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    <subfield code="a">As pol&#xED;ticas de seguran&#xE7;a e os modelos de policiamento</subfield>
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    <subfield code="a">Pref&#xE1;cio. Introdu&#xE7;&#xE3;o. I Parte &#x2013; O Estado e a Seguran&#xE7;a: novos caminhos face a novos desafios.Cap&#xED;tulo 1 - O Estado, a Administra&#xE7;&#xE3;o P&#xFA;blica e o Cidad&#xE3;o. 1.1. O Estado: uma entidade em transforma&#xE7;&#xE3;o. 1.1.1. As formas de Estado: do centralismo ao federalismo. 1.1.2. Os tipos de Estado: da forma&#xE7;&#xE3;o do Estado moderno ao Estado social de direito. 1.1.3. O Estado-provid&#xEA;ncia: um modelo em crise!? 1.1.4. O Estado regulador: complexidade e judiciariza&#xE7;&#xE3;o. 1.1.5. O Estado face a uma nova governan&#xE7;a: descentraliza&#xE7;&#xE3;o e parcerias. 1.2. Administra&#xE7;&#xE3;o P&#xFA;blica: ao servi&#xE7;o da cidadania e do Estado democr&#xE1;tico. 1.2.1. A administra&#xE7;&#xE3;o e os sistemas administrativos: separa&#xE7;&#xE3;o modelar e aproxima&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rica. 1.2.2. A reforma da administra&#xE7;&#xE3;o p&#xFA;blica e as diferen&#xE7;as culturais: limites e oportunidades. 1.2.3. As reformas gestion&#xE1;rias na administra&#xE7;&#xE3;o p&#xFA;blica: para uma maior efic&#xE1;cia, efici&#xEA;ncia e excel&#xEA;ncia. 1.2.3.1. O New Public Management: reinventar uma nova gest&#xE3;o p&#xFA;blica. 1.2.3.2. Cr&#xED;ticas ao managerialismo: nem tudo &#xE9; mensur&#xE1;vel! 1.3. O Cidad&#xE3;o: participa&#xE7;&#xE3;o e integra&#xE7;&#xE3;o. 1.3.1. A administra&#xE7;&#xE3;o p&#xFA;blica ao servi&#xE7;o do cidad&#xE3;o/cliente: cliente ou cidad&#xE3;o!? 1.3.2. As rela&#xE7;&#xF5;es entre a administra&#xE7;&#xE3;o e os cidad&#xE3;os: apelar &#xE0; participa&#xE7;&#xE3;o dos cidad&#xE3;os. 1.3.3. O cidad&#xE3;o e os direitos de cidadania: declarar e assegurar os direitos. Cap&#xED;tulo 2 - A seguran&#xE7;a e o Estado. 2.1. O Estado face &#xE0; inseguran&#xE7;a. 2.1.1. A seguran&#xE7;a enquanto bem p&#xFA;blico e actividade basilar do Estado. 2.1.2. A inseguran&#xE7;a. 2.1.2.1. O que &#xE9; a inseguran&#xE7;a? 2.1.2.2. Que raz&#xF5;es para a inseguran&#xE7;a? 2.1.2.3. Os factores desencadeadores da delinqu&#xEA;ncia e da inseguran&#xE7;a. 2.1.2.3.1. A globaliza&#xE7;&#xE3;o. 2.1.2.3.2. Factores de natureza econ&#xF3;mica. 2.1.2.3.3. O factor despacializa&#xE7;&#xE3;o do modo de vida e a emerg&#xEA;ncia das redes profissionais. 2.1.2.3.4. As incivilidades, como causa do crime e do sentimento de inseguran&#xE7;a. 2.2. Face &#xE0; inseguran&#xE7;a uma nova resposta p&#xFA;blica. 2.2.1. A &#x201C;governance&#x201D; da seguran&#xE7;a e a emerg&#xEA;ncia de um novo conceito de seguran&#xE7;a. 2.2.2. A quest&#xE3;o das pol&#xED;ticas p&#xFA;blicas de seguran&#xE7;a. 2.2.3. Os novos paradigmas da seguran&#xE7;a. 2.2.3.1. O paradigma da preven&#xE7;&#xE3;o. 2.2.3.2. A media&#xE7;&#xE3;o. 2.2.3.3. Proximidade e Parcerias. 2.2.3.3.1. A proximidade. 2.2.3.3.2. As parcerias. 2.3. Em busca de um novo paradigma policial. 2.3.1. As reformas policiais. 2.3.2. Os sistemas e modelos policiais. 2.3.3. A din&#xE2;mica pol&#xED;tica e &#x201C;societal&#x201D; e os modelos policiais. 2.3.4. A no&#xE7;&#xE3;o de pol&#xED;cia e a sua especificidade. 2.3.5. Na direc&#xE7;&#xE3;o de um novo modelo de pol&#xED;cia. 2.3.5.1. O modelo profissional de pol&#xED;cia. 2.3.5.2. O modelo de pol&#xED;cia comunit&#xE1;ria. 2.3.5.2.1. O que &#xE9; a pol&#xED;cia comunit&#xE1;ria e que raz&#xF5;es motivaram o seu aparecimento. As origens do modelo de pol&#xED;cia comunit&#xE1;ria. As caracter&#xED;sticas do modelo de pol&#xED;cia comunit&#xE1;ria As limita&#xE7;&#xF5;es ao modelo de pol&#xED;cia comunit&#xE1;ria ou de proximidade. O policiamento orientado para a resolu&#xE7;&#xE3;o dos problemas. A avalia&#xE7;&#xE3;o dos modelos e do trabalho policial. A complexidade do processo reformador. II Parte &#x2013; Os sistemas, as organiza&#xE7;&#xF5;es policiais e as reformas de pol&#xED;tica p&#xFA;blica de seguran&#xE7;a.Cap&#xED;tulo 1 - Os sistemas, os modelos e as pol&#xED;ticas policiais em Espanha, no Canad&#xE1; e em Fran&#xE7;a. 1.1. Um sistema semi-descentralizado e uma nova pol&#xED;tica reformadora: o caso espanhol. 