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    <subfield code="a">Das escutas telef&#xF3;nicas - tomo II</subfield>
    <subfield code="e">&#xE0; obten&#xE7;&#xE3;o da prova [em ambiente] digital</subfield>
    <subfield code="e">a monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais</subfield>
    <subfield code="e">contributo para a supera&#xE7;&#xE3;o do "paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado" em mat&#xE9;ria de escutas telef&#xF3;nicas</subfield>
    <subfield code="f">Benjamim da Silva Rodrigues</subfield>
    <subfield code="g">pref. Catarina dos Santos Gomes</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
    <subfield code="c">Coimbra Editora</subfield>
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    <subfield code="a">621 p.</subfield>
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    <subfield code="a">Nota pr&#xE9;via &#xE0; 1.&#xAA; edi&#xE7;&#xE3;o. Pref&#xE1;cio. Siglas e abreviaturas. Apresenta&#xE7;&#xE3;o. Parte II - A monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais na rede postal p&#xFA;blica. Cap&#xED;tulo I - A apreens&#xE3;o e abertura de correspond&#xEA;ncia (cartas, encomendas, valores, telegramas ou qualquer outra correspond&#xEA;ncia) nas redes postais ou electr&#xF3;nicas p&#xFA;blicas. 1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 2. O regime legal da apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia (Artigo 179.&#xBA; CPP). 2.1. Enquadramento legal da actividade do servi&#xE7;o postal p&#xFA;blico. 2.2. A inviolabilidade do sigilo ou segredo da correspond&#xEA;ncia das comunica&#xE7;&#xF5;es privadas escritas, postais, telegr&#xE1;ficas e outras que circulam pelas redes postais p&#xFA;blicas. 2.2.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 2.2.2. Entre a tutela da reserva da intimidade da vida privada e familiar e o direito &#xE0; inviolabilidade do sigilo ou segredo da correspond&#xEA;ncia. 2.2.2.1. Aproxima&#xE7;&#xE3;o ao tema. 2.2.2.2. Delimita&#xE7;&#xE3;o do &#xE2;mbito da inviolabilidade do sigilo ou segredo da correspond&#xEA;ncia. 2.2.2.2.1. Actos materiais lesivos da inviolabilidade do sigilo ou segredo da correspond&#xEA;ncia. 2.2.2.2.2. Delimita&#xE7;&#xE3;o subjectiva do titular do direito &#xE0; inviolabilidade do sigilo ou segredo da correspond&#xEA;ncia. A) A pessoa jur&#xED;dica ou colectiva - a empresa. B) A pessoa fict&#xED;cia, imagin&#xE1;ria ou n&#xE3;o existente. 2.2.2.2.3. A viola&#xE7;&#xE3;o do sigilo ou segredo da correspond&#xEA;ncia - legitimidade para argui&#xE7;&#xE3;o da nulidade. 2.2.2.2.4. A exclus&#xE3;o da les&#xE3;o do direito ao segredo da correspond&#xEA;ncia - o consentimento do portador do bem jur&#xED;dico (acordo). 2.3. O enquadramento internacional da apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia. 2.3.1. Evolu&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rico-comparativa. 2.3.2. Um breve olhar sobre a apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia em Espanha. 2.4. Um olhar atento sobre o regime da apreens&#xE3;o e abertura de correspond&#xEA;ncia no artigo 179.&#xBA; CPP 2007. 2.4.1. A pluri-significa&#xE7;&#xE3;o do termo "correspond&#xEA;ncia" e o objecto da apreens&#xE3;o. 2.4.2. Equipara&#xE7;&#xE3;o ou extens&#xE3;o do direito &#xE0; inviolabilidade do sigilo ou segredo da correspond&#xEA;ncia aos pacotes postais. 2.5. Requisitos legais da apreens&#xE3;o e abertura de correspond&#xEA;ncia. 2.5.1. Actos preparat&#xF3;rios da medida de apreens&#xE3;o e abertura da correspond&#xEA;ncia. 2.5.1.1. A interven&#xE7;&#xE3;o policial anterior &#xE0; autoriza&#xE7;&#xE3;o judicial de apreens&#xE3;o e abertura da correspond&#xEA;ncia (medidas cautelares e de pol&#xED;cia). 2.5.1.2. Consequ&#xEA;ncias da viola&#xE7;&#xE3;o dos limites &#xE0; investiga&#xE7;&#xE3;o policial pr&#xE9;via. 2.5.2. A reserva jurisdicional - a autoriza&#xE7;&#xE3;o ou ordena&#xE7;&#xE3;o da interven&#xE7;&#xE3;o por despacho do juiz. 2.5.2.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o. I) Processo penal "em curso". 2.5.2.2. O juiz competente. a) A fase da apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia. b) A fase da abertura da correspond&#xEA;ncia. 2.5.2.3. A fundamenta&#xE7;&#xE3;o do auto judicial de autoriza&#xE7;&#xE3;o ou ordena&#xE7;&#xE3;o da apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia. 2.5.2.4. Delimita&#xE7;&#xE3;o subjectiva e objectiva da medida de apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia. 2.5.2.5. Desnecessidade de autoriza&#xE7;&#xE3;o ou ordena&#xE7;&#xE3;o judicial para a apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia: o consentimento do interessado. 2.5.3. Os requisitos cumulativos do artigo 179.