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    <subfield code="a">Manual de diagn&#xF3;sticos locais de seguran&#xE7;a</subfield>
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    <subfield code="a">Lisboa</subfield>
    <subfield code="c">Direc&#xE7;&#xE3;o Geral de Administra&#xE7;&#xE3;o Interna</subfield>
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    <subfield code="a">Vers&#xE3;o adaptada de "Guidance on local safety audits. A compedium of international practice". Dispon&#xED;vel vers&#xF5;es em l&#xED;gua francesa, castelhana e inglesa em www.fesu.org e em l&#xED;ngua alem&#xE3; em www.beccaria.de</subfield>
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    <subfield code="a">Conte&#xFA;dos. Agradecimentos. Siglas no texto original. Siglas introduzidas na vers&#xE3;o portuguesa. Pre&#xE2;mbulo da Vers&#xE3;o Portuguesa. INTRODU&#xC7;&#xC3;O &#xC0; EDI&#xC7;&#xC3;O PORTUGUESA. Contratos Locais de Seguran&#xE7;a. Introdu&#xE7;&#xE3;o. PARTE A: O PROCESSO DE DIAGN&#xD3;STICO LOCAL DE SEGURAN&#xC7;A. 1 Diagn&#xF3;stico Local de Seguran&#xE7;a em Contexto Alargado. 1.1. Desenvolvimento sustentado e inclus&#xE3;o social. 1.2. Criar comunidades mais seguras, mais fortes e mais saud&#xE1;veis. 1.3. Orienta&#xE7;&#xF5;es da ONU para a preven&#xE7;&#xE3;o do crime. 1.4. O DLS como parte do processo preventivo. 1.5. Desenvolvendo uma estrat&#xE9;gia: quem deve ser envolvido? 2 Diagn&#xF3;sticos Locais de Seguran&#xE7;a: Uma Vis&#xE3;o Geral. 2.1. O que &#xE9; um DLS? 2.2. Dez princ&#xED;pios para uma boa pr&#xE1;tica. 2.3. Os benef&#xED;cios do DLS. 3 Prepara&#xE7;&#xE3;o para o DLS. 3.1. Que informa&#xE7;&#xE3;o &#xE9; necess&#xE1;rio recolher? 3.2. Que conhecimentos e compet&#xEA;ncias s&#xE3;o necess&#xE1;rios? 3.3. Quem deve coordenar o DLS? 34. Quanto tempo demora um DLS? 3.5. Compara&#xE7;&#xF5;es nacionais e internacionais. 4 As Quatro Fases de Implementa&#xE7;&#xE3;o do DLS. 4.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 4.2. Fase 1. An&#xE1;lise alargada e gen&#xE9;rica. 4.2.1. Contextualiza&#xE7;&#xE3;o. 4.2.2. An&#xE1;lise preliminar do crime e das incivilidades. 4.2.3. V&#xED;timas e delinquentes. 4.24. Identificar os factores de risco associados &#xE0; delinqu&#xEA;ncia e &#xE0; vitimiza&#xE7;&#xE3;o. 4.2.5. Aferir as respostas. 4.3. Fase 2 Investiga&#xE7;&#xE3;o aprofundada e pormenorizada. 4.4. Fase 3: Identificar prioridades e oportunidades. 4.4.1. Identificar prioridades. 4.4.2 Identificar os activos, os pontos fortes e as oportunidades. 4.5. Fase 4 Consultoria e comunica&#xE7;&#xE3;o. 4.5.1. Consultoria. 4.5.2. Divulga&#xE7;&#xE3;o dos resultados. 5 Abordagem Participativa: Motivar e Envolver as Comunidades. 5.1. O que &#xE9; a abordagem participativa e porque &#xE9; importante? 5.2 Quais os grupos que dever&#xE3;o estar envolvidos? 5.3 Como pode um DLS participativo ser implementado? 5.4. Motivar e envolver grupos sociais marginalizados. PARTE B: ASSUNTOS ESPEC&#xCD;FICOS PARA AS EQUIPAS DOS DIAGN&#xD3;STICOS LOCAIS DE SEGURAN&#xC7;A. 6 Vis&#xE3;o Geral. 7 Crian&#xE7;as e Jovens. 7.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 7.2 Crian&#xE7;as e adolescentes em risco no seio familiar. 7.3. Crian&#xE7;as e jovens que crescem e vivem em institui&#xE7;&#xF5;es. 7.4. Crian&#xE7;as e jovens em conflito com a lei. 7.5. Crian&#xE7;as e jovens na escola. 7.6. Crian&#xE7;as e jovens envolvidos em &#x201C;gangs&#x201D; com actividades criminosas e viol&#xEA;ncia organizada. 7.7. Crian&#xE7;as de rua. 8 Viol&#xEA;ncia Interpessoal. 8.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 8.2. Viol&#xEA;ncia entre parceiros &#xED;ntimos (viol&#xEA;ncia conjugal). 8.3. Diagnosticar a viol&#xEA;ncia entre parceiros (conjugal). 8.4. Abuso de idosos. 8.5. Diagnosticar o abuso de idosos. 8.6 Informa&#xE7;&#xE3;o adicional online. 9 Os Delinquentes e a Sua Ressocializa&#xE7;&#xE3;o. 9.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 9.2. Diagnosticar a reinser&#xE7;&#xE3;o dos delinquentes. 10. Tr&#xE1;fico de Pessoas. 