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    <subfield code="a">A monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais</subfield>
    <subfield code="e">contributo para a supera&#xE7;&#xE3;o do "paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado" em mat&#xE9;ria de escutas telef&#xF3;nicas</subfield>
    <subfield code="e">volume I</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
    <subfield code="c">Coimbra Editora</subfield>
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    <subfield code="a">495 p.</subfield>
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    <subfield code="a">Disserta&#xE7;&#xE3;o de Mestrado em Ci&#xEA;ncias Jur&#xED;dico-Criminais pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sob a orienta&#xE7;&#xE3;o do Prof. Doutror Manuel da Costa Andrade.</subfield>
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    <subfield code="a">Nota pr&#xE9;via &#xE0; 1.&#xAA; edi&#xE7;&#xE3;o. Pref&#xE1;cio. Siglas e abreviaturas. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 1. Objecto e justifica&#xE7;&#xE3;o do presente estudo. Os meios de (obten&#xE7;&#xE3;o da) prova e os novos fluxos informacionais e comunicacionais digitais. 3. Indica&#xE7;&#xE3;o da sequ&#xEA;ncia. PARTE I &#x2013; A monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos (novos) fluxos informacionais e comunicacionais nas redes de comunica&#xE7;&#xF5;es e de servi&#xE7;os de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas acess&#xED;veis ao p&#xFA;blico. Cap&#xED;tulo I &#x2013; Os (novos) fluxos informacionais e comunicacionais. 1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 2. A nova "vaga" de fluxos informacionais e comunicacionais. A converg&#xEA;ncia das (redes de) comunica&#xE7;&#xF5;es. Cap&#xED;tulo II &#x2013; Regime jur&#xED;dico das "escutas telef&#xF3;nicas" no Processo Penal Portugu&#xEA;s. O regime probat&#xF3;rio no Processo Penal Portugu&#xEA;s. 1.1. Breves considera&#xE7;&#xF5;es. 1.2. A prova. Objecto e No&#xE7;&#xE3;o. 1.3. A (in) admissibilidade de certos meios de prova no processo penal portugu&#xEA;s. O tema &#xE0; luz dos princ&#xED;pios estruturantes da prova. 2. Introdu&#xE7;&#xE3;o ao tema das "escutas telef&#xF3;nicas" no processo penal portugu&#xEA;s. 2.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 2.2. O direito &#xE0; liberdade ou inviolabilidade do sigilo e/ou segredo das comunica&#xE7;&#xF5;es pessoais privadas como matriz constitucional e legal das "escutas telef&#xF3;nicas". 2.2.1. Da liberdade ou inviolabilidade do sigilo e/ou segredo das comunica&#xE7;&#xF5;es pessoais privadas &#xE0; reserva da vida privada e familiar. Breves considera&#xE7;&#xF5;es. 3. Delimita&#xE7;&#xE3;o conceitual das "escutas telef&#xF3;nicas". 3.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 3.2. Delimita&#xE7;&#xE3;o da tipologia dos tipos de fluxos informacionais e comunicacionais &#x2013; conversa&#xE7;&#xF5;es ou comunica&#xE7;&#xF5;es. 3.2.1. Os fluxos derivados das "conversa&#xE7;&#xF5;es". 3.2.2. Os fluxos derivados das "comunica&#xE7;&#xF5;es". 3.3. Delimita&#xE7;&#xE3;o e distin&#xE7;&#xE3;o da "intercep&#xE7;&#xE3;o" da "grava&#xE7;&#xE3;o" dos fluxos informacionais e comunicacionais (conversa&#xE7;&#xF5;es versus comunica&#xE7;&#xF5;es). 