&#xBA; CPP: I) O princ&#xED;pio da perten&#xE7;a ao suspeito; II) O princ&#xED;pio da proporcionalidade e da especialidade - crit&#xE9;rio da moldura penal; III) O princ&#xED;pio da adequa&#xE7;&#xE3;o, necessidade e idoneidade da medida. 2.5.3.1. O princ&#xED;pio da proibi&#xE7;&#xE3;o de excesso - a necessidade e proporcional idade da medida. 2.5.3.2. O princ&#xED;pio da especialidade. 2.5.4. A dura&#xE7;&#xE3;o e prorroga&#xE7;&#xE3;o da medida. 2.5.5. A apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia. 2.5.5.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 2.5.6. A abertura da correspond&#xEA;ncia e tomada de conhecimento do seu conte&#xFA;do. 2.5.6.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. I) A cita&#xE7;&#xE3;o do remetente, destinat&#xE1;rio e &#xAB;interessados&#xBB;. II) A tornada de conhecimento efectivo ap&#xF3;s abertura - nomea&#xE7;&#xE3;o de int&#xE9;rprete. 2.5.6.2. Formalismo da fase da abertura da correspond&#xEA;ncia. 2.5.6.3. A abertura da correspond&#xEA;ncia e a selec&#xE7;&#xE3;o do material relevante para a causa. 2.5.6.4. A abertura da correspond&#xEA;ncia e a fase da restitui&#xE7;&#xE3;o ao seu leg&#xED;timo propriet&#xE1;rio. 2.5.6.4.1. A abertura da correspond&#xEA;ncia e a sua conserva&#xE7;&#xE3;o. 2.5.6.4.2. A abertura da correspond&#xEA;ncia e a (des)necessidade do contradit&#xF3;rio. 3. O regime espec&#xED;fico da apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia entre advogado e recluso: proibi&#xE7;&#xF5;es e limita&#xE7;&#xF5;es. 3.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 3.2. A inviolabilidade do sigilo das comunica&#xE7;&#xF5;es do arguido com o advogado e o princ&#xED;pio da plenitude das garantias de defesa (status processualis activus). 3.3. O Direito &#xE0; liberdade de comunica&#xE7;&#xE3;o com o advogado. 4. O regime espec&#xED;fico da apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia em consult&#xF3;rio de advogado: o segredo profissional. 5. A abertura e tomada de conhecimento: a leitura da correspond&#xEA;ncia. 6. Aspectos regimentais complementares "das apreens&#xF5;es" e a sua aplicabilidade &#xE0; apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia. 6.1. C&#xF3;pia e certid&#xF5;es. 6.2. Aposi&#xE7;&#xE3;o e levantamento de selos. 6.3. A apreens&#xE3;o de coisas perec&#xED;veis, perigosas ou deterior&#xE1;veis. 6.4. Cessa&#xE7;&#xE3;o da medida de apreens&#xE3;o. 7. A apreens&#xE3;o e abertura de encomendas postais sujeitas a fiscaliza&#xE7;&#xE3;o aduaneira. 7.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 8. Consequ&#xEA;ncias da viola&#xE7;&#xE3;o dos requisitos legais (e constitucionais) da apreens&#xE3;o e abertura de correspond&#xEA;ncia e encomendas postais. 9. Valor probat&#xF3;rio da apreens&#xE3;o e abertura de correspond&#xEA;ncia e encomendas postais. Parte III - A monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais &#xE0; luz da tutela dos dados de car&#xE1;cter pessoal: a tens&#xE3;o dial&#xE9;ctica entre o direito &#xE0; inviolabilidade do sigilo, segredo ou confidencialidade das comunica&#xE7;&#xF5;es privadas e o direito &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o informacional - a emerg&#xEA;ncia do direito &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o informacional e comunicacional. Cap&#xED;tulo I - O papel dos dados de tr&#xE1;fego na monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais em mat&#xE9;ria de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal: a autonomiza&#xE7;&#xE3;o da prova digital. 1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 2. Abordagem do tema dos dados de tr&#xE1;fego nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas (telecomunica&#xE7;&#xF5;es e comunica&#xE7;&#xF5;es digitais). Cap&#xED;tulo II - Da inviolabilidade do sigilo da correspond&#xEA;ncia e demais meios de comunica&#xE7;&#xE3;o privada &#xE0; inviolabilidade das "comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas". 1. A interven&#xE7;&#xE3;o judicial nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas e a dualidade "segredo nas comunica&#xE7;&#xF5;es vs. segredo postal". Regime aplic&#xE1;vel. 2. O problema do regime aplic&#xE1;vel &#xE0;s comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas transmitidas em suporte electr&#xF3;nico-digital. 3. O enquadramento processual penal das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas ao n&#xED;vel da interven&#xE7;&#xE3;o judicial de autoriza&#xE7;&#xE3;o da sua monitoriza&#xE7;&#xE3;o. Cap&#xED;tulo III -A monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais pr&#xF3;prios. 1. Condicionalismo de (in)admissibilidade da interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas pr&#xF3;prias. 