02075nam a2200229 4500001000700000010001800007090001100025100004100036101000800077200009600085210010200181215001700283225002400300300016400324330109800488606003101586606003101617606003001648700003701678955001101715995011901726387452 a9789898159076 a387452 a20090216d2008 y0pory50 ba apor aFormulação da estratégia naval portuguesaemodelo e processofAntónio Silva Ribeiro aLisboacGrupo de Estudo e Reflexão de Estratégia (GERE). Comissão Cultural da Marinhad2008 a77 p.d23 cm aCadernos Navaisv27 aTambém disponível em: https://www.marinha.pt/PT/noticiaseagenda/informacaoReferencia/cadernosnavais/Documents/CadNaval27.pdf.Acedido em 28 de Abril de 2009. aIntrodução. 2. Modelos de formulação. 3. Processos de formulação. 3.1. Ciclo da política naval. a. Objectivos estratégicos navais. b. Visão estratégica do CEMA/AMN. c. Missão da Marinha. d. Directiva de política naval. 3.2. Ciclo da doutrina estratégica naval. a. Estudar a missão da Marinha. (1) Pontos essenciais. (2) Pressupostos. (3) Domínios de liberdade. (4) Recapitulação. b. Analisar a situação naval. (1) Recensear variáveis. (2) Identificar relações entre variáveis. (3) Pesquisar variáveis relevantes. c. Elaborar as modalidades de acção naval. (1) Identificar linhas de acção. (2) Validar linhas de acção. (3) Estabelecer modalidades de acção naval possíveis. d. Escolher uma modalidade de acção naval. (1) Confrontar modalidades de acção naval próprias e contrárias (2) Comparar modalidades de acção naval próprias entre si. (3) Propor modalidades de acção naval próprias. e. Redigir a doutrina estratégica naval. (1) Decidir. (2) Conteúdo. (3) Utilidade. 4. Conclusões. Bibliografia. aPLANO DE ACÇÃO9326081 aDIREITO MARÍTIMO9231094 aMARINHA DE GUERRA9349284 aRIBEIRObAntónio Silva9329795 xOferta 104PJ_20_000000000000000_A_4052022-06-066PJ296139418399aPJcPJfPJ129613kPJ20.A.40n2022-06-06o0rMOxOferta