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    <subfield code="a">Das escutas telef&#xF3;nicas - tomo I</subfield>
    <subfield code="e">a monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos fluxos informacionais e comunicacionais</subfield>
    <subfield code="e">contributo para a supera&#xE7;&#xE3;o do "paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado" em mat&#xE9;ria de escutas telef&#xF3;nicas</subfield>
    <subfield code="f">Benjamim da Silva Rodrigues</subfield>
    <subfield code="g">pref. Catarina dos Santos Gomes</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
    <subfield code="c">Coimbra Editora</subfield>
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    <subfield code="a">571 p.</subfield>
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    <subfield code="a">Nota pr&#xE9;via &#xE0; 1.&#xAA; edi&#xE7;&#xE3;o. Pref&#xE1;cio. Siglas e abreviaturas. Apresenta&#xE7;&#xE3;o. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 1. Objecto e justifica&#xE7;&#xE3;o do presente estudo. 2. Os meios de (obten&#xE7;&#xE3;o da) prova e os novos fluxos informacionais e comunicacionais digitais. Parte I - A monitoriza&#xE7;&#xE3;o dos (novos) fluxos informacionais e comunicacionais nas redes de comunica&#xE7;&#xF5;es e de servi&#xE7;os de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas acess&#xED;veis ao p&#xFA;blico. Cap&#xED;tulo I - Os (novos) fluxos informacionais e comunicacionais. 1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 2. A nova "vaga" de fluxos informacionais e comunicacionais. 3. A converg&#xEA;ncia das (redes de) comunica&#xE7;&#xF5;es. Cap&#xED;tulo II - regime jur&#xED;dico das "escutas telef&#xF3;nicas" no processo penal portugu&#xEA;s. 1. O regime probat&#xF3;rio no processo penal portugu&#xEA;s. 1.1. Breves considera&#xE7;&#xF5;es. 1.2. Da prova: no&#xE7;&#xE3;o e objecto. 1.3. A (in)admissibilidade de certos meios de prova no processo penal portugu&#xEA;s &#xE0; luz dos princ&#xED;pios estruturantes da prova. 2. Introdu&#xE7;&#xE3;o ao tema das "escutas telef&#xF3;nicas" no processo penal portugu&#xEA;s. 2.1. Algumas considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 2.2. O direito &#xE0; liberdade ou inviolabilidade do sigilo e/ou segredo das comunica&#xE7;&#xF5;es pessoais privadas como matriz constitucional e legal das "escutas telef&#xF3;nicas". 2.2.1. Da liberdade ou inviolabilidade do sigilo das comunica&#xE7;&#xF5;es privadas &#xE0; reserva da vida privada e familiar. 3. A polissemia da express&#xE3;o "escutas telef&#xF3;nicas". 3.1. Os contornos do problema. 3.2. Da polissemia &#xE0; limpidez dos conceitos: conversa&#xE7;&#xF5;es ou comunica&#xE7;&#xF5;es. 3.2.1. Os fluxos derivados das "conversa&#xE7;&#xF5;es". 3.2.2. Os fluxos derivados das "comunica&#xE7;&#xF5;es". 3.3. Delimita&#xE7;&#xE3;o e distin&#xE7;&#xE3;o da "intercep&#xE7;&#xE3;o" da "grava&#xE7;&#xE3;o" dos fluxos informacionais e comunicacionais (conversa&#xE7;&#xF5;es versus comunica&#xE7;&#xF5;es). 3.3.1. A no&#xE7;&#xE3;o de intercep&#xE7;&#xE3;o - o uso de instrumento mec&#xE2;nico e/ou electr&#xF3;nico-digital de capta&#xE7;&#xE3;o ou intercep&#xE7;&#xE3;o. 3.3.1.1. Os modernos meios de intercep&#xE7;&#xE3;o. 3.3.1.1.1. O caso da pirataria f&#xED;sica das instala&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 3.3.1.1.2. A t&#xE9;cnica das "escutas" por fun&#xE7;&#xF5;es &#x201C;soft&#x201D;. 3.3.2. A no&#xE7;&#xE3;o de grava&#xE7;&#xE3;o: o uso de instrumento mec&#xE2;nico e electr&#xF3;nico-digital. 