2. A "auto-inger&#xEA;ncia" nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nico-digitais &#xE0; luz das chamadas maliciosas ("viola&#xE7;&#xE3;o de domic&#xED;lio" por meio de telefone ou meio an&#xE1;logo). 3. A identifica&#xE7;&#xE3;o da(s) linha(s) chamadora(s)e conectada(s) no caso de op&#xE7;&#xE3;o ou requisi&#xE7;&#xE3;o do regime de anonimato. 3.1. A regra do anonimato e o regime das excep&#xE7;&#xF5;es &#xE0; presta&#xE7;&#xE3;o dos servi&#xE7;os de identifica&#xE7;&#xE3;o de linhas de origem ou conectadas. 3.2. O caso espec&#xED;fico dos servi&#xE7;os de emerg&#xEA;ncia &#xAB;112&#xBB; e das chamadas maliciosas como excep&#xE7;&#xF5;es &#xE0; regra geral da garantia da disponibilidade da tecnologia das marcas de supress&#xE3;o. I. Chamadas maliciosas. II. Chamadas de emerg&#xEA;ncia. 4. O direito &#xE0; privacidade, ao anonimato e a "anonimiza&#xE7;&#xE3;o" ao n&#xED;vel das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 4.1. O acesso, navega&#xE7;&#xE3;o na Internet e comunica&#xE7;&#xF5;es na Internet: a necessidade de garantir a privacidade, confidencialidade e reserva da intimidade da vida privada e familiar ("inform&#xE1;tica"). 4.2. Limites ou excep&#xE7;&#xF5;es ao princ&#xED;pio do consentimento na monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos dados de tr&#xE1;fego das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 4.3. O direito ao anonimato e &#xE0; anonimiza&#xE7;&#xE3;o dos dados de tr&#xE1;fego inerentes &#xE0; navega&#xE7;&#xE3;o pelas redes de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas como concretiza&#xE7;&#xE3;o do direito &#xE0; privacidade, confidencialidade, reserva da intimidade pessoal e familiar dos cibernautas. 4.4. As limita&#xE7;&#xF5;es ao anonimato e anonimiza&#xE7;&#xE3;o e a necessidade de identifica&#xE7;&#xE3;o e delimita&#xE7;&#xE3;o da origem das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas para efeitos de investiga&#xE7;&#xE3;o e repress&#xE3;o criminal. </subfield>
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    <subfield code="a">Cap&#xED;tulo IV - T&#xE9;cnicas espec&#xED;ficas de monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais e identifica&#xE7;&#xE3;o dos elementos externos das comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas ou comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 1. Delimita&#xE7;&#xE3;o de algumas das t&#xE9;cnicas poss&#xED;veis de monitoriza&#xE7;&#xE3;o. 2. O direito &#xE0; inviolabilidade do sigilo ou segredo das comunica&#xE7;&#xF5;es em mat&#xE9;ria de comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas e/ou electr&#xF3;nicas: &#xE2;mbito de aplica&#xE7;&#xE3;o. 3. A prova digital face aos elementos externos das comunica&#xE7;&#xF5;es (telef&#xF3;nicas e electr&#xF3;nicas. 3.1. A interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es (telef&#xF3;nicas e electr&#xF3;nicas) face ao tratamento, armazenamento e an&#xE1;lise dos elementos externo. 3.2. A delimita&#xE7;&#xE3;o da compet&#xEA;ncia territorial para a interven&#xE7;&#xE3;o judicial. 3.3. O procedimento de tramita&#xE7;&#xE3;o da decis&#xE3;o de interven&#xE7;&#xE3;o judicial nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 3.4. A (des)necessidade de decreta&#xE7;&#xE3;o do car&#xE1;cter secreto da decis&#xE3;o judicial de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas? 4. A inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas e os requisitos da decis&#xE3;o judicial de acesso aos elementos externos das telecomunica&#xE7;&#xF5;es e comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 4.1. Alcance da necessidade de fundamenta&#xE7;&#xE3;o judicial expressa da medida de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 4.2. Condi&#xE7;&#xF5;es de admissibilidade da medida de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 4.3. O princ&#xED;pio da especialidade: a finalidade da medida de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 4.4. Delimita&#xE7;&#xE3;o subjectiva e objectiva da medida que ordena ou autoriza a interven&#xE7;&#xE3;o judicial nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 5. O princ&#xED;pio da proporcionalidade em mat&#xE9;ria de elementos externos das comunica&#xE7;&#xF5;es: o "fim constitucionalmente leg&#xED;timo" e os princ&#xED;pios da necessidade e idoneidade da medida de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 5.1. O "paradigma constitucional codificado" e a limita&#xE7;&#xE3;o do acesso aos elementos externos das comunica&#xE7;&#xF5;es. 5.2. O car&#xE1;cter excepcional da medida de monitoriza&#xE7;&#xE3;o e acesso aos elementos externos das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas e as implica&#xE7;&#xF5;es dos princ&#xED;pios da necessidade e idoneidade. 