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    <subfield code="a">Criminalidade de massa e criminalidade organizada</subfield>
    <subfield code="e">um inqu&#xE9;rito europeu</subfield>
    <subfield code="f">Paulo Gomes ... [et al.]</subfield>
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    <subfield code="a">Lisboa</subfield>
    <subfield code="c">Direc&#xE7;&#xE3;o Geral de Administra&#xE7;&#xE3;o Interna</subfield>
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    <subfield code="a">Cadernos De Administra&#xE7;&#xE3;o Interna </subfield>
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    <subfield code="a">Resumo inserto na pr&#xF3;pria publica&#xE7;&#xE3;o.</subfield>
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    <subfield code="a">"&#xC0; medida que se intensificam os efeitos da globaliza&#xE7;&#xE3;o sobre a vida quotidiana das sociedades, mais evidentes se tornam as rela&#xE7;&#xF5;es entre a criminalidade de massa e a criminalidade organizada, assim como entre a criminalidade que ocorre num dado pa&#xED;s ou regi&#xE3;o e a criminalidade organizada transnacional. A coopera&#xE7;&#xE3;o policial entre os Estados assume uma import&#xE2;ncia crucial neste quadro de fortes transforma&#xE7;&#xF5;es sociais, onde se incluem as pr&#xF3;prias altera&#xE7;&#xF5;es das pr&#xE1;ticas criminais conhecidas. Torna-se, por isso, urgente reformar mentalidades e encontrar novos normativos, estruturas e processos, ao n&#xED;vel nacional e internacional, que encarando a realidade criminal como um sistema complexo, repleto de interdepend&#xEA;ncias, adoptem uma vis&#xE3;o hol&#xED;stica, assente numa abordagem transdisciplinar e multi-institucional. O documento que agora se d&#xE1; &#xE0; estampa testemunha o trabalho realizado no &#xE2;mbito da Presid&#xEA;ncia Portuguesa da Uni&#xE3;o Europeia, que decorreu entre 1 de Julho e 31 de Dezembro de 2007. Socorrendo-se de uma ferramenta de an&#xE1;lise (question&#xE1;rio), os autores realizaram um diagn&#xF3;stico, ao n&#xED;vel dos Estados-membros e da Uni&#xE3;o Europeia, sobre a rela&#xE7;&#xE3;o enter a criminalidade de massa e a criminalidade organizada, tendo em vista identificar formas de melhorar a efic&#xE1;cia dos normativos, estruturas e processos de preven&#xE7;&#xE3;o e combate a uma criminalidade que cada vez conhece menos fronteiras. Neste sentido foi elaborado um question&#xE1;rio, enviado a todas as delega&#xE7;&#xF5;es dos Estados-membros, cujas respostas foram lavo de estudo, dando lugar &#xE0; an&#xE1;lise que comp&#xF5;e a presente publica&#xE7;&#xE3;o." CONTE&#xDA;DO: Pref&#xE1;cio. Introdu&#xE7;&#xE3;o. Passo a passo: o &#xE1;rduo caminho da constru&#xE7;&#xE3;o da preven&#xE7;&#xE3;o. Prioridade aos conceitos: significado de criminalidade de massa. Prioridade aos conceitos: criminalidade organizada. O diagn&#xF3;stico da diversidade. AN&#xC1;LISE DAS RESPOSTAS - PARTE I VIS&#xC3;O GLOBAL: A CRIMINALIDADE EUROPEIA EM PERSPECTIVA. Varia&#xE7;&#xE3;o na criminalidade global registada nos &#xFA;ltimos 5 anos. Tipo de crime cujo aumento ou diminui&#xE7;&#xE3;o contribuiu significativamente para as varia&#xE7;&#xF5;es verificadas. Fen&#xF3;meno social, econ&#xF3;mico, pol&#xED;tico, legislativo ou de outra natureza indutor das varia&#xE7;&#xF5;es observadas. Identifica&#xE7;&#xE3;o de um perfil grupal ou individual associado &#xE0; varia&#xE7;&#xE3;o. Localiza&#xE7;&#xE3;o de &#x201C;hotspots&#x201D; em termos de criminalidade geral. Estrutura nacional de coordena&#xE7;&#xE3;o, preven&#xE7;&#xE3;o e combate &#xE0; criminalidade encarregue de uma estrat&#xE9;gia nacional (a. a)) ou Planos de Ac&#xE7;&#xE3;o transversais (al. b)). Realiza&#xE7;&#xE3;o de inqu&#xE9;ritos