3.3.1. A no&#xE7;&#xE3;o de intercep&#xE7;&#xE3;o &#x2013; o uso de instrumento mec&#xE2;nico e electr&#xF3;nico-digital de capta&#xE7;&#xE3;o ou intercep&#xE7;&#xE3;o. 3.3.1.1. Os modernos meios de intercep&#xE7;&#xE3;o. Breves notas. 3.3.1.1.1. Os modernos meios de intercep&#xE7;&#xE3;o: a Pirataria f&#xED;sica das instala&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 3.3.1.1.2. Os modernos meios de intercep&#xE7;&#xE3;o: Escutas por fun&#xE7;&#xF5;es &#x201C;soft&#x201D;. 3.3.2. A no&#xE7;&#xE3;o de grava&#xE7;&#xE3;o &#x2013; o uso de instrumento mec&#xE2;nico e electr&#xF3;nico-digital. 3.3.3. A no&#xE7;&#xE3;o de terceiro alheio ao fluxo informacional e comunicacional. 4. O contexto normativo das "escutas telef&#xF3;nicas". 4.1. Breves notas sobre evolu&#xE7;&#xE3;o legislativa do enquadramento legal da interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas. 4.2. O contexto normativo das "escutas telef&#xF3;nicas". 4.2.1. O contexto normativo das "escutas telef&#xF3;nicas" &#xE0; luz da jurisprud&#xEA;ncia do Tribunal Constitucional. 4.2.2. O contexto normativo das "escutas telef&#xF3;nicas" &#xE0; luz do ensinamento do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da Rep&#xFA;blica. 4.3. A interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas (postais, telegr&#xE1;ficas, telef&#xF3;ni&#xAD;cas e electr&#xF3;nicas) face ao direito ao respeito da reserva da intimidade da vida privada pessoal e familiar e ao direito &#xE0; inviolabilidade do sigilo ou segredo da correspond&#xEA;ncia e demais meios de comunica&#xE7;&#xE3;o privada. 4.3.1. O direito ao respeito pela reserva da intimidade da vida privada pessoal e familiar e o direito &#xE0; inviolabilidade do sigilo/segredo da correspond&#xEA;ncia e demais meios de comunica&#xE7;&#xE3;o privada. Delimita&#xE7;&#xE3;o da quest&#xE3;o. 4.3.2. A interven&#xE7;&#xE3;o na "correspond&#xEA;ncia" e nos demais meios de comunica&#xE7;&#xE3;o privada &#xE0; luz da jurisprud&#xEA;ncia do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem na interpreta&#xE7;&#xE3;o e aplica&#xE7;&#xE3;o do artigo 8. &#xB0; da Conven&#xE7;&#xE3;o Europeia dos Direitos do Homem. 4.3.2.1. Abordagem geral. 4.3.2.2. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos e a Intercep&#xE7;&#xE3;o das comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 4.3.2.2.1. O Condicionalismo legal do artigo 8. &#xB0; da CEDH. A legitimidade processual para recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem: O sujeito alvo da inger&#xEA;ncia (a v&#xED;tima). O &#xE2;mbito de aplica&#xE7;&#xE3;o do artigo 8. &#xB0; CEDH &#x2013; a vida privada pessoal e familiar e a correspond&#xEA;ncia. Casos legais de admissibilidade da inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas (postais, telegr&#xE1;ficas, telef&#xF3;nicas e electr&#xF3;nicas) &#x2013; o artigo 8. &#xB0;, n." 2 CEDH e a sua enumera&#xE7;&#xE3;o fechada (&#xAB;numerus clausus&#xBB;). A licitude da medida de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas (postais, telegr&#xE1;ficas, telef&#xF3;nicas e electr&#xF3;nicas) &#xE0; luz do artigo 8. &#xB0; CEDH. D1) Previs&#xE3;o legal. Significado da express&#xE3;o "previstas na lei". D2) Sentido da express&#xE3;o "necess&#xE1;ria numa sociedade democr&#xE1;tica". D3) Controlo da medida da inger&#xEA;ncia. No&#xE7;&#xE3;o de entidade p&#xFA;blica independente. D4) Admissibilidade de recurso judicial efectivo face &#xE0; medida de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es. 4.3.2.2.2. Selec&#xE7;&#xE3;o e an&#xE1;lise de alguma jurisprud&#xEA;ncia recente do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. 