5.3. O controlo judicial em mat&#xE9;ria de monitoriza&#xE7;&#xE3;o e acesso aos elementos externos das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 5.3.1. Abordagem geral. 5.3.2. Enquadramento legal da monitoriza&#xE7;&#xE3;o, entrega e guarda dos elementos externos dos fluxos informacionais e comunicacionais digitais. 5.3.3. Condicionalismo legal da amplia&#xE7;&#xE3;o subjectiva, objectiva e prorroga&#xE7;&#xE3;o da autoriza&#xE7;&#xE3;o judicial de inger&#xEA;ncia nos elementos externos das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 5.3.3.1. A prorroga&#xE7;&#xE3;o do prazo da monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais digitais. 5.3.3.2. A amplia&#xE7;&#xE3;o objectiva ou em raz&#xE3;o do objecto - achado casual. 5.3.3.3. A amplia&#xE7;&#xE3;o subjectiva e as t&#xE9;cnicas de interven&#xE7;&#xE3;o selectivas. 5.3.3.4. As infrac&#xE7;&#xF5;es criminais n&#xE3;o legitimadoras da interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas - o achado inevit&#xE1;vel. 6. As garantias de defesa do arguido e o dever de comunicar a exist&#xEA;ncia da monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais. 6.1. Contornos do problema. 6.2. Justifica&#xE7;&#xE3;o da decis&#xE3;o de n&#xE3;o comunica&#xE7;&#xE3;o da medida de monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais: garantia do sucesso da investiga&#xE7;&#xE3;o. 6.3. O destino dos dados externos das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas monitorizados face ao direito ao anonimato e &#xE0; t&#xE9;cnica de anonimiza&#xE7;&#xE3;o. 7. Os dados de tr&#xE1;fego ou os elementos externos das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas como/enquanto prova digital. 7.1. Breves considera&#xE7;&#xF5;es. 7.2. A validade probat&#xF3;ria (prova antecipada) dos dados de tr&#xE1;fego como prova digital: provid&#xEA;ncias preparat&#xF3;rias e princ&#xED;pio do contradit&#xF3;rio. 7.3. Os dados de tr&#xE1;fego e elementos externos das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas sob formato inform&#xE1;tico enquanto prova digital: os deveres de conserva&#xE7;&#xE3;o e cust&#xF3;dia com vista &#xE0; garantia da seguran&#xE7;a, originalidade e fidedignidade dos dados recolhidos e armazenados. 7.4. Condicionalismo legal e probat&#xF3;rio da utiliza&#xE7;&#xE3;o dos dados de tr&#xE1;fego enquanto prova digital. 7.5. Natureza probat&#xF3;rio dos dados de tr&#xE1;fego ou elementos externos das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas: documento ou prova digital?. Cap&#xED;tulo V - A monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais &#xE0; luz do direito &#xE0; inviolabilidade do sigilo das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas e do direito &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o informacional e comunicacional. I. O direito &#xE0; inviolabilidade do sigilo das comunica&#xE7;&#xF5;es privadas e a sua aplica&#xE7;&#xE3;o &#xE0; monitoriza&#xE7;&#xE3;o das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nico-digitais, m&#xE1;xime, em mat&#xE9;ria de acesso aos dados de tr&#xE1;fego e elementos externos. 2. A monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais digitais: os dados de tr&#xE1;fego e o direito &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o informacional e comunicacional. 2.1. Evolu&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rica da no&#xE7;&#xE3;o de "dados de car&#xE1;cter pessoal" e "dados de tr&#xE1;fego". 2.2. Do direito &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o informativa (informacional) ao direito de autodetermina&#xE7;&#xE3;o informacional e comunicacional. 2.2.1. Princ&#xED;pios constitucionais em mat&#xE9;ria de tratamento, processamento e cess&#xE3;o de dados de car&#xE1;cter pessoal. 2.2.1.1. O princ&#xED;pio da finalidade ou da incompatibilidade. 2.2.1.2. O princ&#xED;pio do equil&#xED;brio ou limita&#xE7;&#xE3;o. 2.2.1.3. O princ&#xED;pio da veracidade ou autenticidade. 2.2.1.4. O princ&#xED;pio da acessibilidade restrita ou da informa&#xE7;&#xE3;o. 2.2.1.5. O princ&#xED;pio da transpar&#xEA;ncia. 2.2.1.6. O princ&#xED;pio da utilidade ou da necessidade temporal. 2.2.1.7. O princ&#xED;pio da disponibilidade dos dados: o consentimento do afectado. 2.2.2. O condicionalismo do acesso aos dados armazenados em ficheiros automatizados de dados de car&#xE1;cter pessoal. 