02999nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200011000056210003800166215001700204300035200221330206100573606001902634606001502653606003602668710012502704384364 a20070628d2006 y0pory50 ba apor aCausas de ignição humanas dos incêndios florestaiseprojecto de investigaçãoerelatório final a[Lisboa]cCIES-ISCTE : DGRFd2006 a95 p.d30 cm aProjecto financiado pelo Fundo Florestal Permanente (FFP), resultante do protocolo de colaboração celebrado entre o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE (CIES-ISCTE) e a Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF).Disponível também em ficheiro de 989 Kb em formato pdf (96 p.).Resumo inserto na publicação. a"O presente projecto, que decorreu entre Agosto e Outubro de 2006, teve como objectivo principal aprofundar o conhecimento das causas de ignição humanas dos incêndios florestais nos concelhos de Arcos de Valdevez, Paredes, Gouveia, Penela, Proença-a-Nova e Ourém, com uma compreensão da componente relacional do homem com os incêndios e a floresta. Para alcançar este objectivo, utilizou-se uma metodologia qualitativa, suportada tanto por técnicas qualitativas como quantitativas. Assim, foram aplicadas entrevistas formais e informais, inquéritos e revisão de bases de dados das ocorrências. Como conclusões principais deste projecto, ressaltam as seguintes causas principais por cada concelho: Arcos de Valdevez – negligência (queimadas de resíduos agrícolas, de matos, para renovação de pastagens e para caça e pesca) e incendiarismo (gestão de baldios e vinganças); Paredes – negligência (queimadas de resíduos agrícolas e de matos) e incendiarismo (uso do solo, venda de madeira e provocação dos meios de combate); Gouveia – negligência (queimadas para renovação de pastagens) e incendiarismo (conflitos de caça); Penela – negligência (queimadas de resíduos agrícolas e de matos, queimas de lixo); Proença-a-Nova – incendiarismo (piromania e venda de madeira); Ourém – negligência (queimadas de resíduos agrícolas)." Conteúdos - Índice. Agradecimentos. 1. Introdução. 2. Metodologia: 2.1. Concelhos e freguesias em estudo; 2.2. Técnicas; 2.3. Cronograma; 2.4. Equipa de trabalho; 2.5. Orçamentação. 3. Os concelhos: 3.1. Geografia; 3.2. Sociedade e economia; 3.3. Agricultura e floresta. 4. Os incêndios: 4.1. Arcos de Valdevez; 4.2. Paredes; 4.3. Gouveia; 4.4. Penela; 4.5. Proença-a-Nova; 4.6. Ourém. 5. Causas e motivações: 5.1. Arcos de Valdevez; 5.2. Paredes; 5.3. Gouveia; 5.4. Penela; 5.5. Proença-a-Nova; 5.6. Ourém. 6. Fecho: 6.1. Considerações finais; 6.2. Conclusões; 6.3. Recomendações. 7. Bibliografia. Anexo. aFOGO FLORESTAL aFOGO POSTO aPREVENÇÃO DE FOGO FLORESTAL aPortugalbMinistério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas. Direcção-Geral dos Recursos Florestais