4.3.3. A interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. Tend&#xEA;ncias de regulamenta&#xE7;&#xE3;o na Uni&#xE3;o Europeia. Breves notas. 4.3.3.1. A evolu&#xE7;&#xE3;o da regulamenta&#xE7;&#xE3;o da intercep&#xE7;&#xE3;o de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas na Uni&#xE3;o Europeia. 4.3.3.2. Regime legal das intercep&#xE7;&#xF5;es das telecomunica&#xE7;&#xF5;es na Uni&#xE3;o Europeia &#xE0; luz da coopera&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria internacional em mat&#xE9;ria penal: A Conven&#xE7;&#xE3;o relativa ao Aux&#xED;lio Judici&#xE1;rio M&#xFA;tuo em Mat&#xE9;ria Penal entre os Estados Membros da Uni&#xE3;o Europeia (2000). 4.3.3.2.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o ao tema. 4.3.3.2.2. Requisitos gerais e especiais do pedido de intercep&#xE7;&#xE3;o de (tele)comunica&#xE7;&#xF5;es (artigos 17.&#xB0; a 22.&#xB0; e 23.&#xB0;). 4.3.3.2.3. Modalidades de pedidos de intercep&#xE7;&#xE3;o de (tele)comunica&#xE7;&#xF5;es (artigos 17.&#xB0; a 22.&#xB0; e 23.&#xB0;). 4.3.3.2.3.1. Pedido de intercep&#xE7;&#xE3;o de telecomunica&#xE7;&#xF5;es em territ&#xF3;rio nacional por interm&#xE9;dio de prestadores de servi&#xE7;os. 4.3.3.2.3.2. Pedido de intercep&#xE7;&#xE3;o de telecomunica&#xE7;&#xF5;es sem a assist&#xEA;ncia t&#xE9;cnica de outro Estado-Membro. 4.3.3.2.3.2.1. Requisitos da notifica&#xE7;&#xE3;o para a intercep&#xE7;&#xE3;o, por parte do Estado-Membro interceptor. 4.3.4. A intercep&#xE7;&#xE3;o global das (tele)comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas &#xE0; escala mundial . 4.3.4.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 4.3.4.2. A intercep&#xE7;&#xE3;o global das (tele)comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas &#xE0; escala mundial e &#xE0; margem da lei?!. I) O sistema ECHELON. 4.4. A tutela constitucional e (processual) penal da interven&#xE7;&#xE3;o ou monitoriza&#xE7;&#xE3;o das comunica&#xE7;&#xF5;es privadas, &#x201C;maxime&#x201D;, em mat&#xE9;ria de comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 4.4.1. Contributo para a identifica&#xE7;&#xE3;o e delimita&#xE7;&#xE3;o do "paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado". 4.4.1.1. A Constitui&#xE7;&#xE3;o da Rep&#xFA;blica Portuguesa de 1976: o "paradigma constitucionalmente" consagrado em mat&#xE9;ria de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas. 4.4.1.2. O C&#xF3;digo de Processo Penal de 1987: o "paradigma legalmente" consagrado em mat&#xE9;ria de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es (orais) privadas 4.4.1.3. O C&#xF3;digo Penal: a tutela substantiva em mat&#xE9;ria de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas. 4.4.2. A insufici&#xEA;ncia do "paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado" em mat&#xE9;ria de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 4.4.3. Os princ&#xED;pios nucleares do "paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado" em mat&#xE9;ria de interven&#xE7;&#xF5;es ou monitoriza&#xE7;&#xE3;o das comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 4.4.3.1. O princ&#xED;pio da legalidade (reserva de lei). 