A (in)sustent&#xE1;vel leveza do legislador e a firmeza de dois pareceres da Comiss&#xE3;o Nacional de Protec&#xE7;&#xE3;o de Dados (Parecer 18/2007 e 41/2007).  A) O parecer n.&#xBA; 18/2007 da CNPD. B) O parecer n.&#xBA; 41/2007 da CNPD. 2.2.2.2. O Conselho Nacional de &#xC9;tica para as Ci&#xEA;ncias da Vida. 2.2.2.2.1. Origem e justifica&#xE7;&#xE3;o do Parecer n.&#xBA; 52/CNECV/2007. 2.2.2.2.2. Principais aspectos e conclus&#xF5;es. 2.2.2.2.3. A "desconstru&#xE7;&#xE3;o" cr&#xED;tica do Parecer n.&#xBA; 52/CNECV/2007: um sabor a pouco muito pouco. 2.3. O condicionalismo do processo legislativo da Lei n.&#xBA; 5/2008, de 12 de Fevereiro (aprova a cria&#xE7;&#xE3;o de uma base de dados de perfis de ADN para fins de identifica&#xE7;&#xE3;o civil e criminal). 2.3.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 2.3.2. Da Proposta de Lei n.&#xBA; 144/X &#xE0; Lei n.&#xBA; 5/2008, de 12 de Fevereiro. 2.3.2.1. O nascimento da Proposta de Lei n.&#xBA; 144/X. 2.3.2.2. As "propostas" de altera&#xE7;&#xE3;o da Proposta de Lei n.&#xBA; 144/X. 2.3.2.2.1. A "proposta" de altera&#xE7;&#xE3;o da Proposta de Lei n.&#xBA; 144/X - Partido Socialista (PS). 2.3.2.2.2. A "proposta" de altera&#xE7;&#xE3;o da Proposta de Lei n.&#xBA; 144/X - Partido Social Democrata (PSD). 2.3.2.2.3. A "proposta" de altera&#xE7;&#xE3;o da Proposta de Lei n.&#xBA; 144/X - Partido Comunista Portugu&#xEA;s (PCP). 2.3.2.2.4. Das v&#xE1;rias "propostas" de altera&#xE7;&#xE3;o da Proposta de Lei n.&#xBA; 144/X &#xE0; redac&#xE7;&#xE3;o final: justifica&#xE7;&#xE3;o. 2.3.2.3. Uma vis&#xE3;o sistem&#xE1;tica da Lei n.&#xBA; 5/2008, de 12 de Fevereiro (aprova a cria&#xE7;&#xE3;o de uma base de dados de perfis de ADN para fins de identifica&#xE7;&#xE3;o civil e criminal). 2.3.2.4. Do novo e do velho na Lei n.&#xBA; 5/2008, de 12 de Fevereiro. 2.3.2.4.1. Regime jur&#xED;dico. 2.3.2.4.1.1. No&#xE7;&#xF5;es, objecto, finalidades e princ&#xED;pios gerais. 2.3.2.4.1.2. Da fase da recolha de amostras. a) Princ&#xED;pios gerais. b) Do direito &#xE0; informa&#xE7;&#xE3;o ao modo de recolha. c) Modalidades de recolha: em volunt&#xE1;rios, para identifica&#xE7;&#xE3;o civil e com finalidades de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal. d) &#xC2;mbito e resultados das per&#xED;cias de ADN. Das garantias de defesa: o direito &#xE0; contra-an&#xE1;lise ou "nova per&#xED;cia". 2.3.2.4.1.3. Da fase do tratamento de dados. a) A constitui&#xE7;&#xE3;o da base de dados. b) Inser&#xE7;&#xE3;o, comunica&#xE7;&#xE3;o, interconex&#xE3;o e acesso aos dados. c)  Da conserva&#xE7;&#xE3;o de perfis de ADN e dados pessoais. d) Da seguran&#xE7;a da base de dados. 2.3.2.4.1.4. O Conselho de Fiscaliza&#xE7;&#xE3;o da base de dados de perfis de ADN. a ) Natureza e composi&#xE7;&#xE3;o. b) Compet&#xEA;ncia e modo de funcionamento. 2.3.2.4.1.5. Do Biobanco. 2.3.2.4.1.6. Das san&#xE7;&#xF5;es. 2.3.2.4.1.7. Da fiscaliza&#xE7;&#xE3;o e controlo e outras considera&#xE7;&#xF5;es finais. 