03250nam a2200229 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200018700067210008100254215002000335225003500355300020200390330214100592606002602733606004302759606002702802606003802829700002802867955001102895995011402906387506 a387506 a20090304d2007 y0pory50 ba aeng aDriving to anti-corruption utopia without a roadmapbRecurso eletrónicoeassessing the theoretical basis for corruption prevention strategies of global institutionsfJohn Warburton aLisboacCIES - Centro de Informação e Estudos de Sociologia. ISCTEd2007 a1 CD-ROMd12 cm aCIES E-Working Papersv31/2007 aResumo inserto no próprio documento. Ficheiro de 388 Kb em formato pdf (39 f.).Também disponível através de: https://repositorio.iscte.pt/handle/10071/524.Acedido em: 04 de Março de 2009. a"Desde a década de 1990 que se tem vindo a verificar uma enorme vaga de interesse pela luta contra a corrupção, sobretudo por parte das instituições mundiais e organizações não governamentais, como o FMI, o Banco Mundial, a OCDE e a Transparency International. São promovidas estratégias de luta contra a corrupção para os países menos desenvolvidos, quer como uma forma de melhorar a prestação de serviços aos cidadãos, quer como condição prévia para receberem ajudas. Um enorme sector de ajuda empenhado na luta contra a corrupção cresceu na comunidade mundial, onde antes nenhum existia. Afigura-se que as instituições mundiais estão a promover estes programas com base numa insuficiente investigação efectiva e sem disporem de uma verdadeira base teórica. O único «corpus» teórico coerente e viável que se encontra disponível é a abordagem da economia política, assente nos instrumentos e pressupostos subjacentes à ciência económica neoclássica e à teoria da escolha pública. Isto é notoriamente insuficiente para fundamentar as medidas práticas de combate à corrupção, sendo que a maioria das instituições mundiais e ONG se limita a promover uma variante da estratégia de melhoria da governação e de reforço das instituições. No presente «paper» sugere-se que é importante possuir uma compreensão teórica do modo como a corrupção funciona e que há várias áreas de investigação proveitosas que têm sido negligenciadas. A corrupção deve ser entendida como um processo social, pelo que a investigação interdisciplinar, que utiliza os instrumentos da criminologia, da análise de redes sociais, da teoria da dependência do poder e de outros domínios de investigação social, produzirá informações aprofundadas que ajudem a responder a algumas das perguntas da investigação de base que ainda aguardam resposta. A investigação nestas áreas pode melhorar a eficácia do esforço mundial de luta contra a corrupção, cujo êxito não tem sido, até agora, animador." aCORRUPÇÃO9229145 aORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA9233238 aANÁLISE SOCIAL93558 aTEORIA DE ORGANIZAÇÃO9349374 aWARBURTONbJohn9355569 xOferta 104PJCD_98_00000000000000052022-06-066PJCD989418475aPJcPJfPJ1CD98_27kPJCD98n2022-06-06o0rMOxOferta