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    <subfield code="a">An&#xE1;lise psicocriminal das drogas</subfield>
    <subfield code="e">o discurso do legislador</subfield>
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    <subfield code="a">Porto</subfield>
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    <subfield code="a">Disserta&#xE7;&#xE3;o de doutoramento, entregue em Maio de 1996, dirigida pelo Prof. Doutor C&#xE2;ndido da Agra. O autor, Doutor em Psicologia pela Universidade do Porto, &#xE0; data de publica&#xE7;&#xE3;o desta obra, era professor auxiliar convidado da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa e professor do Curso de Psicologia da Universidade Lus&#xF3;fona de Humanidades e Tecnologias.Obra digitalizada: ficheiro de 22,7 Mb em formato pdf (314 f. ou 625 p.).</subfield>
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    <subfield code="a">Nota. Nota Preliminar. Agradecimentos. Introdu&#xE7;&#xE3;o geral. PARTE A &#x2013; AN&#xC1;LISE HIST&#xD3;RICO-METODOL&#xD3;GICA DA DROGA. Introdu&#xE7;&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO I: Not&#xED;cia hist&#xF3;rica. 1. A droga: da Antiguidade &#xE0; Idade M&#xE9;dia. 2. A &#xE9;poca da expans&#xE3;o. 3. A droga nos s&#xE9;culos XVIII-XIX: o &#xAB;Clube do Haxixe&#xBB;. 4. A droga na &#xE9;poca contempor&#xE2;nea. CAP&#xCD;TULO II: Da evolu&#xE7;&#xE3;o da penalidade. 1. A delinqu&#xEA;ncia, o Direito e o Saber. 2. Da perspectiva abstracta a aprecia&#xE7;&#xE3;o singulanzadora. 3. Do acto ao actor. 4. A constru&#xE7;&#xE3;o de um modelo penal centrado no transgressor. 5. A psicologiza&#xE7;&#xE3;o do discurso criminalizador. 6. Transgressor, culpa e pena. 7. Criminalidade e mass media: a populariza&#xE7;&#xE3;o da justi&#xE7;a penal. 8. A descriminaliza&#xE7;&#xE3;o e a neocriminaliza&#xE7;&#xE3;o: o tempo e o modo do processo criminalizador. 9. A identifica&#xE7;&#xE3;o dos paradigmas penais. CAP&#xCD;TULO III: A droga, o Direito e o Saber. 1. A droga e a sociedade. 2. A droga e o Poder: os paradigmas penais no &#xE2;mbito do Direito da Droga. 3. A droga como objecto desestabilizador do discurso jur&#xED;dico. 4. A droga e a Economia. 5. Incrimina&#xE7;&#xE3;o. 6. A rela&#xE7;&#xE3;o droga-crime. 7. Tend&#xEA;ncias proibicionistas e liberalizantes. 8. Da droga-crime &#xE0; droga-problema: complexidade biopsicossocial. CAP&#xCD;TULO IV: Metodologia. 1. Delimita&#xE7;&#xE3;o tem&#xE1;tica. 2. A Lei: materializa&#xE7;&#xE3;o do discurso politico. 3. Droga e discurso do Legislador. 4. A perspectiva&#xE7;&#xE3;o do Legislador enquanto actor social. 5. Da droga em geral &#xE0; legisla&#xE7;&#xE3;o portuguesa: metodologia aplicada. 6. A tipologia das leis. PARTE B - ANALISE DO DISCURSO DO LEGISLADOR. CAP&#xCD;TULO I: As fontes internacionais do Direito da Droga. As conven&#xE7;&#xF5;es. 1. Nota introdut&#xF3;ria. 2. As origens hist&#xF3;ricas: as duas guerras do &#xF3;pio. 3. A defesa do proibicionismo. 4. A Confer&#xEA;ncia de Xangai (1909). 5. A fase convencional at&#xE9; 1961. 5.1. A Conven&#xE7;&#xE3;o da Haia (1912). 