3.3.3. A no&#xE7;&#xE3;o de terceiro alheio ao fluxo informacional e comunicacional. 4. O contexto normativo das "escutas telef&#xF3;nicas". 4.1. A evolu&#xE7;&#xE3;o legislativa em mat&#xE9;ria de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas. 4.2. O contexto normativo das "escutas telef&#xF3;nicas" &#xE0; luz da coer&#xEA;ncia intra e extra sistem&#xE1;ticas. 4.2.1. O contexto normativo das "escutas telef&#xF3;nicas" &#xE0; luz da jurisprud&#xEA;ncia do Tribunal Constitucional. 4.2.2. O contexto normativo das "escutas telef&#xF3;nicas" &#xE0; luz do ensinamento do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da Rep&#xFA;blica. 4.3. A interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas (postais, telegr&#xE1;ficas, telef&#xF3;nicas e electr&#xF3;nicas) &#xE0; luz do direito ao respeito da reserva da intimidade da vida privada pessoal e familiar e &#xE0; inviolabilidade do sigilo ou segredo da correspond&#xEA;ncia e demais meios de comunica&#xE7;&#xE3;o privados. 4.3.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o da quest&#xE3;o. 4.3.2. A interven&#xE7;&#xE3;o na "correspond&#xEA;ncia" e nos demais meios de comunica&#xE7;&#xE3;o privada &#xE0; luz da jurisprud&#xEA;ncia do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem na interpreta&#xE7;&#xE3;o e aplica&#xE7;&#xE3;o do artigo 8.&#xB0; da Conven&#xE7;&#xE3;o Europeia dos Direitos do Homem. 4.3.2.1. Abordagem geral. 4.3.2.2. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos e a intercep&#xE7;&#xE3;o das comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 4.3.2.2.1. O artigo 8.&#xB0; da CEDH e os requisitos de legitima&#xE7;&#xE3;o do acesso &#xE0; "correspond&#xEA;ncia". A) A legitimidade processual para recorrer ao TEDH: o sujeito alvo da inger&#xEA;ncia (a v&#xED;tima). B) O &#xE2;mbito de aplica&#xE7;&#xE3;o do artigo 8.&#xB0; CEDH: a vida privada pessoal e familiar e a "correspond&#xEA;ncia". C) Fechamento ou taxatividade do elenco do artigo 8.&#xB0;, n.&#xBA; 2 CEDH em mat&#xE9;ria de justifica&#xE7;&#xE3;o da inger&#xEA;ncia na "correspond&#xEA;ncia". D) Condi&#xE7;&#xF5;es de licitude da medida de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas (postais, telegr&#xE1;ficas, telef&#xF3;nicas e electr&#xF3;nicas) &#xE0; luz do artigo 8.&#xB0; CEDH. D1) Previs&#xE3;o legal. Significado da express&#xE3;o "previstas na lei". D2) Sentido da express&#xE3;o "necess&#xE1;ria numa sociedade democr&#xE1;tica". 3) A exig&#xEA;ncia de controlo da medida da inger&#xEA;ncia &#xE0; luz do conceito de "entidade p&#xFA;blica independente". D4) O direito a um (efectivo) recurso para sindicar a medida de autoriza&#xE7;&#xE3;o da inger&#xEA;ncia na "correspond&#xEA;ncia". 4.3.2.2.2. Indica&#xE7;&#xE3;o t&#xF3;pica da principal jurisprud&#xEA;ncia do TEDH. 4.3.3. O paradigma emergente da regulamenta&#xE7;&#xE3;o da inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas no seio da Uni&#xE3;o Europeia. 4.3.3.1. A evolu&#xE7;&#xE3;o da regulamenta&#xE7;&#xE3;o da intercep&#xE7;&#xE3;o de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas na Uni&#xE3;o Europeia. 4.3.3.2. O regime legal das intercep&#xE7;&#xF5;es das telecomunica&#xE7;&#xF5;es &#xE0; luz da Conven&#xE7;&#xE3;o relativa ao Aux&#xED;lio Judici&#xE1;rio M&#xFA;tuo em Mat&#xE9;ria Penal entre os Estados Membros da Uni&#xE3;o Europeia (2000). 4.3.3.2.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o ao tema. 4.3.3.2.2. Requisitos gerais e especiais do pedido de intercep&#xE7;&#xE3;o de (tele)comunica&#xE7;&#xF5;es (artigos 17.&#xBA; a 22.