3. Os requisitos legais de admissibilidade (dos exames) das per&#xED;cias de ADN no processo penal portugu&#xEA;s. 3.1. Da previs&#xE3;o legal &#xE0; autoriza&#xE7;&#xE3;o legal de utiliza&#xE7;&#xE3;o das per&#xED;cias de ADN para obten&#xE7;&#xE3;o dos perfis de ADN. 3.2. A autoriza&#xE7;&#xE3;o judicial que ordena a realiza&#xE7;&#xE3;o das per&#xED;cias de ADN. 3.2.1. Formalismo da decis&#xE3;o judicial de autoriza&#xE7;&#xE3;o. 3.2.2. O dever de fundamenta&#xE7;&#xE3;o expressa da decis&#xE3;o judicial de autoriza&#xE7;&#xE3;o. 3.3. A reserva jurisdicional (absoluta) em mat&#xE9;ria de autoriza&#xE7;&#xE3;o da realiza&#xE7;&#xE3;o dos exames de ADN. 3.4. Num processo criminal "em curso" ou findo com decis&#xE3;o condenat&#xF3;ria. 3.5. A proporcionalidade da medida &#xE0; luz dos direitos fundamentais afectados. 3.5.1. O princ&#xED;pio da adequa&#xE7;&#xE3;o (ou idoneidade) da medida. 3.5.2. O princ&#xED;pio da necessidade (ou indispensabilidade) da medida. 3.5.3. O princ&#xED;pio da proporcionalidade (sentido estrito) da medida. 3.6. Os contornos do princ&#xED;pio da proporcionalidade em mat&#xE9;ria de exames de ADN 400 3.6.1. Um contexto criminal gravoso: gravidade e natureza das infrac&#xE7;&#xF5;es que justificam o uso de exames de ADN em processo penal. 3.6.2. Um contexto limitador: n&#xED;vel de aprofundamento da investiga&#xE7;&#xE3;o gen&#xE9;tica. 3.6.3. O contexto indiciador e n&#xE3;o prospectivo. 3.6.4. O contexto indiciador face ao arguido. 3.6.5. O contexto indiciador face aos n&#xE3;o arguidos. 3.7. Delimita&#xE7;&#xE3;o subjectiva e objectiva da medida (tipologia de pessoas e mat&#xE9;rias biol&#xF3;gicas a usar na captura do ADN). 3.7.1. An&#xE1;lise de ADN no arguido. 3.7.1.1. O problema em geral. 3.7.1.2. O mito da pretensa obriga&#xE7;&#xE3;o processual de sujei&#xE7;&#xE3;o do arguido &#xE0; per&#xED;cia m&#xE9;dico-forense em mat&#xE9;ria de ADN. 3.7.1.3. Da n&#xE3;o autoriza&#xE7;&#xE3;o ao uso n&#xE3;o autorizado das amostras biol&#xF3;gicas legalmente recolhidas. 3.7.2. Da legitimidade de colheita de amostras biol&#xF3;gicas em indiv&#xED;duo n&#xE3;o arguido (nem suspeito). 3.7.3. Da colheita dos vest&#xED;gios biol&#xF3;gicos em coisas, locais, ou v&#xED;timas de um crime ou desconhecidos (&#x201C;res nullius&#x201D;, &#x201C;res derelictae&#x201D;): material biol&#xF3;gico encontrado (e abandonado ou naturalmente perdido). 3.8. Da execu&#xE7;&#xE3;o da medida. 3.8.1. Do controlo &#xE0; depend&#xEA;ncia judicial. 3.8.1.1. Organismos nacionais e internacionais legalmente reconhecidos. 3.8.1.2. A exig&#xEA;ncia da colheita dos vest&#xED;gios biol&#xF3;gicos por pessoal t&#xE9;cnico-cientificamente especializado - reserva m&#xE9;dico-forense. 4. A valora&#xE7;&#xE3;o da prova obtida por exames de ADN. 4.1. Da proibi&#xE7;&#xE3;o de valora&#xE7;&#xE3;o. 4.1.1. A pletora de situa&#xE7;&#xF5;es de realiza&#xE7;&#xE3;o de exames de ADN cuja valora&#xE7;&#xE3;o &#xE9; proibida. 