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    <subfield code="a">Os tribunais e o territ&#xF3;rio</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="e">um contributo para o debate sobre a reforma da organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria em Portugal</subfield>
    <subfield code="f">dir. cient&#xED;fico Boaventura de Sousa Santos</subfield>
    <subfield code="g">coord. Jo&#xE3;o Pedroso, Concei&#xE7;&#xE3;o Gomes</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
    <subfield code="c">Observat&#xF3;rio Permanente da Justi&#xE7;a Portuguesa</subfield>
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    <subfield code="a">1 CD-ROM</subfield>
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    <subfield code="a">Ficheiro de 2,41 Mb em formato pdf (289 p.). Dispon&#xED;vel tamb&#xE9;m em: Thttps://opj.ces.uc.pt/portugues/relatorios/relatorio_11.html. Acedido a 19 de maio de 2015.</subfield>
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    <subfield code="a">Agradecimentos. Introdu&#xE7;&#xE3;o geral. Cap&#xED;tulo I - As fun&#xE7;&#xF5;es dos tribunais e territ&#xF3;rios judici&#xE1;rios: entre os modelos de concentra&#xE7;&#xE3;o e o de proximidade da justi&#xE7;a aos cidad&#xE3;os. 1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2. As fun&#xE7;&#xF5;es dos tribunais. 3. A pir&#xE2;mide da justi&#xE7;a: a constru&#xE7;&#xE3;o de uma nova rela&#xE7;&#xE3;o entre o judicial e o n&#xE3;o judicial. 4. As raz&#xF5;es da constru&#xE7;&#xE3;o dos territ&#xF3;rios judici&#xE1;rios (ou seja, da compet&#xEA;ncia territorial de um tribunal comum, especializado ou de compet&#xEA;ncia espec&#xED;fica). 4.1. A raz&#xE3;o pol&#xED;tica: concentra&#xE7;&#xE3;o, delega&#xE7;&#xE3;o e cobertura do territ&#xF3;rio. 4.2. A raz&#xE3;o social: entre a concentra&#xE7;&#xE3;o e a proximidade. 4.3. A raz&#xE3;o t&#xE9;cnica: "unidade de jurisprud&#xEA;ncia" e um duplo grau de jurisdi&#xE7;&#xE3;o. 4.4. A raz&#xE3;o econ&#xF3;mica: entre a irracionalidade econ&#xF3;mica das comarcas sem processos e a proximidade da justi&#xE7;a. 4.5. A raz&#xE3;o institucional: a dist&#xE2;ncia prestigiante Vs. A banaliza&#xE7;&#xE3;o da proximidade. 4.6. Dois modelos em confronto: a concentra&#xE7;&#xE3;o ou a justi&#xE7;a de proximidade. 5. A desestabiliza&#xE7;&#xE3;o dos territ&#xF3;rios da justi&#xE7;a em Fran&#xE7;a segundo Jacques Commaille. 5.1. A op&#xE7;&#xE3;o em Fran&#xE7;a pelo modelo de justi&#xE7;a concentrado. 5.2. Os territ&#xF3;rios da justi&#xE7;a e os territ&#xF3;rios do poder p&#xFA;blico. 5.3. As novas pol&#xED;ticas de territorializa&#xE7;&#xE3;o da fun&#xE7;&#xE3;o da justi&#xE7;a? - pragmatismo social e econ&#xF3;mico. 6. Que mapa e que organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria para Portugal? - um debate, ainda, limitado. 7. Conclus&#xF5;es. Cap&#xED;tulo II - A evolu&#xE7;&#xE3;o da organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria em Portugal (1974 a 2001): as rupturas e as continuidades das pol&#xED;ticas e does) discurso(s) pol&#xED;tico(s) does) legislador(es). 1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2. A evolu&#xE7;&#xE3;o da organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria de 1974 a 1984: a adapta&#xE7;&#xE3;o &#xE0; democracia. 