2.3. Condicionalismo legal da monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos dados (tr&#xE1;fego, elementos externos e de localiza&#xE7;&#xE3;o) de car&#xE1;cter pessoal face &#xE0; inviolabilidade do sigilo/segredo das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas e ao direito &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o informacional e comunicacional: a (des)necessidade da supera&#xE7;&#xE3;o ou revis&#xE3;o do "paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o legal e constitucional codificado" em mat&#xE9;ria de comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. Cap&#xED;tulo VI - A monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais digitais &#xE0; luz do "paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado": do direito &#xE0; inviolabilidade do sigilo das comunica&#xE7;&#xF5;es privadas &#xE0; emerg&#xEA;ncia do direito &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o informacional e comunicacional. 1. A monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais digitais &#xE0; luz do direito inviolabilidade do sigilo das comunica&#xE7;&#xF5;es privadas versus direito &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o informacional e comunicacional. 1.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o ao tema. 1.2. O levantamento do segredo nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas &#xE0; luz da doutrina do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da Rep&#xFA;blica. 1.2.1. A tese da admissibilidade do levantamento do segredo nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas &#xE0; luz do Parecer 16/1994, de 2 Maio de 1996 do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da Rep&#xFA;blica. 1.2.1.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do problema. 1.2.1.2. A tese decorrente do Parecer 16/1994, de 2 de Maio de 1996 do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da Rep&#xFA;blica. 1.2.1.3. Aprecia&#xE7;&#xE3;o cr&#xED;tica. 1.2.2. A tese da admissibilidade do levantamento do segredo nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas &#xE0; luz do Parecer 21/1994, de 28 de Agosto de 2000 do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da Rep&#xFA;blica. 1.2.1.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do problema. 1.2.1.2. A tese decorrente do Parecer 2112000, de 28 de Agosto de 2000 do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da Rep&#xFA;blica. 1.2.1.3. Aprecia&#xE7;&#xE3;o cr&#xED;tica. 2. A monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais. O levantamento do sigilo ou segredo das comunica&#xE7;&#xF5;es privadas e as restri&#xE7;&#xF5;es ao direito &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o informacional e comunicacional. 2.1. Sentido do problema em geral &#xE0; luz de duas iniciativas legislativas ao n&#xED;vel do regime jur&#xED;dico da obten&#xE7;&#xE3;o da prova digital electr&#xF3;nica na Internet. 2.2.1.1. O Projecto de Lei n.&#xBA; 217/IX, Regime Jur&#xED;dico da Obten&#xE7;&#xE3;o de Prova Digital Electr&#xF3;nica na Internet, de 6 de Fevereiro 2003 (Grupo de Deputados do CDS- PP). 2.2.1.1.1. Identifica&#xE7;&#xE3;o dos principais aspectos regimentais. 2.2.1.1.1.1. Tipologia de dados: dados de tr&#xE1;fego, dados de base e dados de conte&#xFA;do. 2.2.1.1.1.2. Condicionalismo do acesso aos diferentes tipos de dados. 2.2.1.1.1.3. </subfield>
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    <subfield code="a">A obriga&#xE7;&#xE3;o gen&#xE9;rica e espec&#xED;fica de conserva&#xE7;&#xE3;o ou preserva&#xE7;&#xE3;o dos diversos tipos de dados. 2.2.1.1.1.4. Da obriga&#xE7;&#xE3;o geral de vigil&#xE2;ncia &#xE0; obriga&#xE7;&#xE3;o legal de den&#xFA;ncia de certo tipo de criminalidade. 2.2.1.1.2. Principais cr&#xED;ticas do Parecer n.&#xBA; 10/2003 da Comiss&#xE3;o Nacional de Protec&#xE7;&#xE3;o Dados (CNPD) ao Projecto de Lei n.&#xBA; 217/IX. 2.2.1.1.3. Aprecia&#xE7;&#xE3;o cr&#xED;tica. 2.2.1.2. A Proposta de Lei n&#xBA; 155/IX, Regime Jur&#xED;dico de Obten&#xE7;&#xE3;o da Prova Digital Electr&#xF3;nica, de 4 de Dezembro 2004 do XVI Governo da Rep&#xFA;blica Portuguesa. 2.2.1.2.1. Identifica&#xE7;&#xE3;o dos principais aspectos regimentais. 2.2.1.2.2. Os Pareceres n.&#xBA; 27/2004, de 8 de Junho de 2004 e n.&#xBA; 29/2004, de 29 de Junho 2004 da Comiss&#xE3;o Nacional de Protec&#xE7;&#xE3;o Dados (CNPD). Identifica&#xE7;&#xE3;o das principais cr&#xED;ticas ao Projecto de Lei n.&#xBA; 217/IX. 2.2.1.2.3. Aprecia&#xE7;&#xE3;o cr&#xED;tica. 3. A monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais &#xE0; luz das implica&#xE7;&#xF5;es da conven&#xE7;&#xE3;o sobre a cibercriminalidade (2001) do Conselho da Europa. 3.1. A origem hist&#xF3;rica da Conven&#xE7;&#xE3;o sobre a Cibercriminalidade (2001). 3.1.1. Justifica&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rica da adop&#xE7;&#xE3;o da Conven&#xE7;&#xE3;o sobre a Cibercriminalidade (2001). 3.2. Delimita&#xE7;&#xE3;o do &#xE2;mbito de aplica&#xE7;&#xE3;o das medidas processuais penais em mat&#xE9;ria de crimes inform&#xE1;tico-digitais. 