4.1.1.1. Um passado recente: a falta de lei expressa (e proporcional) autorizativa. 4.1.1.2. A realiza&#xE7;&#xE3;o da dilig&#xEA;ncia probat&#xF3;ria sem autoriza&#xE7;&#xE3;o, expressa e fundamentada, da autoridade judicial competente. 4.1.1.3. V&#xED;cios da decis&#xE3;o judicial que autoriza a medida (restritiva) de realiza&#xE7;&#xE3;o de per&#xED;cias de ADN. 4.1.1.3.1. A aus&#xEA;ncia de motiva&#xE7;&#xE3;o da decis&#xE3;o judicial. 4.1.1.3.2. A insufici&#xEA;ncia da motiva&#xE7;&#xE3;o da decis&#xE3;o judicial. 4.1.1.4. A desproporcionalidade dos exames de ADN (excesso de incid&#xEA;ncia). 4.1.2. As impress&#xF5;es gen&#xE9;ticas obtidas mediante uma interven&#xE7;&#xE3;o il&#xED;cita na integridade f&#xED;sica: a deslealdade processual probat&#xF3;ria &#xE0; luz do efeito reflexo da ilicitude da prova. 4.2. Da obten&#xE7;&#xE3;o &#xE0; valora&#xE7;&#xE3;o da prova obtida pelo uso de t&#xE9;cnicas (de investiga&#xE7;&#xE3;o e experimenta&#xE7;&#xE3;o) gen&#xE9;ticas: a per&#xED;cia gen&#xE9;tica. 4.2.1. Do regime geral das per&#xED;cias &#xE0; obten&#xE7;&#xE3;o da prova obtida pelo uso de t&#xE9;cnicas de per&#xED;cia gen&#xE9;tica. 4.2.1.1. Objecto, &#xE2;mbito e justifica&#xE7;&#xE3;o da per&#xED;cia gen&#xE9;tica. 4.2.1.2. Compet&#xEA;ncia para a realiza&#xE7;&#xE3;o da per&#xED;cia gen&#xE9;tica. 4.2.1.3. Despacho que ordena a per&#xED;cia gen&#xE9;tica. 4.2.1.4. Desenvolvimento da per&#xED;cia: consultores t&#xE9;cnicos, procedimento e relat&#xF3;rio pericial em mat&#xE9;ria gen&#xE9;tica. 4.2.2. Do regime geral das per&#xED;cias &#xE0; valora&#xE7;&#xE3;o da prova obtida pelo uso de t&#xE9;cnicas de per&#xED;cia gen&#xE9;tica. 4.2.2.1. </subfield>
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    <subfield code="a">A validade e for&#xE7;a probat&#xF3;ria dos relat&#xF3;rios periciais e demais pareceres (t&#xE9;cnico-cient&#xED;ficos) dos organismos oficiais. 4.2.2.2. O grau de fiabilidade (e logo de admissibilidade) dos resultados oriundos das an&#xE1;lises ou per&#xED;cias gen&#xE9;ticas: problemas iniciais e recomenda&#xE7;&#xF5;es correctivas. 4.2.2.3. A viola&#xE7;&#xE3;o da "chain of custody" e a contamina&#xE7;&#xE3;o do valor probat&#xF3;rio de tais exames. 4.2.2.4. O sistema da prova livre e o sistema da prova legal &#xE0; luz dos exames de ADN. A relev&#xE2;ncia do c&#xE1;lculo de probabilidades ao n&#xED;vel das provas "cient&#xED;ficas". 5. Da obsess&#xE3;o cient&#xED;fico-probat&#xF3;ria &#xE0; humana (e necess&#xE1;ria) falibilidade: a desjudicializa&#xE7;&#xE3;o da prova em processo penal a partir de uma leitura exclusivamente cient&#xED;fica: o teorema de Bayes. 6. Factores de erro da prova cient&#xED;fica e modo da sua comunica&#xE7;&#xE3;o por parte do perito. 6.1. Do relat&#xF3;rio pericial e sua comunica&#xE7;&#xE3;o ao tr&#xED;bunal. 