02696nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200013300056210021600189215001600405300005500421330193200476606002402408606002302432606001302455606003002468606001602498384499 a20071015d2007 y0pory50 ba apor aEuropean Working Party on Information Technology Crimeerelatório de actividades e considerações críticasfrel. R. Bravo aLisboacSecção Central de Investigação da Criminalidade de Alta Tecnologia - SCICAT. Direcção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira - DCICCEF. PJd2007 a7 p.d30 cm aFicheiro de 56 Kb em formato pdf (7 p.).Reservado. aRelatório de participação na 50.ª Conferência do European Working Party on Information Technolgy Crime (EWPITC), que se realizou na sede da Interpol, em Lyon, entre os dias 1 e 4 de Outubro de 2007. Dos assuntos abordados, destacam-se os seguintes: trabalhos em curso (Grupo de trabalho “Botnets - Malware”); NCRP e G8 (investigações transnacionais; integração da PJ no NCRP - “National Central Reference Point System”; a questão da representação portuguesa no subgrupo “High Tech Crime” do G8); agendamento de reuniões futuras; projectos para 2008 (1. “Tools and techniques for 1st. responders”; 2. “Live data forensics”; 3. “Botnets follow-up - fluxnets”; 4. “Internet cafés”; 5. GPS; 6. “Anti-forensics” - cooperação com Universidades e outras instituições; 7. “Data (traffic) retention”; 8. “Virtual worlds and policing”; 9. “Secure communications for ITC units" - o projecto “B2B”; rede de comunicação tecnológica do “projecto Europa”; 10. “Training”); relatório informal do EWPITC - ocorrências, em vários países europeus, de casos de pornografia infantil, “phishing”, fragilidades de sites institucionais vários e de “e-banking”, “reverse engineering”, “spam” e vírus; conferências (o “High Tech Crime Experts Meeting”, na Holanda, e a conferência da Europol sobre pedofilia, ambas a realizar em Novembro de 2007); prevenção, planos de recolha de informação e formação de inspectores - acompanhamento de tecnologias em implementação (a biometria e a tecnologia de “smart-cards”); prevenção criminal (a falta de consciência ética no mundo virtual - os crimes de burla, afectação da imagem de terceiros, direitos de autor e pornografia infantil); organização intra-policial (unidades de “computer crime”, “cibertráfico” e “ciberterrorismo”). aCRIME INFORMÁTICO aCRIME VIA INTERNET aINTERPOL aSEGURANÇA INFORMÁTICA aRELATÓRIO