5.2. A Conven&#xE7;&#xE3;o de Genebra (1925). 5.3. A Conven&#xE7;&#xE3;o de Genebra e o Acordo de Bangkok (1931). 6. De Genebra a Nova Iorque: percurso rumo &#xE0; Conven&#xE7;&#xE3;o &#xDA;nica. 7. A Conven&#xE7;&#xE3;o &#xDA;nica sobre Estupefacientes (1961) e o Protocolo (1972). 8. A Conven&#xE7;&#xE3;o sobre as Subst&#xE2;ncias Psicotr&#xF3;picas (1971). 9. A Conven&#xE7;&#xE3;o das Na&#xE7;&#xF5;es Unidas (1988). 10. Outros textos convencionais. 11. Conclus&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO II: As primeiras leis de droga: o paradigma fiscal (1914-1970). 1. Nota introdut&#xF3;ria. 2. A Conven&#xE7;&#xE3;o Internacional do &#xD3;pio. 3. As primeiras iniciativas portuguesas: a Lei n.&#xBA; 1687 e o Decreto n.&#xBA; 10375 A promulga&#xE7;&#xE3;o do Decreto n.&#xBA; 12210. 3.1. A Lei n.&#xBA; 1687, de 9 de Dezembro de 1924. 3.2. Decreto n.&#xBA; 10375, de 9 de Dezembro. 3.3. Lei n.&#xBA; 1847, de 2 de Mar&#xE7;o de 1926: texto e enquadramento. A ambival&#xEA;ncia portuguesa face ao movimento proibicionista. 3.4. O Decreto n.&#xBA; 12210, de 24 de Agosto de 1926 - da mera transgress&#xE3;o fiscal &#xE0; forma&#xE7;&#xE3;o de uma racionalidade pr&#xE9;-sanit&#xE1;ria. 4. Confirma&#xE7;&#xE3;o e ratifica&#xE7;&#xE3;o dos textos assinados nas Confer&#xEA;ncias do &#xD3;pio, de 20 de Junho de 1927. 4.1. Acordo e Protocolo. 4.2. Conven&#xE7;&#xE3;o e Protocolo. 5. As normas impostas pela Comunidade Internacional e a puni&#xE7;&#xE3;o das firmas. Os relat&#xF3;rios. O problema da droga em Macau. 6. A ratifica&#xE7;&#xE3;o da Conven&#xE7;&#xE3;o de Genebra de 1931. 7. Um Projecto de Lei inovador: as no&#xE7;&#xF5;es medica e criminal. 8. A primeira ruptura com a racionalidade fiscal. 9. A adequa&#xE7;&#xE3;o da lei substantiva a Timor. 10. As leis de extens&#xE3;o: a protec&#xE7;&#xE3;o da sa&#xFA;de p&#xFA;blica. 11. Do contrabando ao tr&#xE1;fico de estupefacientes: a publica&#xE7;&#xE3;o de outros diplomas sobre drogas: o Decreto n.&#xBA; 35042. 12. Conclus&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO III: Macau: o an&#xFA;ncio da racionalidade psicossocial. 1. Nota introdut&#xF3;ria. 2. A primeira modifica&#xE7;&#xE3;o jur&#xED;dica: a pol&#xED;tica proibicionista. 3. As perspectivas crimina1 e cl&#xED;nico-social. 4. A preval&#xEA;ncia de uma perspectiva cl&#xED;nica e psicossociol&#xF3;gica. 5. O refor&#xE7;o da componente psicossocial. 6. A traject&#xF3;ria pol&#xED;tica dos dispositivos psicossociais. 7. Conclus&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO IV: A fase de 1970-1975: o paradigma criminal. 1. Nota introdut&#xF3;ria. 2. A elabora&#xE7;&#xE3;o da racionalidade criminal: a sa&#xFA;de f&#xED;sica e moral. 3. Perspectiva criminal do consumidor de drogas. 4. A aplica&#xE7;&#xE3;o ao ultramar. 5. A ratifica&#xE7;&#xE3;o da Conven&#xE7;&#xE3;o &#xDA;nica de 1961 sobre os Estupefacientes. 6. Uma lei de extens&#xE3;o. 7. Conclus&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO V: A arquitectura dos dispositivos entre 1975-1982: inicio de constru&#xE7;&#xE3;o do paradigma cl&#xED;nico-psicossocial. 