&#xBA; e 23.&#xBA;). 4.3.3.2.3. Modalidades de pedidos de intercep&#xE7;&#xE3;o de (tele)comunica&#xE7;&#xF5;es (artigos 17.&#xBA; a 22.&#xBA; e 23.&#xBA;). 4.3.3.2.3.1. Pedido de intercep&#xE7;&#xE3;o de telecomunica&#xE7;&#xF5;es em territ&#xF3;rio nacional por interm&#xE9;dio de prestadores de servi&#xE7;os. 4.3.3.2.3.2. Pedido de intercep&#xE7;&#xE3;o de telecomunica&#xE7;&#xF5;es sem a assist&#xEA;ncia t&#xE9;cnica de outro Estado-Membro. 4.3.3.2.3.2.1. Requisitos da notifica&#xE7;&#xE3;o para a intercep&#xE7;&#xE3;o, por parte do Estado Membro interceptor. 4.3.4. A intercep&#xE7;&#xE3;o global das (tele)comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas &#xE0; escala mundial. 4.3.4.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 4.1.4.2. A intercep&#xE7;&#xE3;o global das (tele)comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas &#xE0; escala mundial e &#xAB;fora da lei&#xBB;?!. l) O sistema ECHELON. 4.2. A tutela constitucional e (processual) penal da interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas. 4.2.1. Identifica&#xE7;&#xE3;o e delimita&#xE7;&#xE3;o do actual "paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado". 4.2.1.1. O "paradigma constitucionalmente" plasmado no artigo 34.&#xBA; CRP 1976. 4.2.1.2. O "paradigma legalmente" plasmado nos artigos 187.&#xBA; a 190.&#xBA; e 252.&#xBA;-A CPP 2007. 4.2.1.2. O paradigma "penalmente" plasmado de proibi&#xE7;&#xE3;o de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas. 4.2.2. O "paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado" e a (des)necessidade da sua supera&#xE7;&#xE3;o. 4.2.3. Princ&#xED;pios estruturantes do actual "paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado" em mat&#xE9;ria de interven&#xE7;&#xF5;es nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas. 4.2.3.1. O princ&#xED;pio da legalidade (reserva de lei). 4.2.3.2. O princ&#xED;pio da jurisdicionalidade (ou reserva judicial). 4.2.3.3. O princ&#xED;pio da proporcionalidade. 4.3. O princ&#xED;pio da legalidade (reserva legal) como fundamento legitimador da inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es. 5. O regime legal das "escutas telef&#xF3;nicas". 5.1. Da reserva judicial ao dever de fundamenta&#xE7;&#xE3;o (ou motiva&#xE7;&#xE3;o) expressa da medida de interven&#xE7;&#xE3;o legal nas comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 5.1.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 5.1.2. Autoriza&#xE7;&#xE3;o judicial anterior &#xE0; execu&#xE7;&#xE3;o da medida de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas. 5.1.3. O princ&#xED;pio da identidade, coincid&#xEA;ncia ou unicidade do juiz que autoriza a interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es. 5.1.4. O princ&#xED;pio da exclusividade ou monop&#xF3;lio judicial na autoriza&#xE7;&#xE3;o da medida de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas. 5.1.5. A autoriza&#xE7;&#xE3;o judicial e o dever de fundamenta&#xE7;&#xE3;o expressa. 5.1.6. Proibi&#xE7;&#xE3;o do procedimento "ex abrupto" de autoriza&#xE7;&#xE3;o pelo Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico com posterior ratifica&#xE7;&#xE3;o pelo juiz de instru&#xE7;&#xE3;o. 5.2. Crit&#xE9;rios de fixa&#xE7;&#xE3;o do juiz de instru&#xE7;&#xE3;o competente para autoriza&#xE7;&#xE3;o da medida de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas. 5.2.1. Crit&#xE9;rios legais poss&#xED;veis. 5.2.1.1. O crit&#xE9;rio do conhecimento. 5.2.1.2. O crit&#xE9;rio do lugar da consuma&#xE7;&#xE3;o do crime. 