3.2.1. As medidas processuais penais em mat&#xE9;ria de crimes inform&#xE1;tico-digitais. 3.2.1.1. A conserva&#xE7;&#xE3;o de dados inform&#xE1;ticos armazenados. 3.2.1.1.1. Conserva&#xE7;&#xE3;o expedita (ou r&#xE1;pida) dos dados inform&#xE1;ticos armazenados e divulga&#xE7;&#xE3;o parcial de dados de tr&#xE1;fego (artigos 16.&#xBA; a 17.&#xBA; CCiber.). 3.2.1.1.1.1. Conserva&#xE7;&#xE3;o expedita de dados inform&#xE1;ticos armazenados (artigo 16.&#xBA; CCiber.). 3.2.1.1.1.1.2. Conserva&#xE7;&#xE3;o expedita e divulga&#xE7;&#xE3;o parcial de dados de tr&#xE1;fego (artigo 17.&#xBA; CCiber.). 3.2.1.1.1.1.3. A comunica&#xE7;&#xE3;o de dados inform&#xE1;ticos: a injun&#xE7;&#xE3;o de produ&#xE7;&#xE3;o (artigo 18.&#xBA; CCiber.). 3.2.1.1.1.1.4. A Busca e Apreens&#xE3;o de dados inform&#xE1;ticos (artigo 19.&#xBA; CCiber.). 3.2.1.1.1.1.5. A recolha e grava&#xE7;&#xE3;o, em tempo real, de dados inform&#xE1;ticos relativos ao tr&#xE1;fego e a intercep&#xE7;&#xE3;o de dados de conte&#xFA;do (artigos 20.&#xBA; a 21.&#xBA; da CCiber.) &#xE0; luz da inviolabilidade do segredo das comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 3.2.1.1.1.1.5.1. Recolha em tempo real dos dados relativos ao tr&#xE1;fego (artigo 20.&#xBA; CCiber.). 3.2.1.1.1.1.5.2. Intercep&#xE7;&#xE3;o de dados de conte&#xFA;do (artigo 21.&#xBA; CCiber.). 3.3. Aprecia&#xE7;&#xE3;o cr&#xED;tica. 4. Modernas tend&#xEA;ncias da monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais no seio da Uni&#xE3;o Europeia. 4.1. A Proposta COM (2005) 438 de Directiva do parlamento Europeu e do Conselho sobre a conserva&#xE7;&#xE3;o de dados tratados no quadro do fornecimento de servi&#xE7;os de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas acess&#xED;veis ao p&#xFA;blico, com modifica&#xE7;&#xF5;es na Directiva 2002/58/CE. 4.2. A Proposta COM (2005) 438 de Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho sobre a conserva&#xE7;&#xE3;o de dados tratados no quadro do fornecimento de servi&#xE7;os de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas acess&#xED;veis ao p&#xFA;blico, com modifica&#xE7;&#xF5;es na Directiva 2002/58/CE. 4.3. Breve notas sobre o Parecer 113/2005 do Grupo de Protec&#xE7;&#xE3;o de Dados do Artigo 29.&#xBA;. 4.4. Principais implica&#xE7;&#xF5;es e conclus&#xF5;es da presente Proposta de Directiva para a mat&#xE9;ria da "monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais". 5. Da proposta de Directiva COM (2005) 438 &#xE0; Directiva 2006/24/CE: dados gerados ou tratados no contexto da oferta de servi&#xE7;os de comunica&#xE7;&#xF5;es publicamente dispon&#xED;veis ou redes p&#xFA;blicas de comunica&#xE7;&#xF5;es. 5.1. O contexto social e tecnol&#xF3;gico do surgimento da Directiva 2006/24/CE. 5.2. Em busca do "paradigma perdido" em mat&#xE9;ria de monitoriza&#xE7;&#xE3;o de "dados". 5.3. A Directiva 2006/24/CE: rumo ao "terrorismo informacional e comunicacional digital"? . 5.4. Principais aspectos regimentais da Directiva 2006/24/CE. 5.4.1. Breves notas da evolu&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rico-legislativa. 5.4.2. Contexto aplicativo. 5.4.3. Delimita&#xE7;&#xE3;o do &#xE2;mbito subjectivo. 5.4.4. Delimita&#xE7;&#xE3;o do &#xE2;mbito objectivo - tipologia de dados a conservar. 5.4.5. Da conserva&#xE7;&#xE3;o ao acesso aos dados: condicionalismo legal. 5.4.5.1. O acesso aos dados. 5.4.5.2. O prazo de conserva&#xE7;&#xE3;o dos dados. 5.4.6. Condicionalismo de aplica&#xE7;&#xE3;o da Directiva 2006/24/CE. 5.4.7. O regresso do Adamastor ao "tri&#xE2;ngulo das Bermudas" dos dados pessoais: a Directiva 2006/24/CE. 6. O futuro da monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais no ordenamento jur&#xED;dico portugu&#xEA;s &#xE0; luz da Directiva 2006/24/CE. Cap&#xED;tulo VII - Em busca do paradigma perdido da monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionacionais e comunicacionais digitais. 1. Introdu&#xE7;&#xE3;o ao tema. 2. Elenco das principais altera&#xE7;&#xF5;es legislativas. A) Altera&#xE7;&#xF5;es de &#xED;ndole sistem&#xE1;tica. B) Altera&#xE7;&#xF5;es no formalismo e requisitos de admissibilidade das escutas telef&#xF3;nicas. a) Processo criminal "em curso". b) Justifica&#xE7;&#xE3;o do recurso &#xE0;s escutas telef&#xF3;nicas: (&#xFA;nica) dilig&#xEA;ncia apta &#xE0; descoberta da verdade e impossibilidade ou alta dificuldade probat&#xF3;ria. c) Altera&#xE7;&#xF5;es ao cat&#xE1;logo de crimes legitimadores da medida "escutas telef&#xF3;nicas". d) Compet&#xEA;ncia: o "juiz dos lugares ". e) As "esferas de segredo": advogado-cliente e as restantes "esferas". f) Delimita&#xE7;&#xE3;o subjectiva: suspeito, arguido, "receptador" de comunica&#xE7;&#xF5;es e