2.1. O contexto da continuidade e da mudan&#xE7;a. 2.2. A primeira Lei Org&#xE2;nica dos Tribunais Judiciais - Lei n.&#xBA; 82/77. 2.3. O debate na Assembleia da Rep&#xFA;blica: a organiza&#xE7;&#xE3;o de um poder judicial democr&#xE1;tico. 2.4. A regulamenta&#xE7;&#xE3;o da LOTJ (Lei n.&#xBA; 82/77): a manuten&#xE7;&#xE3;o e a cria&#xE7;&#xE3;o de novas comarcas. 2.5. A altera&#xE7;&#xE3;o de 1981: entre um pre&#xE2;mbulo reformista e o aggiornamento da LOTJ. 3. A evolu&#xE7;&#xE3;o da organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria de 1985 a 1995: o per&#xED;odo p&#xF3;s-consolida&#xE7;&#xE3;o do Estado de direito. 3.1. O contexto: os dez anos de governa&#xE7;&#xE3;o do PSD. 3.2. A Lei Org&#xE2;nica dos Tribunais Judiciais (Lei n.&#xBA; 38/87): a semi-ruptura dos Tribunais de C&#xED;rculo. 3.3. O debate sobre a LOTJ de 1987. 3.3.1. O debate em geral. 3.3.2. A aplica&#xE7;&#xE3;o no tempo da LOTJ &#xE0; admissibilidade de recursos. 3.4. A regulamenta&#xE7;&#xE3;o da LOTJ de 1987: os tribunais de C&#xED;rculo, mais tribunais de comarca, as pequenas causas e a especializa&#xE7;&#xE3;o. 3.5. As altera&#xE7;&#xF5;es &#xE0; LOTJ de 1987: um debate pol&#xED;tico e profissional de alta intensidade. 3.5.1. A Lei n.&#xBA; 24/90 e o Decreto-Lei n.&#xBA; 206/91: o novo f&#xF4;lego dos Tribunais de C&#xED;rculo. 3.5.1.1. A Lei n.&#xBA; 24/90, de 4 de Agosto. 3.5.1.2. O Decreto-Lei n.&#xBA; 206/91, de 7 de Junho: a nova regulamenta&#xE7;&#xE3;o do Tribunal de C&#xED;rculo. 3.5.2. A Lei n.&#xBA; 24/92, de 20 de Agosto: ainda os tribunais de C&#xED;rculo e os tribunais de pequenas causas, as varas e os tribunais de turno. 3.5.3. A regulamenta&#xE7;&#xE3;o em v&#xE1;rias etapas da Lei n.&#xBA; 24/92 (da altera&#xE7;&#xE3;o &#xE0; LOTJ). 4. O terceiro per&#xED;odo: de 1996 &#xE0; actualidade. 4.1. O contexto: as altera&#xE7;&#xF5;es das leis estatut&#xE1;rias e a explos&#xE3;o de lit&#xED;gios em tribunal. 4.2. As altera&#xE7;&#xF5;es legais pontuais e o debate pol&#xED;tico parlamentar de 1996 a 1999. 4.2.1. A agiliza&#xE7;&#xE3;o da coloca&#xE7;&#xE3;o de magistrados e os tribunais e sec&#xE7;&#xF5;es auxiliares: uma altera&#xE7;&#xE3;o pontual consensual ( Lei n. &#xB0; 37/96 de 31 de Agosto). 4.2.2. Os tribunais de turno e os tribunais especializados de recupera&#xE7;&#xE3;o de empresas e fal&#xEA;ncia. 4.2.2.1. A fundamenta&#xE7;&#xE3;o da exposi&#xE7;&#xE3;o de motivos. 4.2.2.2. O debate parlamentar. 4.2.3. A afecta&#xE7;&#xE3;o de mais meios: quadro de ju&#xED;zes e afecta&#xE7;&#xE3;o de novos ju&#xED;zes. 4.3. A Lei de Organiza&#xE7;&#xE3;o e Funcionamento dos Tribunais Judiciais - Lei n.&#xBA; 3/99: entre a afecta&#xE7;&#xE3;o de mais recursos e o discurso gestion&#xE1;rio. 4.3.1. A apresenta&#xE7;&#xE3;o da lei: a extin&#xE7;&#xE3;o dos tribunais de c&#xED;rculo. 4.3.2. A exposi&#xE7;&#xE3;o de motivos da nova LOTJ de 1999. 4.3.3. O debate pol&#xED;tico acerca da nova LOTJ de 1999: o funeral dos tribunais de c&#xED;rculo. 4.3.4. A regulamenta&#xE7;&#xE3;o da LOFTJ. 4.3.4.1. A informatiza&#xE7;&#xE3;o. 4.3.4.2. A selec&#xE7;&#xE3;o e promo&#xE7;&#xE3;o de assessores. 4.3.4.3. O regulamento da LOFTJ - Decreto-Lei n.&#xBA; 186-A/99: o reconhecimento de tr&#xEA;s pa&#xED;ses judici&#xE1;rios (Lisboa, litoral e interior). 