5.2.1.3. Pluralidade ou conflito de compet&#xEA;ncia: solu&#xE7;&#xF5;es poss&#xED;veis. 5.2.1.4. As situa&#xE7;&#xF5;es de urg&#xEA;ncia e os crit&#xE9;rios de fixa&#xE7;&#xE3;o da compet&#xEA;ncia: o juiz de turno. 5.2.1.5. Crit&#xE9;rios internacionais de fixa&#xE7;&#xE3;o do juiz competente: o caso do aux&#xED;lio judici&#xE1;rio em mat&#xE9;ria de coopera&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria em mat&#xE9;ria penal. 5.2.2. Consequ&#xEA;ncias legais da autoriza&#xE7;&#xE3;o de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas por juiz incompetente. 5.2.3. Senhor Juiz de Instru&#xE7;&#xE3;o eu sou pol&#xED;tico! 5.3. </subfield>
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    <subfield code="a">A (des)necessidade da decreta&#xE7;&#xE3;o do segredo da medida de intercep&#xE7;&#xE3;o e grava&#xE7;&#xE3;o (monitoriza&#xE7;&#xE3;o) dos fluxos informacionais e comunicacionais digitais. 5.4. Pressupostos formais e materiais do acto judicial de autoriza&#xE7;&#xE3;o da inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 5.4.1. A exist&#xEA;ncia de uma investiga&#xE7;&#xE3;o criminal "em curso": o inqu&#xE9;rito. 5.4.2. Fonte legitimadora da interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas: os factos determinados. 5.4.2.1. O paradigma de legitima&#xE7;&#xE3;o derivado da Reforma de 2007 (fundamento e grau suspeita, suspeito, arguido, intermedi&#xE1;rio e v&#xED;tima): vinho novo em velhos odres? 5.4.2.2. O problema da legitimidade da medida &#xE0; luz da fonte an&#xF3;nima. 5.4.2.3. O princ&#xED;pio da especialidade enquanto limite ao princ&#xED;pio da proporcionalidade. 5.4.3. O princ&#xED;pio da proporcional idade no actual regime legal das "escutas telef&#xF3;nicas". 5.4.3.1. A solu&#xE7;&#xE3;o mista: moldura penal, cat&#xE1;logo e o nov&#xED;ssimo crit&#xE9;rio da dupla indexa&#xE7;&#xE3;o. 5.4.3.2. O princ&#xED;pio da subsidiariedade e adequa&#xE7;&#xE3;o da medida de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas: i) o princ&#xED;pio da necessidade; ii) o princ&#xED;pio da idoneidade. 5.4.4. Delimita&#xE7;&#xE3;o objectiva e subjectiva do acto de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 5.4.4.1. O problema em geral. 5.4.4.2. Crit&#xE9;rios de objectiva&#xE7;&#xE3;o. 5.4.4.3. Crit&#xE9;rios de subjectiva&#xE7;&#xE3;o: suspeito, arguido, intermedi&#xE1;rio e v&#xED;tima. 5.4.4.4. Limites ou restri&#xE7;&#xF5;es aos crit&#xE9;rios de subjectiva&#xE7;&#xE3;o das "escutas telef&#xF3;nicas": as "esferas de segredo", as "rela&#xE7;&#xF5;es de confian&#xE7;a" e a "solidariedade". 5.4.4.4.1. O patroc&#xED;nio forense e a intercep&#xE7;&#xE3;o de comunica&#xE7;&#xF5;es privadas: a proibi&#xE7;&#xE3;o legal no caso da rela&#xE7;&#xE3;o advogado-cliente. 5.4.4.4.2. O princ&#xED;pio da plenitude das garantias de defesa do arguido e a necessidade de manuten&#xE7;&#xE3;o do "status processualis activus". 5.4.4.4.3. Outras esferas de segredo: m&#xE9;dico, psiquiatra, ministro de confiss&#xE3;o religiosa e outras profiss&#xF5;es. 5.4.4.4.4. O caso espec&#xED;fico dos titulares de cargos pol&#xED;ticos: avan&#xE7;os e recuos na Reforma do CPP 2007. 5.4.4.4.5. Outras esferas de segredo espec&#xED;ficas ou rela&#xE7;&#xF5;es de confian&#xE7;a: os familiares e afins. 5.4.4.2. O incidente da amplia&#xE7;&#xE3;o objectiva e subjectiva: continuidade ou ruptura? 5.4.5. Delimita&#xE7;&#xE3;o temporal do acto de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas: vinho novo em odres velhos?. 5.4.5.1. Fixa&#xE7;&#xE3;o, in&#xED;cio e c&#xF4;mputo do prazo legal (e judicial). 