04094nam a2200205 4500001000700000100004100007101000800048200009500056210005300151215002400204300012600228330337300354606000803727606002703735606003203762606001603794606002103810606001903831700003803850384980 a20080606d1962 y0pory50 ba apor aArmas e muniçõesenotas do Laboratório da Polícia CientíficafA. da Silva Santos a[Lisboa]c[Direcção Nacional da PSP]d[1962] a(25) p.cil.d25 cm aSeparata dos n.ºs 151 a 156 da revista "Polícia Portuguesa". Resumo dos artigos inseridos na própria publicação. aSeis artigos de um perito do Laboratório de Polícia Científica da Polícia Judiciária sobre armas e munições:"I) Na primeira de uma série de 6 resenhas sobre «Armas e Munições», citam-se as precauções e os cuidados a tomar num caso em que intervenham armas de fogo (figs.1, 2 e 3). Enumeram-se os 5 tipos principais de perguntas normalmente formuladas ao Laboratório. Apresentam-se finalmente noções fundamentais (calibre, punções e n.º de série) respeitantes à primeira das alíneas citadas: «identificação da arma» (figs. 4 a 10). II) Trata das diferentes classificações das armas, citando-se, em primeiro lugar, as armas de caça (figs. 1, 2 e 3), dando lugar de seguida aos revólveres (figs. 4 e 5) e às pistolas. Termina-se, transcrevendo um exemplo duma arma respeitante a um exame realizado (fig. 6). III) Trata das características morfológicas como elementos identificativos das munições (figs. 1,2,3, e 4). Citam-se, igualmente, as características dimensionais e ponderais e as marcas e símbolos dos fabricantes como elementos de distinção (quadros I e II; figs. 5 e 6). Depois de se passar em revista as munições de armas de defesa referem-se também os elementos respeitantes às munições de caça. Indicam-se pormenores respeitantes aos chumbos, às buchas e às pólvoras (fig. 7). IV) Encaram-se as características técnicas que permitem, através do estudo das cápsulas e projécteis, admitir qual o modelo de arma utilizado e verificar, ainda, dentro do modelo de arma, a responsável pelos disparos (figs. 1, 2 e 3). Citam-se três exemplos que comprovam o interesse destes exames. No primeiro, relata-se o estudo efectuado sobre um projéctil usado e deformado encontrado num local (fig. 4), o qual foi perfeitamente identificado (figs. 5 e 6), tal como o tipo de arma utilizado. No segundo exemplo, elimina-se a responsabilidade de uma arma de ar comprimido, suspeita de ter sido utilizada no disparo de um bago de chumbo tipo «Diabolo» (fig. 7). No último exemplo, descreve-se, sumariamente, uma peritagem de pólvora que permitiu, não só admitir qual o cano de arma caçadeira utilizado, bem como identificar não só pelos resíduos (fig. 8) como pelo tipo de buchas (fig. 9) a marca do cartucho usado. V) Primeiramente, consideram-se os factores a ter em conta na identificação de uma arma, através do estudo comparativo com tiros de ensaio. Descreve-se o fundamento do microscópio de criminalística (figs. 1 e 2) e enumeram-se sistemas de identificação para os casos em que não existem armas suspeitas. Dá-se particular ênfase aos processos utilizados pela Polícia Francesa (figs. 4, 5, 6 e 7).VI) Número inteiramente dedicado à determinação de distâncias de disparos, refere o processo espectrográfico (figs. 1 e 2) e o que utiliza a fotografia com chapas de infravermelho (fig. 3). Trata-se, ainda, do estudo da dispersão dos bagos de chumbo em casos de armas de caça e relata-se um exame em que se procedeu à determinação da distância do disparo efectuado com uma caçadeira (figs. 4 e 5). Termina-se esta série de artigos sobre «Armas e Munições» transcrevendo algumas linhas de BISCHOFP acerca dos cuidados, dificuldades e precauções inerentes a este tipo de peritagens." aLPC aPOLÍCIA JUDICIÁRIA aARMA DE FOGO E MUNIÇÕES aBALÍSTICA aRECOLHA DA PROVA aLOCAL DO CRIME aSANTOSbAntónio Carlos da Silva