5. Os anos 2000 e 200 I: a pol&#xED;tica integrada do "passo a passo" na reforma da administra&#xE7;&#xE3;o da justi&#xE7;a. 5.1. Os objectivos pol&#xED;ticos e a reforma da org&#xE2;nica do Minist&#xE9;rio da Justi&#xE7;a. 5.2. O alargamento do Supremo Tribunal de Justi&#xE7;a. 5.3. O estatuto do administrador do tribunal. 5.4. A adapta&#xE7;&#xE3;o da organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria ao crescimento da procura especialmente em Lisboa e Porto. 5.5. Os julgados de paz. 5.6. A pequena inst&#xE2;ncia c&#xED;vel. 5.7. Os assistentes judiciais. 5.8. Adapta&#xE7;&#xE3;o org&#xE2;nica &#xE0;s reformas em curso: o contencioso administrativo e a ac&#xE7;&#xE3;o executiva. 6. Conclus&#xF5;es. Cap&#xED;tulo III - A Organiza&#xE7;&#xE3;o da Justi&#xE7;a Penal. 1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2. A Investiga&#xE7;&#xE3;o Criminal. 3. As leis org&#xE2;nicas da Pol&#xED;cia Judici&#xE1;ria. 4. A Lei de Organiza&#xE7;&#xE3;o da Investiga&#xE7;&#xE3;o Criminal. 5. O Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico. 5.1. A autonomia e as fun&#xE7;&#xF5;es do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico. 5.2. A organiza&#xE7;&#xE3;o e funcionamento da investiga&#xE7;&#xE3;o criminal no &#xE2;mbito do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico. 6. A articula&#xE7;&#xE3;o do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico com as Pol&#xED;cias. 7. A Instru&#xE7;&#xE3;o Criminal. 8. Tribunais de Pequena Inst&#xE2;ncia Criminal. 9. Os turnos nos tribunais. 10. Conclus&#xF5;es. &#xFEFF;Cap&#xED;tulo IV - A reforma da organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria - o olhar e o discurso dos operadores judici&#xE1;rios. 1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2. A organiza&#xE7;&#xE3;o territorial da justi&#xE7;a: o passado, presente e futuro da comarca, do circulo e do distrito judicial. 2.1. A extin&#xE7;&#xE3;o e agrega&#xE7;&#xE3;o de comarcas. 2.2. O desdobramento ou a cria&#xE7;&#xE3;o de distritos judiciais: o caso do Tribunal da Rela&#xE7;&#xE3;o de Guimar&#xE3;es. 2.3. A falta de ju&#xED;zes e o reordenamento do mapa judicial. 2.4. O reaparecimento dos Tribunais de Circulo? A cria&#xE7;&#xE3;o de varas mistas em c&#xED;rculos de dimens&#xE3;o m&#xE9;dia. 3. Os caminhos da desjudicializa&#xE7;&#xE3;o: que futuro para os Julgados de Paz? 4. A especializa&#xE7;&#xE3;o (jurisdi&#xE7;&#xF5;es especializadas e compet&#xEA;ncia especifica): problemas e solu&#xE7;&#xF5;es. 4.1. A opini&#xE3;o dos advogados. 4.2. A opini&#xE3;o dos magistrados. 5. A aboli&#xE7;&#xE3;o do tribunal colectivo em primeira inst&#xE2;ncia? - a quest&#xE3;o do segundo grau de jurisdi&#xE7;&#xE3;o em mat&#xE9;ria de facto. 6. A organiza&#xE7;&#xE3;o interna dos tribunais judiciais de pequena inst&#xE2;ncia. 6.1. O apoio &#xE0; decis&#xE3;o judicial: assessores / assistentes jur&#xED;dicos / secretariado pessoal do juiz. 6.2. A quem deve caber a gest&#xE3;o do tribunal. 7. Conclus&#xF5;es. Cap&#xED;tulo V - Conclus&#xF5;es, propostas e agenda de investiga&#xE7;&#xE3;o. 1. Conclus&#xF5;es. 2. Propostas para o debate da reforma da organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria em Portugal. 3. Agenda de investiga&#xE7;&#xE3;o para uma reforma da organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria. Bibliografia.</subfield>
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