5.4.5.2. A prorroga&#xE7;&#xE3;o ou renova&#xE7;&#xE3;o do prazo: requisitos e limites. 5.4.6. Entidades competentes para a execu&#xE7;&#xE3;o material da autoriza&#xE7;&#xE3;o judicial de inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas. 5.4.7.1. Os &#xF3;rg&#xE3;os de pol&#xED;cia criminal e os fornecedores de servi&#xE7;os de (tele)comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. a) &#xD3;rg&#xE3;os de Pol&#xED;cia Criminal (OPC). b) Participantes ou intervenientes (Reforma 2007). c) Int&#xE9;rprete. 5.4.7.2. Da inviolabilidade do sigilo das comunica&#xE7;&#xF5;es privadas &#xE0; obriga&#xE7;&#xE3;o de segredo de justi&#xE7;a e profissional. 5.4.7.3. Do incidente gen&#xE9;rico da tomada de conhecimento pr&#xE9;vio pelo OPC do conte&#xFA;do da grava&#xE7;&#xE3;o com fins cautelares ou urgentes necess&#xE1;rios para a prova ao incidente espec&#xED;fico da localiza&#xE7;&#xE3;o celular (artigo 252.&#xBA;-A CPP 2007). 5.4.7.4. A indica&#xE7;&#xE3;o das passagens das grava&#xE7;&#xF5;es ou elementos an&#xE1;logos relevantes para a prova e a nov&#xED;ssima exig&#xEA;ncia de descri&#xE7;&#xE3;o do conte&#xFA;do e explica&#xE7;&#xE3;o do seu alcance para a descoberta verdade na Reforma de 2007. 5.4.7.5. Requisitos do auto e relat&#xF3;rio do &#xF3;rg&#xE3;o de pol&#xED;cia criminal. 5.4.7. O controlo judicial da medida de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas telef&#xF3;nicas e equiparadas. 5.4.7.1. Sentido e alcance da exig&#xEA;ncia de controlo judicial. 5.4.7.2. A (necessidade da) tomada de conhecimento imediato do conte&#xFA;do (fitas gravadas ou elementos an&#xE1;logos) da medida de intercep&#xE7;&#xE3;o e grava&#xE7;&#xE3;o pelo juiz de instru&#xE7;&#xE3;o: "imediatamente"... de 15 em 15 dias ... no prazo m&#xE1;ximo de quarenta e oito horas. 5.4.7.2.1. Velhos e novos problemas: "imediatamente" de 15 em 15 dias + 2 - des-jurisdicionaliza&#xE7;&#xE3;o do controlo?. 5.4.7.2.2. Da velha express&#xE3;o "imediatamente" &#xE0; sua actual recondu&#xE7;&#xE3;o legal ao prazo de 15 em 15 dias + 2 dias na Reforma de 2007. 5.4.7.3. Formalidades das opera&#xE7;&#xF5;es: recep&#xE7;&#xE3;o e conserva&#xE7;&#xE3;o dos suportes de armazenamento electr&#xF3;nico-digitais (as grava&#xE7;&#xF5;es) das conversa&#xE7;&#xF5;es e comunica&#xE7;&#xF5;es privadas telef&#xF3;nicas e equiparadas. 5.4.7.3.1. A fase da recep&#xE7;&#xE3;o dos suportes. 5.4.7.3.2. A fase da conserva&#xE7;&#xE3;o dos suportes. 5.4.7.4. A audi&#xE7;&#xE3;o das conversa&#xE7;&#xF5;es e comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas gravadas e/ou armazenadas nos suportes de armazenamento electr&#xF3;nico-digitais. 5.4.7.4.1. O significado da insubstitu&#xED;vel necessidade de audi&#xE7;&#xE3;o das grava&#xE7;&#xF5;es. 5.4.7.4.2. A "descodifica&#xE7;&#xE3;o" das conversa&#xE7;&#xF5;es e comunica&#xE7;&#xF5;es: condicionalismo da nomea&#xE7;&#xE3;o de int&#xE9;rprete e sujei&#xE7;&#xE3;o ao segredo de justi&#xE7;a e profissional. 5.4.7.5. A selec&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o, jun&#xE7;&#xE3;o, descri&#xE7;&#xE3;o e explica&#xE7;&#xE3;o das passagens relevantes para a prova no auto e relat&#xF3;rio relativos &#xE0;s comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 5.4.7.5.1. A selec&#xE7;&#xE3;o ou indica&#xE7;&#xE3;o das passagens das conversa&#xE7;&#xF5;es e comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas e equiparadas relevantes para a prova. 