4.4.3.2. O princ&#xED;pio da jurisdicionalidade (reserva judicial). 4.4.3.3. O princ&#xED;pio da proporcionalidade. 4.4.3.4. O princ&#xED;pio da legalidade (reserva legal) como fundamento legitimador da inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es. 5. O regime legal das "escutas telef&#xF3;nicas". 5.1. O princ&#xED;pio da jurisdicionalidade (exclusividade ou reserva judicial) da medida de interven&#xE7;&#xE3;o legal nas comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. O dever de fundamenta&#xE7;&#xE3;o ou motiva&#xE7;&#xE3;o da decis&#xE3;o judicial. 5.1.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 5.1.2. A anterioridade da medida que autoriza a interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es. 5.1.3. O princ&#xED;pio da identidade, coincid&#xEA;ncia ou unicidade do juiz que autoriza a interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es. 5.1.4. O princ&#xED;pio da exclusividade ou monop&#xF3;lio do juiz em mat&#xE9;ria de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es. 5.1.5. O dever de fundamenta&#xE7;&#xE3;o da medida judicial que autoriza a interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es. 5.1.6. A exclus&#xE3;o do procedimento "ex abrupto" de autoriza&#xE7;&#xE3;o pelo Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico com posterior ratifica&#xE7;&#xE3;o pelo juiz de instru&#xE7;&#xE3;o. 5.2. </subfield>
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    <subfield code="a">A fixa&#xE7;&#xE3;o do juiz de instru&#xE7;&#xE3;o competente para a autoriza&#xE7;&#xE3;o da medida de interven&#xE7;&#xE3;o legal nas comunica&#xE7;&#xF5;es. 5.2.1. Os crit&#xE9;rios legais de fixa&#xE7;&#xE3;o do juiz competente em mat&#xE9;ria de interven&#xE7;&#xE3;o legal nas comunica&#xE7;&#xF5;es. 5.2.1.1. A fixa&#xE7;&#xE3;o da compet&#xEA;ncia a partir dos dados conhecidos ao tempo da autoriza&#xE7;&#xE3;o/ordena&#xE7;&#xE3;o da medida de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 5.2.1.2. A fixa&#xE7;&#xE3;o da compet&#xEA;ncia a partir do lugar do cometimento do crime legitimador da medida de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 5.2.1.3. A fixa&#xE7;&#xE3;o da compet&#xEA;ncia nos casos de interven&#xE7;&#xE3;o de uma pluralidade de &#xF3;rg&#xE3;os judiciais. 5.2.1.4. A fixa&#xE7;&#xE3;o da compet&#xEA;ncia em casos de urg&#xEA;ncia &#x2013; o juiz de turno. 5.2.1.5. A fixa&#xE7;&#xE3;o da compet&#xEA;ncia nos casos de aux&#xED;lio judicial. 5.2.2. A ordena&#xE7;&#xE3;o ou autoriza&#xE7;&#xE3;o da interven&#xE7;&#xE3;o nas (tele)comunica&#xE7;&#xF5;es por juiz incompetente. Consequ&#xEA;ncias da incompet&#xEA;ncia. 5.3. A (des)necessidade da decreta&#xE7;&#xE3;o do segredo da medida de intercep&#xE7;&#xE3;o e grava&#xE7;&#xE3;o (monitoriza&#xE7;&#xE3;o) dos fluxos informacionais e comunicacionais digitais. 5.4. Pressupostos formais e materiais do acto (judicial) de autoriza&#xE7;&#xE3;o/ordena&#xE7;&#xE3;o da inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 5.4.1. A exist&#xEA;ncia de uma investiga&#xE7;&#xE3;o criminal "em curso". Sentido e alcance. 5.4.2. Fonte legitimadora da interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas: os factos determinados. 5.4.2.1. Fundamento e grau da suspeita. Crit&#xE9;rio legal. 