6.2. Do erro na per&#xED;cia gen&#xE9;tica &#xE0; luz da tem&#xE1;tica das subpopula&#xE7;&#xF5;es. CAP&#xCD;TULO III _ A CI&#xCA;NCIA FORENSE GEN&#xC9;TICA - EM BUSCA DE UM NOVO PARADIGMA DE INTERVEN&#xC7;&#xC3;O CORPORAL. 1. O nascimento da ci&#xEA;ncia forense gen&#xE9;tica. 2. Uma perspectiva hist&#xF3;rico-comparativa de ci&#xEA;ncia forense gen&#xE9;tica. 2.1. Fran&#xE7;a: um modelo em expans&#xE3;o. 2.1.1. A Fran&#xE7;a na senda da "tatuagem biogen&#xE9;tica": uma longa caminhada. 2.1.2. O papel do consentimento no regime global de acesso &#xE0;s impress&#xF5;es gen&#xE9;ticas. 2.1.3. A for&#xE7;a probat&#xF3;ria das per&#xED;cias gen&#xE9;ticas: liberdade e igualdade de armas. 2.1.4. O Ficheiro Nacional de Impress&#xF5;es Gen&#xE9;ticas (FNAEG). 2.2. Espanha: um modelo restrito. 2.2.1. O regime legal da prova por ADN no ordenamento jur&#xED;dico espanhol. 2.2.1.1. Da fase inicial de anomia &#xE0; fase de lucidez jurisprudencial. 2.2.1.2. A lucidez da jurisprud&#xEA;ncia espanhola &#xE0; luz das d&#xFA;vidas legais de admissibilidade da per&#xED;cia de ADN. 2.2.1.3. Dos trabalhos preparat&#xF3;rios &#xE0; Reforma do actual regime legal de prova por ADN em Espanha. 2.2.1.4. Implica&#xE7;&#xF5;es da &#x201C;Ley Org&#xE1;nica 10/2007, de 8 de octubre, reguladora de la base de datos policial sobe identificadores obtenidos a partir del ADN&#x201D;. 2.3. Su&#xED;&#xE7;a. 2.4. Alemanha. 2.4.1. A longa caminhada at&#xE9; &#xE0; Decis&#xE3;o de 21 de Agosto de 1990 do &#x201C;Bundesgerichtshof&#x201C; (BGH). 2.4.2. A recolha de material biol&#xF3;gico e o uso das impress&#xF5;es gen&#xE9;ticas &#x2013; regime jur&#xED;dico. 2.4.4. Consentimento e coac&#xE7;&#xE3;o: duas faces de um mesmo regime. 2.4.5. A recolha e conserva&#xE7;&#xE3;o das impress&#xF5;es digitais para "mem&#xF3;ria futura". 2.4.6. O ficheiro de dados gen&#xE9;ticos da &#x201C;Bundeskriminalamt&#x201D; (BKA). 2.5. Reino Unido. 2.5.1. Do PACE ao direito &#xE0; n&#xE3;o auto-incrimina&#xE7;&#xE3;o ("privilege against self-incrimination"). 2.5.2. A operatividade do consentimento face &#xE0; "intensidade" da les&#xE3;o do corpo. 2.5.3. Da facilidade de recolha de perfis de ADN ao "enchimento" e abund&#xE2;ncia dos ficheiros de impress&#xF5;es digitais. 2.6. It&#xE1;lia. 2.7. Luxemburgo. 3. A Uni&#xE3;o Europeia e a prova por ADN. 3.1. Uma breve sinopse legislativa. 4. Modelos de investiga&#xE7;&#xE3;o forense gen&#xE9;tica. 4.1. O modelo de investiga&#xE7;&#xE3;o forense gen&#xE9;tica de NEYRA KAPPLER. 4.2. O modelo brasileiro de "padroniza&#xE7;&#xE3;o de exames de DNA em per&#xED;cias criminais". 4.3. Algumas ideias para a afirma&#xE7;&#xE3;o de um novo paradigma de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal no corpo humano: um "modelo din&#xE2;mico-reversivo de ci&#xEA;ncia forense gen&#xE9;tica. Conclus&#xF5;es intercalares e perspectivas de investiga&#xE7;&#xE3;o em aberto. Bibliografia.</subfield>
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