5.4.7.5.2. A descri&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o e explica&#xE7;&#xE3;o das passagens das conversa&#xE7;&#xF5;es e comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas interceptadas e gravadas relevantes para a prova 5.4.7.5.2.1. Requisitos do auto ou relat&#xF3;rio de selec&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o e explica&#xE7;&#xE3;o das passagens relevantes para a prova. 5.4.7.5.2.2. Teses em poss&#xED;veis ou em confronto: i) Transcri&#xE7;&#xE3;o integral; ii) Transcri&#xE7;&#xE3;o parcial; iii) Desnecessidade de transcri&#xE7;&#xE3;o: a audi&#xE7;&#xE3;o e a incorpora&#xE7;&#xE3;o documental escrita consensual (acordo das partes sobre o conte&#xFA;do). A op&#xE7;&#xE3;o da Reforma de 2007: transcri&#xE7;&#xE3;o parcial (?). I - Tese transcri&#xE7;&#xE3;o integral. II - Tese transcri&#xE7;&#xE3;o parcial. a) A tese da transcri&#xE7;&#xE3;o parcial como garantia de salvaguarda do segredo do conte&#xFA;do das conversa&#xE7;&#xF5;es e comunica&#xE7;&#xF5;es irrelevantes para o objecto do processo. b) A tese da aplica&#xE7;&#xE3;o anal&#xF3;gica do regime da abertura da correspond&#xEA;ncia privada apreendida pelo juiz. c) A tese da exclusividade jurisdicional na selec&#xE7;&#xE3;o das passagens relevantes para a causa - indelegabilidade da selec&#xE7;&#xE3;o e n&#xE3;o vincula&#xE7;&#xE3;o &#xE0; selec&#xE7;&#xE3;o efectuada pelos OPC. III - Da desnecessidade de transcri&#xE7;&#xE3;o (integral ou parcial) &#xE0; necessidade da audi&#xE7;&#xE3;o. 5.4.7.5.3. A jun&#xE7;&#xE3;o do auto e do relat&#xF3;rio de transcri&#xE7;&#xE3;o. 5.4.7.5.4. A consulta ou acesso ao auto e relat&#xF3;rios de selec&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o e explica&#xE7;&#xE3;o das passagens relevantes para a prova. 5.4.7.5.4.1. Pessoas legitimadas a consultar ou aceder ao auto ou relat&#xF3;rio contendo a selec&#xE7;&#xE3;o, transcri&#xE7;&#xE3;o e explica&#xE7;&#xE3;o das passagens relevantes para a prova. 5.4.7.5.4.2. A obrigatoriedade do incidente da comprova&#xE7;&#xE3;o da genuinidade, identidade e autenticidade das vozes gravadas. 5.4.7.5.5. A destrui&#xE7;&#xE3;o das grava&#xE7;&#xF5;es ou suportes electr&#xF3;nico-digitais de armazenamento. 5.4.7.5.5.1. O problema em geral. 5.4.7.5.5.2. O juiz pode destruir todo o material a seu bel-prazer! O "sismo jurisprudencial" no seio do Tribunal Constitucional provocado pelo Ac&#xF3;rd&#xE3;o n.&#xBA; 70/2008 &#xE0; luz da anterior "arquitectura jurisprudencial" derivada dos anteriores ac&#xF3;rd&#xE3;os n.&#xBA;s 660/2006, 450/2007 e 451/2007. 5.4.8. O valor probat&#xF3;rio das "grava&#xE7;&#xF5;es" das conversas e comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 5.4.8.1. O problema em geral. 5.4.8.2. Condi&#xE7;&#xF5;es de validade intra-processual das grava&#xE7;&#xF5;es. 5.4.8.3. O valor extra-processual das "grava&#xE7;&#xF5;es": &#xE0; luz do nov&#xED;ssimo artigo 187.&#xBA;, n.&#xBA; 7 CPP 2007. 5.4.9. A preserva&#xE7;&#xE3;o, selagem, armazenamento e destrui&#xE7;&#xE3;o dos reposit&#xF3;rios de armazenamento electr&#xF3;nico-digitais. 5.4.9.1. A preserva&#xE7;&#xE3;o, selagem, armazenamento dos reposit&#xF3;rios electr&#xF3;nico-digitais. 5.4.9.2. A destrui&#xE7;&#xE3;o dos reposit&#xF3;rios de armazenamento electr&#xF3;nico-digitais: os nov&#xED;ssimos n.&#xBA;s 12 e 13 do artigo 188.&#xBA; CPP. 5.4.10. Consequ&#xEA;ncias da falta dos pressupostos formais e materiais do acto de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas. 5.4.10.1. Da nulidade das "escutas telef&#xF3;nicas" &#xE0; responsabiliza&#xE7;&#xE3;o criminal e disciplinar dos diversos intervenientes. 5.4.11. Os conhecimentos fortuitos, os conhecimentos de investiga&#xE7;&#xE3;o, os "achados casuais" e o "efeito-&#xE0;-dist&#xE2;ncia" &#xE0; luz do nov&#xED;ssimo artigo 187.&#xBA;, n.&#xBA; 7 CPP 2007. 5.4.12. </subfield>
