03596nam a2200229 4500001000700000010001800007100004100025101000800066200016300074210010000237215001800337225004900355300004100404330275600445606002003201606002103221606001603242606002403258606002303282606001703305700004403322387645 a9789898159083 a20090428d2009 y0pory50 ba apor aO sistema de planeamento de forças nacionaleimplicações da adopção do modelo de planeamento por capacidadesfCésar Martinho Gusmão Reis Madeira aLisboacGrupo de Estudos e Reflexão Estratégia (GERE). Comissão Cultural da Marinhad2009 a103 p.d23 cm aCadernos Navaisv28 (Janeiro - Março 2009) aResumo extraído da publicação. a“As profundas alterações na conjuntura estratégica mundial, colocam novos e permanentes desafios à comunidade internacional. Agora os países devem estar aptos para responder a um grande número de cenários diferentes, difusos e incertos e actuar em circunstâncias envolvendo riscos complexos e indefinidos, o que torna mais difícil o processo de decisão relativo ao planeamento da qualidade e quantidade das forças militares dentro dos limites dos recursos disponíveis. As decisões devem garantir capacidades flexíveis. Por este motivo muitos países estão a adoptar o planeamento baseado em capacidades abandonando o planeamento baseado em cenários. O estudo debruça-se sobre este tema segundo cinco aspectos principais: mostrar a necessidade de planear por capacidades; caracterizar o modelo conceptual; conhecer alguns modelos postos em prática; caracterizar o modelo conceptual; conhecer alguns modelos postos em prática; caracterizar o actual sistema nacional e; dar contributos para um modelo de planeamento por capacidades nacional. Em primeiro lugar, identificam-se as razões da necessidade de planear por capacidades, que decorrem das grandes alterações no contexto estratégico mundial, e também as suas vantagens. A caracterização do modelo de planeamento por capacidades permite identificar vários conceitos e doutrina nos quais se baseia e, ao mesmo tempo, conhecer um modelo genérico de planeamento. A investigação efectuada levou à selecção e análise dos modelos postos em prática pela “North Atlantic Treaty Organization (NATO)”, pela União Europeia (EU) e pelo Canadá, que possuem características semelhantes e de cuja utilização decorrem algumas lições aprendidas. A caracterização do actual sistema de planeamento nacional contribui para identificar várias discrepâncias na documentação estruturante da Defesa Nacional e no sistema, permitindo concluir da adequabilidade do modelo de planeamento por capacidades aos referenciais do actual sistema. A adopção do modelo a nível nacional tem implicações no quadro da documentação estruturante e no quadro organizativo da Defesa Nacional, sendo formulados contributos e um projecto de modelo de planeamento por capacidades nacional com base nos modelos antes analisados. As conclusões sublinham que o modelo de planeamento por capacidades é adequado, exequível e aceitável, contribui para uma maior eficiência organizacional e um processo de planeamento mais simples, mais dinâmico e interactivo, proporciona uma visão conjunta de longo prazo das capacidades a planear para as Forças Armadas e tem algumas semelhanças com o modelo adoptado pela NATO.” aDEFESA NACIONAL aFORÇAS ARMADAS aPLANEAMENTO aTÁCTICA DE DEFESA aPLANO DE ACÇÃO aMETODOLOGIAS aMADEIRAbCésar Martinho Gusmão Reis