5.4.2.2. O problema &#xE0; luz da fonte an&#xF3;nima. 5.4.2.3. O princ&#xED;pio da especialidade como limite do princ&#xED;pio da proporcionalidade. 5.4.3. A proporcionalidade da medida de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas. A solu&#xE7;&#xE3;o mista: moldura penal versus cat&#xE1;logo. 5.4.3.1. O princ&#xED;pio da subsidiariedade e adequa&#xE7;&#xE3;o da medida: i) o princ&#xED;pio da necessidade; ii) o princ&#xED;pio da idoneidade. 5.4.4. Delimita&#xE7;&#xE3;o objectiva e subjectiva do acto de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 5.4.4.1. O problema em geral. 5.4.4.2. Crit&#xE9;rios de objectiva&#xE7;&#xE3;o. 5.4.4.3. Crit&#xE9;rios de subjectiva&#xE7;&#xE3;o. 5.4.4.4. Limites ou restri&#xE7;&#xF5;es aos crit&#xE9;rios de subjectiva&#xE7;&#xE3;o das "escutas telef&#xF3;nicas": as "esferas de segredo", as "rela&#xE7;&#xF5;es de confian&#xE7;a" e a "solidariedade". 5.4.4.4.1. O patroc&#xED;nio forense e a intercep&#xE7;&#xE3;o de comunica&#xE7;&#xF5;es privadas &#x2013; o caso da rela&#xE7;&#xE3;o advogado-cliente. 5.4.4.4.2. O arguido e a manuten&#xE7;&#xE3;o do "status processualis activus". 5.4.4.4.3. As outras esferas de segredo: m&#xE9;dico, psiquiatra, assistente religioso e outras profiss&#xF5;es. 5.4.4.4.4. O caso espec&#xED;fico dos titulares de cargos pol&#xED;ticos. 5.4.4.4.5. As esferas de segredo espec&#xED;ficas ou rela&#xE7;&#xF5;es de confian&#xE7;a: os familiares e afins. 5.4.4.5. O incidente da amplia&#xE7;&#xE3;o objectiva e subjectiva. 5.4.5. Delimita&#xE7;&#xE3;o temporal do acto de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es. 5.4.5.1. O princ&#xED;pio da proporcionalidade. Fixa&#xE7;&#xE3;o do prazo. In&#xED;cio e c&#xF4;mputo do prazo. 5.4.5.2. A prorroga&#xE7;&#xE3;o do prazo. Requisitos. 5.4.6. A execu&#xE7;&#xE3;o da medida de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas telef&#xF3;nicas e equiparadas. 5.4.6.1. Entidades executoras da medida de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es: Os &#xF3;rg&#xE3;os de pol&#xED;cia criminal e os servi&#xE7;os de telecomunica&#xE7;&#xF5;es ou operadores de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. Breves notas. a) &#xD3;rg&#xE3;os de Pol&#xED;cia Criminal (OPC). b) Participantes. c) Int&#xE9;rprete. 5.4.6.2. A obriga&#xE7;&#xE3;o de segredo. 5.4.6.3. O incidente da tornada de conhecimento pr&#xE9;vio pelo OPC do conte&#xFA;do da grava&#xE7;&#xE3;o com fins cautelares ou urgentes. 5.4.6.4. A indica&#xE7;&#xE3;o das passagens das grava&#xE7;&#xF5;es ou elementos an&#xE1;logos relevantes para a prova. 5.4.6.5. Requisitos do auto do &#xF3;rg&#xE3;o de pol&#xED;cia criminal. 5.4.7. O controlo judicial da medida de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas telef&#xF3;nicas e equiparadas. 5.4.7.1. Sentido e alcance do controlo judicial. 5.4.7.2. A (necessidade da) tornada de conhecimento imediato do conte&#xFA;do (fitas gravadas ou elementos an&#xE1;logos) da medida de intercep&#xE7;&#xE3;o e grava&#xE7;&#xE3;o pelo juiz de instru&#xE7;&#xE3;o. Significado da express&#xE3;o "imediatamente". 5.4.7.2.1. A (necessidade da) tornada de conhecimento imediato do conte&#xFA;do (fitas gravadas ou elementos an&#xE1;logos) da medida de intercep&#xE7;&#xE3;o e grava&#xE7;&#xE3;o pelo juiz de instru&#xE7;&#xE3;o.</subfield>
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