1.1.1. Um Estado regionalizado, face a um preocupante aumento do crime 1.1.2. De um sistema policial centralizado e autorit&#xE1;rio para um sistema semi-descentralizado e democr&#xE1;tico. 1.1.3. As for&#xE7;as de seguran&#xE7;a do Estado, face a um dif&#xED;cil processo de renova&#xE7;&#xE3;o. 1.1.4. Um processo reformador gradual, complexo e problem&#xE1;tico. 1.1.5. As pol&#xED;ticas de seguran&#xE7;a e o seu recente direccionamento para a pol&#xED;cia de proximidade. 1.1.6. O Corpo Nacional de Pol&#xED;cia, na senda da moderniza&#xE7;&#xE3;o. 1.1.6.1. As novas pol&#xED;ticas gestion&#xE1;rias aplicadas &#xE0; pol&#xED;cia: a implementa&#xE7;&#xE3;o do programa "Polic&#xED;a 2000". 1.1.6.2. Um modelo territorial, desenhado para o combate &#xE0; pequena e m&#xE9;dia criminalidade e ao sentimento de inseguran&#xE7;a. 1.1.6.3. Acompanhamento e controlo operacional do programa. 1.1.6.4. Um sistema policial semi-descentralizado e um processo reformador de natureza intra-organizacional. 1.2. Um sistema descentralizado de pol&#xED;cia e uma pol&#xED;tica de seguran&#xE7;a dirigida ao cliente da seguran&#xE7;a: o caso canadiano. 1.2.1. Um Estado federal, face a uma criminalidade em regress&#xE3;o. 1.2.2. Um sistema policial descentralizado e fragmentado. 1.2.3. O sistema policial e as modernas organiza&#xE7;&#xF5;es policiais canadianas 1.2.4. A emerg&#xEA;ncia da pol&#xED;cia de proximidade: o caso da S&#xFB;ret&#xE9; du Qu&#xE9;bec. 1.2.5. Um sistema policial descentralizado e fragmentado, baseado numa permanente preocupa&#xE7;&#xE3;o de bem servir o cidad&#xE3;o/cliente da seguran&#xE7;a. 1.3. Um sistema centralizado de pol&#xED;cia e uma larga tradi&#xE7;&#xE3;o nas pol&#xED;ticas de seguran&#xE7;a: o caso franc&#xEA;s. 1.3.1. Um Estado centralizado, perante um preocupante aumento da inseguran&#xE7;a. 1.3.2. Um sistema policial centralizado e dualista. 1.3.3. As pol&#xED;ticas de seguran&#xE7;a e de reforma da Pol&#xED;cia Nacional de 1981 a 2002. 1.3.4. A pol&#xED;cia de proximidade: uma resposta de cidadania ao fen&#xF3;meno da inseguran&#xE7;a. 1.3.5. Um sistema centralizado, o dual e profissional, face ao desafio da proximidade. Cap&#xED;tulo 2 - Um sistema fragmentado e especializado e uma embrion&#xE1;ria pol&#xED;tica p&#xFA;blica: o caso portugu&#xEA;s. 2.1. O Estado face &#xE0; inseguran&#xE7;a. 2.2. Um sistema policial centralizado, plural e especializado. 2.2.1. A seguran&#xE7;a p&#xFA;blica: generaliza&#xE7;&#xE3;o e territorialidade. 2.2.2. A investiga&#xE7;&#xE3;o criminal: reserva e especialidade. 2.2.3. Especificidade do sistema de seguran&#xE7;a. 2.2.4. Opini&#xF5;es e coment&#xE1;rios sobre o modelo policial portugu&#xEA;s. 2.3. Um sistema policial, fruto de uma evolu&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rica conturbada e pouco sistem&#xE1;tica. 2.4. Uma permanente indefini&#xE7;&#xE3;o estatut&#xE1;ria: o caso da PSP. 2.5. O trajecto futuro do sistema policial portugu&#xEA;s. 2.6. As organiza&#xE7;&#xF5;es policiais, face a um dif&#xED;cil processo reformador. 2.7. As pol&#xED;ticas p&#xFA;blicas de seguran&#xE7;a, nos &#xFA;ltimos trinta anos: consolida&#xE7;&#xE3;o, economicidade e uma ideia de proximidade. 2.8. O policiamento de proximidade: uma ideia pol&#xED;tica sem dimens&#xE3;o organizacional. 2.9. Os programas especiais: entre inova&#xE7;&#xE3;o e voluntarismo.Conclus&#xE3;o. Fontes. Bibliografia.</subfield>
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