10.1 Introdu&#xE7;&#xE3;o. 10.2 Diagnosticar o tr&#xE1;fico. 10.3 Informa&#xE7;&#xE3;o adicional online. 11. &#xC1;lcool, Drogas Il&#xED;citas e Abuso de Subst&#xE2;ncias. 11.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 11.2 Uma estrat&#xE9;gia multidisciplinar integrada. 11.3. Ajudar as crian&#xE7;as e os jovens a tomar as decis&#xF5;es certas. 11.4. Alcoolismo. 11.5. Consumo de drogas il&#xED;citas. 11.6. Produ&#xE7;&#xE3;o e tr&#xE1;fico de drogas il&#xED;citas. 12. Empresas e Criminalidade. 12.1 Introdu&#xE7;&#xE3;o. 12.2 As empresas como v&#xED;timas. 12.3. As empresas como facilitadoras e autoras de crimes. 12.4 As empresas como dissuasoras do crime e impulsionadoras da sua preven&#xE7;&#xE3;o. 12.5 Diagnosticar o envolvimento das empresas no crime e na preven&#xE7;&#xE3;o. 13 Bairros com Elevadas Taxas de Criminalidade. 13.1 Introdu&#xE7;&#xE3;o. 13.2 Diagnosticar bairros com elevadas taxas de criminalidade. PARTE C: FONTES, T&#xC9;CNICAS E INSTRUMENTOS. 14 Informa&#xE7;&#xE3;o do DLS: Considera&#xE7;&#xF5;es Estrat&#xE9;gicas. 14.1 Fontes de Informa&#xE7;&#xE3;o. 14.2 Reconhecer a diversidade na comunidade. 14.3. Partilha de informa&#xE7;&#xE3;o e confidencialidade dos dados. 14.4. Observat&#xF3;rios de dados. 15 A Utiliza&#xE7;&#xE3;o de Fontes e Dados Secund&#xE1;rios. 15.1 Introdu&#xE7;&#xE3;o. 15.2 Dados policiais. 15.3 Outros organismos do sistema de Justi&#xE7;a criminal. 15.4 Servi&#xE7;os de apoio &#xE0;s v&#xED;timas. 15.5. Servi&#xE7;os de ambiente urbano e de habita&#xE7;&#xE3;o. 15.6. Entidades do sistema educativo. 15.7. Servi&#xE7;os de apoio social. 15.8 Servi&#xE7;os de sa&#xFA;de. 15.9. Servi&#xE7;os de bombeiros. 15.10 Seguran&#xE7;a privada e companhias de seguros. 15.11. Inqu&#xE9;ritos e pesquisa. 16 Recolher e Utilizar Dados de Inqu&#xE9;ritos. 16.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 16.2. Inqu&#xE9;ritos de vitimiza&#xE7;&#xE3;o. 16.3. Inqu&#xE9;ritos de criminalidade auto-revelada. 16.4 Pain&#xE9;is de cidad&#xE3;os. 17 Reunir Informa&#xE7;&#xE3;o Qualitativa. 17.1. A necessidade de dados qualitativos. 17.2 T&#xE9;cnicas para a recolha de informa&#xE7;&#xE3;o qualitativa. 17.2.1 Entrevistas com informadores privilegiados. 17.2.2. Reuni&#xF5;es abertas. 17.2.3. Grupos focais. 17.2.4 Inqu&#xE9;rito por entrevista em profundidade. 17.2.5 Trabalho de rua. 17.3 Instrumentos para a recolha de informa&#xE7;&#xE3;o qualitativa. 17.3.1 Vis&#xE3;o partilhada. 17.3.2. Passeios explorat&#xF3;rios. 17.3.4 M&#xE9;todo "bola de neve". 17.3.5. Pain&#xE9;is de cidad&#xE3;os. 17.3.6. Or&#xE7;amento participativo. 17.4 A necessidade de urna abordagem equilibrada. Anexo A: Factores de Risco Associados &#xE0; Delinqu&#xEA;ncia. Anexo B: Directrizes das Na&#xE7;&#xF5;es Unidas para a Preven&#xE7;&#xE3;o do Crime. I Introdu&#xE7;&#xE3;o. II. Quadro conceptual de refer&#xEA;ncia. III. Princ&#xED;pios gerais ou de base. IV Organiza&#xE7;&#xE3;o, m&#xE9;todos e abordagens. V Coopera&#xE7;&#xE3;o Internacional. Anexo C: Directrizes das Na&#xE7;&#xF5;es Unidas para Preven&#xE7;&#xE3;o da Delinqu&#xEA;ncia Juvenil. Anexo D: Manifesto de Sarago&#xE7;a. Anexo E: Legisla&#xE7;&#xE3;o Portuguesa. E1 Os grandes enquadramentos. E2 Programas e estrat&#xE9;gias nacionais. E3 Autarquias e redes locais. Anexo F: Fontes de Informa&#xE7;&#xE3;o Estat&#xED;stica Oficial Portuguesa. F1. Fontes, quest&#xF5;es de m&#xE9;todo e instrumentos. F.1.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. F.1.2. Fontes da estat&#xED;stica da criminalidade. F.1.3. O INE como fonte estat&#xED;stica primordial. F.14. Resultados disponibilizados pelo INE.	F.1.5. Quem responde aos inqu&#xE9;ritos do INE. F.1.6. Como &#xE9; feita a escolha de quem inquirir. Anexo G: Resolu&#xE7;&#xE3;o do Parlamento Europeu, de 21 de Junho de 2007, Sobre a Delinqu&#xEA;ncia Juvenil: O Papel da Mulher, da Fam&#xED;lia e da Sociedade. Bibliografia. Organiza&#xE7;&#xF5;es, S&#xED;tios na Web e Recursos Online.</subfield>
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