de vitima&#xE7;&#xE3;o nos &#xFA;ltimos 5 anos. &#xC2;mbito territorial dos inqu&#xE9;ritos de vitima&#xE7;&#xE3;o. Tend&#xEA;ncia do sentimento de inseguran&#xE7;a nos inqu&#xE9;ritos de vitima&#xE7;&#xE3;o realizados. Percep&#xE7;&#xE3;o de perigo na via p&#xFA;blica por parte dos cidad&#xE3;os nos inqu&#xE9;ritos de vitima&#xE7;&#xE3;o. PARTE II CRIMINALIDADE DE MASSA. Conceitos estabelecidos para criminalidade de massa em cada Estado-membro. Tipo de crimes que o conceito de criminalidade de massa abrange. Avalia&#xE7;&#xE3;o do peso estat&#xED;stico da criminalidade de massa em cada Estado-membro. Crimes com mais peso estat&#xED;stico dentro da criminalidade de massa. Medidas de preven&#xE7;&#xE3;o criminal relativas &#xE0; criminalidade de massa. &#xC2;mbito das medidas de preven&#xE7;&#xE3;o (legislativo, social, policial). Parcerias entre a pol&#xED;cia e outras entidades (de &#xE2;mbito nacional ou local) tendo em vista a preven&#xE7;&#xE3;o da criminalidade de massa. Medidas de &#xE2;mbito estritamente policial: relev&#xE2;ncia e formas de implementa&#xE7;&#xE3;o. PARTE III CRIMINALIDADE ORGANIZADA. Avalia&#xE7;&#xE3;o do peso estat&#xED;stico da criminalidade organizada em cada Estado-membro. Crimes com mais peso estat&#xED;stico dentro da criminalidade organizada. Medidas de preven&#xE7;&#xE3;o criminal relativas &#xE0; criminalidade organizada. &#xC2;mbito das medidas de preven&#xE7;&#xE3;o (legislativo, social, policial). Parcerias entre a pol&#xED;cia e outras entidades (de &#xE2;mbito nacional ou local) tendo em vista a preven&#xE7;&#xE3;o da criminalidade organizada. Medidas de &#xE2;mbito estritamente policial: relev&#xE2;ncia e formas de implementa&#xE7;&#xE3;o. Recomenda&#xE7;&#xF5;es para avaliar a implementa&#xE7;&#xE3;o de medidas de preven&#xE7;&#xE3;o da criminalidade organizada. M&#xE9;todos utilizados para a avalia&#xE7;&#xE3;o da implementa&#xE7;&#xE3;o. PARTE IV CONEX&#xC3;O ENTRE CRIMINALIDADE DE MASSA E CRIMINALIDADE ORGANIZADA. Distin&#xE7;&#xE3;o entre criminalidade de massa e criminalidade organizada. Legisla&#xE7;&#xE3;o nacional aplic&#xE1;vel. Distin&#xE7;&#xE3;o mais relevante entre a criminalidade organizada e a criminalidade de massa, suportada pela jurisprud&#xEA;ncia, a doutrina de &#xE2;mbito legal ou por estudos acad&#xE9;micos. Pol&#xED;ticas p&#xFA;blicas de seguran&#xE7;a ou planos de ac&#xE7;&#xE3;o de preven&#xE7;&#xE3;o criminal que inter-relacionem especificamente os dois tipos de criminalidade. Preocupa&#xE7;&#xE3;o especial nos &#xF3;rg&#xE3;os policiais e judiciais com a liga&#xE7;&#xE3;o entre a criminalidade organizada e a criminalidade de massa. Mecanismos adoptados pelos &#xF3;rg&#xE3;os policiais e judiciais para fazer face &#xE0;s conex&#xF5;es entre os dois tipos de criminalidade. Estruturas de coordena&#xE7;&#xE3;o espec&#xED;fica. Os crimes de terrorismo, corrup&#xE7;&#xE3;o, tr&#xE1;fico de armas e explosivos, tr&#xE1;fico de seres humanos e tr&#xE1;fico internacional de estupefacientes: conex&#xE3;o com a criminalidade de massa. PARTE V ESTRUTURAS EUROPEIAS E DISPOSI&#xC7;&#xD5;ES COMUNS DOS ESTADOS-MEMBROS RELATIVAS &#xC0;S CRIMINALIDADES DE MASSA E ORGANIZADA. Adequa&#xE7;&#xE3;o da troca de informa&#xE7;&#xE3;o operacional sobre a preven&#xE7;&#xE3;o e resposta aos novos fen&#xF3;menos de criminalidade de massa. Relev&#xE2;ncia do papel dos organismos e ag&#xEA;ncias da Uni&#xE3;o Europeia na articula&#xE7;&#xE3;o entre as estrat&#xE9;gias de preven&#xE7;&#xE3;o e combate ao crime organizado e criminalidade de massa. Conclus&#xF5;es. ANEXO I Question&#xE1;rio. ANEXO II DADOS ESTAT&#xCD;STICOS SOBRE CRIME E JUSTI&#xC7;A CRIMINAL NA EU.</subfield>
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