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    <subfield code="a">Casos especiais de "extens&#xE3;o" do regime das escutas telef&#xF3;nicas: o desvirtuamento do paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado?.  5.4.12.1. A intercep&#xE7;&#xE3;o e grava&#xE7;&#xE3;o das conversa&#xE7;&#xF5;es ou comunica&#xE7;&#xF5;es pr&#xF3;prias e de terceiros dentro e fora das redes de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 5.4.12.1.1. A intercep&#xE7;&#xE3;o e grava&#xE7;&#xE3;o das conversa&#xE7;&#xF5;es ou comunica&#xE7;&#xF5;es pr&#xF3;prias e de terceiros dentro das redes de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 5.4.12.1.2. A intercep&#xE7;&#xE3;o e grava&#xE7;&#xE3;o das conversa&#xE7;&#xF5;es ou comunica&#xE7;&#xF5;es pr&#xF3;prias e de terceiros fora das redes de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. 5.4.12.2. A grava&#xE7;&#xE3;o das conversa&#xE7;&#xF5;es ou comunica&#xE7;&#xF5;es entre presentes. 5.4.12.3. O regime do correio electr&#xF3;nico (e-mail): sentido e alcance da altera&#xE7;&#xE3;o da reforma de 1998 do artigo 190.&#xBA; CPP. 5.4.12.3.1. A quest&#xE3;o da (in)admissibilidade da inger&#xEA;ncia nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas. A) Notas pr&#xE9;vias. B) Teses em confronto face &#xE0; aus&#xEA;ncia de regime espec&#xED;fico de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas privadas (e-mail e Internet). 5.4.12.3.1.1. A tese "diferenciada" de PEDRO VERDELHO. 5.4.12.3.1.2. A tese do "c&#xFA;mulo" de JOS&#xC9; MOURAZ LOPES. 5.4.12.3.1.3. A tese do "nivelamento" de ROG&#xC9;RIO BRAVO. 5.4.12.3.1.4. A posi&#xE7;&#xE3;o "unificadora e n&#xE3;o-diferenciadora" de JOEL TIM&#xD3;TEO. 5.4.12.3.2. Aporias da tese da "fidelidade ao paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o constitucional e legalmente codificado" face ao "paradigma emergente da monitoriza&#xE7;&#xE3;o das comunica&#xE7;&#xF5;es (electr&#xF3;nicas e postais) privadas". 5.4.12.4. Outras formas de transmiss&#xE3;o de dados por via telem&#xE1;tica. 5.4.12.4.1. Obten&#xE7;&#xE3;o e jun&#xE7;&#xE3;o de dados sobre a localiza&#xE7;&#xE3;o celular ou de registos de conversa&#xE7;&#xF5;es e comunica&#xE7;&#xF5;es (factura&#xE7;&#xE3;o detalhada). 5.4.12.4.1.1. Admissibilidade da localiza&#xE7;&#xE3;o celular. I - Legitimidade para o pedido de obten&#xE7;&#xE3;o dos dados de localiza&#xE7;&#xE3;o celular. II - Condicionalismo da admissibilidade da obten&#xE7;&#xE3;o dos dados de localiza&#xE7;&#xE3;o celular. 1.&#xBA;) Crit&#xE9;rio da necessidade ou da perigosidade. 2.&#xBA;) Obrigatoriedade de comunica&#xE7;&#xE3;o ao juiz (de instru&#xE7;&#xE3;o). 2.1. No caso de processo criminal "em curso". 2.2. Fora de um processo criminal. 3.&#xBA;) Valida&#xE7;&#xE3;o judicial da obten&#xE7;&#xE3;o dos dados de localiza&#xE7;&#xE3;o celular. 5.4.12.4.1.2. A obten&#xE7;&#xE3;o de dados de localiza&#xE7;&#xE3;o celular e dados de tr&#xE1;fego. 5.4.12.4.1.2.1. Regime jur&#xED;dico. 1.&#xBA; A "obten&#xE7;&#xE3;o" ou a "jun&#xE7;&#xE3;o" de dados de localiza&#xE7;&#xE3;o ou de tr&#xE1;fego. 2.&#xBA; Fase processual. 3.&#xBA; Ordena&#xE7;&#xE3;o ou autoriza&#xE7;&#xE3;o judicial. 4.&#xBA; Delimita&#xE7;&#xE3;o objectiva e subjectiva. 5.4.12.5. As comunica&#xE7;&#xF5;es entre presentes no CPP e em legisla&#xE7;&#xE3;o avulsa: (des)harmonia legislativa? 