1. Nota introdut&#xF3;ria. 2. A cria&#xE7;&#xE3;o dos primeiros dispositivos: o Decreto-Lei n.&#xBA; 745/75, de 31 de Dezembro. A introdu&#xE7;&#xE3;o do elemento cl&#xED;nico-social. 3. Antecedentes da constitui&#xE7;&#xE3;o de novos dispositivos: a mensagem governativa. 4. A cria&#xE7;&#xE3;o do dispositivo de c&#xFA;pula: o Gabinete Coordenador. 5. A vers&#xE3;o policial do combate a droga: o Centro de Investiga&#xE7;&#xE3;o. 6. A cria&#xE7;&#xE3;o do Centro de Estudos da Profilaxia da Droga: o incremento da l&#xF3;gica psicossocial. 7. Natureza da legisla&#xE7;&#xE3;o dos dispositivos. 8. Altera&#xE7;&#xF5;es posteriores &#xE0; estrutura dos dispositivos. 9. Quadro jur&#xED;dico dos psicotr&#xF3;picos. 10. A ades&#xE3;o ao Protocolo de Genebra de 1972. 11. Uma lei militar ou as drogas em meio castrense. 12. Um novo impulso internacional: a Conven&#xE7;&#xE3;o de 1971 e a perspectiva psicossocial do consumo de droga. 13. Avalia&#xE7;&#xE3;o dos dispositivos. 14. A reorganiza&#xE7;&#xE3;o dos dispositivos: o refor&#xE7;o das val&#xEA;ncias m&#xE9;dica e psicossocial. 15. Diplomas de extens&#xE3;o. Conclus&#xF5;es. CAP&#xCD;TULO VI: A fase de 1983-1995: a constru&#xE7;&#xE3;o do paradigma biopsicossociol&#xF3;gico. 1. Nota introdut&#xF3;ria. 2. A primeira lei substantiva: o inicio da forma&#xE7;&#xE3;o da perspectiva psicossocial. 3. Parte preambular: a no&#xE7;&#xE3;o psicossocial do toxic&#xF3;mano. 4. Articulado da lei: os aspectos principais. 5. Configura&#xE7;&#xE3;o e estatuto jur&#xED;dico do consumidor de drogas. 5.1. Os crimes de droga. 5.2. Representa&#xE7;&#xE3;o psicossocial do consumidor de drogas. 5.3. Tratamento cl&#xED;nico-psicol&#xF3;gico. 5.4. Extens&#xE3;o do diploma. 5.5. Altera&#xE7;&#xF5;es. 5.6. Revoga&#xE7;&#xE3;o. 6. Regulamenta&#xE7;&#xE3;o. 6.1. Ideias b&#xE1;sicas do normativo. 6.2. Vis&#xE3;o global. 6.3. Revoga&#xE7;&#xE3;o. 7. A reformula&#xE7;&#xE3;o do regime substantivo: refor&#xE7;o da componente biopsicossocial do consumidor de droga. 8. A nova lei: a adop&#xE7;&#xE3;o de uma postura biopsicossociol&#xF3;gica do consumo de droga. 9. Regulamenta&#xE7;&#xE3;o do novo regime substantivo. 10. Outra legisla&#xE7;&#xE3;o substantiva e adjectiva. CAP&#xCD;TULO VII: A legisla&#xE7;&#xE3;o dos dispositivos. 1. Nota introdut&#xF3;ria. 2. O plano integrado de combate. 3. A legisla&#xE7;&#xE3;o dos dispositivos: os Centros de Atendimento e o S.P.T.T. 4. Outros diplomas enquadr&#xE1;veis na pol&#xED;tica de dispositivos. CAP&#xCD;TULO VII: A fase de 1983-1995: as conven&#xE7;&#xF5;es internacionais na ordem jur&#xED;dica portuguesa. 1. Nota introdut&#xF3;ria. 2. As conven&#xE7;&#xF5;es ordem jur&#xED;dica portuguesa. 3. Acordo luso-espanhol. 4. Conv&#xE9;nios com os pa&#xED;ses de express&#xE3;o portuguesa. 5. A Conven&#xE7;&#xE3;o das Na&#xE7;&#xF5;es Unidas contra o tr&#xE1;fico de estupefacientes e subst&#xE2;ncias psicotr&#xF3;picas. 6. Acordo luso-brasileiro. 7. Outras conven&#xE7;&#xF5;es. 8. A droga como objecto indirecto do Direito Convencional. Conclus&#xE3;o Geral. Bibliografia.</subfield>
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