v&#xED;tima. g) Delimita&#xE7;&#xE3;o temporal: in&#xED;cio, contagem do prazo e renova&#xE7;&#xE3;o. h) Valor extra-processual. i) Formalidades da medida de execu&#xE7;&#xE3;o material das escutas telef&#xF3;nicas: auto e relat&#xF3;rio. j) Formalidades da medida de execu&#xE7;&#xE3;o material das escutas telef&#xF3;nicas: a tomada de conhecimento ("imediatamente" = 15 em 15 dias a partir in&#xED;cio primeira intercep&#xE7;&#xE3;o) pelo MP e ("no prazo m&#xE1;ximo de 48 horas") pelo JIC. k) Formalidades da medida de execu&#xE7;&#xE3;o material das escutas telef&#xF3;nicas: transcri&#xE7;&#xE3;o e destrui&#xE7;&#xE3;o das grava&#xE7;&#xF5;es. l) Formalidades da medida de execu&#xE7;&#xE3;o material das escutas telef&#xF3;nicas: o acesso &#xE0;s grava&#xE7;&#xF5;es das conversa&#xE7;&#xF5;es e comunica&#xE7;&#xF5;es. m) Formalidades da medida de execu&#xE7;&#xE3;o material das escutas telef&#xF3;nicas: valor probat&#xF3;rio das transcri&#xE7;&#xF5;es e a audi&#xE7;&#xE3;o das grava&#xE7;&#xF5;es. n) Formalidades da medida de execu&#xE7;&#xE3;o material das escutas telef&#xF3;nicas: controle difuso das escutas telef&#xF3;nicas. o) Formalidades da medida de execu&#xE7;&#xE3;o material das escutas telef&#xF3;nicas: destino dos suportes t&#xE9;cnicos contendo grava&#xE7;&#xF5;es de conversa&#xE7;&#xF5;es e comunica&#xE7;&#xF5;es. C) A cl&#xE1;usula de extens&#xE3;o. D) Falta de requisitos: a nulidade (san&#xE1;vel e/ou insan&#xE1;vel?). E) O abandono da tese unificadora e a cria&#xE7;&#xE3;o da Comiss&#xE3;o de Controle das Formalidades e dos Dados Policiais. 3. Sil&#xEA;ncio ou ignor&#xE2;ncia do legislador?. 4. Em busca do paradigma emergente da monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais postais e digitais. Cap&#xED;tulo VIII - Contributo para a supera&#xE7;&#xE3;o do ''paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado" em mat&#xE9;ria de comunica&#xE7;&#xF5;es privadas (electr&#xF3;nicas e postais): um novo paradigma emergente de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal. 1. Voyeurismo estatal ou "direito (penal) do inimigo": o regresso do Adamastor. 2. Um novo contexto criminal: a criminalidade da era tecnol&#xF3;gica (inform&#xE1;tico-digital). 2.1. A Ci&#xEA;ncia Global do Direito Penal face aos desafios da globaliza&#xE7;&#xE3;o tecnol&#xF3;gica. 2.2. A criminalidade inform&#xE1;tica(-digital). 2.2.1. Evolu&#xE7;&#xE3;o da no&#xE7;&#xE3;o de criminalidade inform&#xE1;tica nas inst&#xE2;ncias internacionais. 2.2.1.1. Organiza&#xE7;&#xE3;o para a Coopera&#xE7;&#xE3;o e Desenvolvimento Econ&#xF3;mico (OCDE). 2.2.1.2. Conselho da Europa (CE). 2.2.1.3. Organiza&#xE7;&#xE3;o das Na&#xE7;&#xF5;es Unidas (ONU). 2.2.1.4. G8 (Group of 8). 2.2.1.5. A Uni&#xE3;o Europeia (UE). 2.2.1.6. A Associa&#xE7;&#xE3;o Internacional de Direito Penal (AIDP). 2.3. Contributo para a fixa&#xE7;&#xE3;o do conceito de criminalidade inform&#xE1;tica(-digital). 2.4. Criminalidade inform&#xE1;tica(-digital): sujeito, caracter&#xED;sticas e tipologia. 2.4.1. O agente do delito inform&#xE1;tico. 2.4.1.1. Sujeito activo. 2.4.1.2. O sujeito passivo: a v&#xED;tima do crime inform&#xE1;tico-digital - a impot&#xEA;ncia e inefic&#xE1;cia das medidas preventivas. 2.4.2. Caracter&#xED;sticas criminol&#xF3;gicas e substantivas do crime inform&#xE1;tico-digital. 2.4.2.1. Redund&#xE2;ncia e automatismo do facto criminoso. 2.4.2.2. Elevada e extensa danosidade social na les&#xE3;o dos bens jur&#xED;dico-penais envolvidos. 2.4.2.3. Dificuldades de averigua&#xE7;&#xE3;o, comprova&#xE7;&#xE3;o e reuni&#xE3;o da prova digital. 2.4.2.4. Elevadas cifras negras. 2.4.2.5. Criminalidade crescente e diversificada. 2.4.2.6. </subfield>
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    <subfield code="a">A a-temporalidade e a-espacialidade ligada ao crime inform&#xE1;tico-digital. 2.4.2.7. Car&#xE1;cter transfronteiri&#xE7;o ou extra-territorialidade da criminalidade inform&#xE1;tico-digital. 2.4.3. Tipologia de classifica&#xE7;&#xF5;es poss&#xED;veis na criminalidade inform&#xE1;tica(-digital). 2.4.3.1. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta por E. J. LAMPE. 2.4.3.2. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta por ULRICH SIEBER. 2.4.3.3. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta por DAVARA RODRIGUEZ. 2.4.3.4. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta por ROVIRA DEL CANTO. 2.4.3.5. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta por FARIA COSTA e HELENA MONIZ. 2.4.3.6. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta por OLIVEIRA ASCENS&#xC3;O. 2.4.3.7. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta pelo CONSELHO DA EUROPA (CE). 2.4.3.8. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta pelo UNI&#xC3;O EUROPEIA (UE). 