5.4.13. Outros casos de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es. 5.4.13.1. A interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas do recluso. 5.4.13.1.1. Enquadramento legal. 5.4.13.1.2. O paradigma da pondera&#xE7;&#xE3;o legalmente codificado em mat&#xE9;ria de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas, telegr&#xE1;ficas e similares do recluso. 5.4.13.1.3. Requisitos materiais da interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es telef&#xF3;nicas, telegr&#xE1;ficas e/ou comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas do recluso. 5.4.13.1.3.1. A coloca&#xE7;&#xE3;o em perigo dos fins da execu&#xE7;&#xE3;o da pena de pris&#xE3;o. 5.4.13.1.3.2. A coloca&#xE7;&#xE3;o em perigo da seguran&#xE7;a no estabelecimento prisional. 5.4.13.1.3.3. A coloca&#xE7;&#xE3;o em risco da ordem do estabelecimento prisional. 5.4.13.1.3.4. A falsidade do relato: a) deliberadamente incorrectos; aa) substancialmente diversos da realidade acerca das condi&#xE7;&#xF5;es do estabelecimento. 5.4.13.1.3.5. Uso de codifica&#xE7;&#xE3;o, encripta&#xE7;&#xE3;o da comunica&#xE7;&#xE3;o ou uso de forma &#xED;leg&#xED;vel/inintelig&#xED;vel ou l&#xED;ngua estrangeira desconhecida sem justifica&#xE7;&#xE3;o. 5.4.13.1.4. Taxatividade das condi&#xE7;&#xF5;es justificadoras da medida de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas no &#xE2;mbito penitenci&#xE1;rio. 5.4.13.1.5. Da desjurisdicializa&#xE7;&#xE3;o da decis&#xE3;o de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas no &#xE2;mbito penitenci&#xE1;rio &#xE0; sua manifesta inconstitucionalidade. 5.4.13.1.5.1. O (des)controlo judicial da medida de autoriza&#xE7;&#xE3;o de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas do recluso. 5.4.13.1.6. Da indetermina&#xE7;&#xE3;o temporal da medida de interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas do recluso &#xE0; sua manifesta inconstitucionalidade. 5.4.13.2. A interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es privadas do recluso travadas com o seu advogado. 5.4.13.2.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 5.4.13.2.2. A plenitude das garantias de defesa e o direito a nomear e ser defendido por advogado "n&#xE3;o monitorizado". 5.4.14. Regimes espec&#xED;ficos de intromiss&#xE3;o nos fluxos informacionais e comunicacionais fora das redes de comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas: a capta&#xE7;&#xE3;o de som e imagem. 5.4.14.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 5.4.14.1.1. O registo de voz e imagem. 5.4.14.1.2. Regime legal do registo de voz e imagem. 5.4.14.2. As formas de videovigil&#xE2;ncia ou capta&#xE7;&#xE3;o/registo de som e imagem. 5.4.14.2.1. A capta&#xE7;&#xE3;o de som e imagem na preven&#xE7;&#xE3;o e repress&#xE3;o criminal. 5.4.14.2.1.1. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema. 5.4.14.2.2. A videovigil&#xE2;ncia na actividade de seguran&#xE7;a de pessoas e coisas. 5.4.14.2.2.1. Regime jur&#xED;dico: Decreto-Lei n.&#xBA; 35/2004, de 21 de Fevereiro. 5.4.14.2.2.2. As implica&#xE7;&#xF5;es da Lei n.&#xBA; 1/2005, de 10 de Mar&#xE7;o: a utiliza&#xE7;&#xE3;o de c&#xE2;maras de v&#xED;deo pelas for&#xE7;as e servi&#xE7;os de seguran&#xE7;a em locais p&#xFA;blicos de utiliza&#xE7;&#xE3;o comum. Conclus&#xF5;es intercalares e perspectivas de investiga&#xE7;&#xE3;o em aberto. Jurisprud&#xEA;ncia seleccionada e consultada. Bibliografia.</subfield>
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