2.4.3.9. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta pela Organiza&#xE7;&#xE3;o para a Coopera&#xE7;&#xE3;o e Desenvolvimento Econ&#xF3;mico (OCDE). 2.4.3.10. A op&#xE7;&#xE3;o do Legislador Portugu&#xEA;s. 2.4.3.11. EU/US - Translatlantic Agenda (Computer-Facilitated Crimes). 2.4.3.12. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta por CHRIS E. MARSHALL/ T. HANK ROBINSON/DAE-HOON KWAK - Computer as a tool and computer as a target. 2.4.3.13. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta pela NATIONAL HI-TECH CRIME UNIT. 2.4.3.14. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta por DONN B. PARKER. 2.4.3.15. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta por DAVID L. CARTER. 2.4.3.16. Classifica&#xE7;&#xE3;o proposta pelo US GUIDELINES FOR SEARCHING AND SEIZING COMPUTERS. 2.5. A autonomia normativa e cient&#xED;fica do Direito Penal Inform&#xE1;tico. 2.5.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 2.5.2. O Direito Penal Inform&#xE1;tico enquanto &#xE1;rea de interven&#xE7;&#xE3;o incriminadora..... 484 2.5.3. A fenomenologia do crime inform&#xE1;tico-digita. 2.5.3.1. Direito Penal Inform&#xE1;tico: no&#xE7;&#xE3;o e bem jur&#xED;dico. 2.5.3.2. Principais caracter&#xED;sticas do Direito Penal Inform&#xE1;tico. 2.5.3.2. O argumento das caracter&#xED;sticas da criminalidade inform&#xE1;tica(-digital). 2.5.3.2.1. A subsist&#xEA;ncia do crime inform&#xE1;tico-digital, em virtude da repeti&#xE7;&#xE3;o e automatismo do facto, propiciada pela capacidade de armazenamento, tratamento, processamento e transfer&#xEA;ncia do fluxo informacional e comunicacional digital pelo sistema ou redes inform&#xE1;ticos e de telecomunica&#xE7;&#xF5;es. 2.5.3.2.2. A extensa e alta lesividade dos crimes inform&#xE1;tico-digitais. 2.5.3.2.3. A "Diab&#xF3;lica Probatio": as dificuldades de investiga&#xE7;&#xE3;o - Ci&#xEA;ncia Forense Digital. 2.5.3.2.4. Elevadas "cifras negras". 2.5.3.2.5. Aumento da frequ&#xEA;ncia, diversidade e perigosidade da criminalidade inform&#xE1;tica( -digital). 2.5.3.2.6. Os crimes inform&#xE1;ticos e o ciberespa&#xE7;o. 2.5.3.2.7. Os crimes inform&#xE1;ticos e as dificuldades da sua localiza&#xE7;&#xE3;o esp&#xE1;cio-temporal: o vai-e-v&#xE9;m entre o real e o ciberespa&#xE7;o, ambiente virtual ou digital. 2.5.3.2.8. Sujeito Activo: o padr&#xE3;o ou perfil criminol&#xF3;gico do criminoso inform&#xE1;tico-digital. 2.5.3.2.9. Sujeito Passivo: o padr&#xE3;o ou perfil criminol&#xF3;gico da v&#xED;tima do crime inform&#xE1;tico-digital. 2.5.4. Argumentos a favor da autonomia dogm&#xE1;tica da criminal idade inform&#xE1;tica (-digital). 2.5.4.1. A criminalidade inform&#xE1;tica(-digital) e os riscos da n&#xE3;o supera&#xE7;&#xE3;o do paradigma tradicional de imputa&#xE7;&#xE3;o de responsabilidade penal: as pessoas colectivas e equiparadas e /ou empresas. 2.5.4.2. A criminalidade inform&#xE1;tica(-digital) como instrumento privilegiado da criminalidade organizada, transnacional e globalizada. 2.5.4.3. A criminalidade inform&#xE1;tica (-digital): sentido &#xFA;ltimo da pena. 2.5.4.4. O recorte da infrac&#xE7;&#xE3;o inform&#xE1;tica (-digital). a) Aplica&#xE7;&#xE3;o espacial do direito inform&#xE1;tico-digital - o vai-e-v&#xE9;m entre o mundo real e o "ciberespa&#xE7;o" ou "ambiente inform&#xE1;tico-digital". b) O tipo objectivo de il&#xED;cito do crime inform&#xE1;tico-digital. c) O tipo subjectivo de il&#xED;cito inform&#xE1;tico-digital. d) Especificidades da tentativa no crime inform&#xE1;tica ( -digital). 2.6. &#xC0; guisa de s&#xED;ntese conclusiva. 3. Um novo contexto de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal: da ci&#xEA;ncia forense &#xE0; obten&#xE7;&#xE3;o da prova em ambiente. 4. Contributo para a delimita&#xE7;&#xE3;o do paradigma emergente da monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais. 4.1. &#xC0; guisa de "Exposi&#xE7;&#xE3;o de Motivos". 4.2. Tra&#xE7;os essenciais do novo regime emergente da monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais, dentro e fora, das redes p&#xFA;blicas postais e de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 4.2.1. As principais "aporias" do actual regime de interven&#xE7;&#xE3;o na correspond&#xEA;ncia e comunica&#xE7;&#xF5;es privadas (e demais fluxos informacionais e comunicacionais. 4.2.2. A arquitectura do emergente regime de monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais digitais. 5. Quis custodiet ipsos custodes? (Quem guarda os guardas?) do cofre da nossa privacidade electr&#xF3;nica? Conclus&#xF5;es finais e perspectivas de investiga&#xE7;&#xE3;o em aberto e consolidadas. Bibliografia.</subfield>
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