01844nam a2200205 4500001000700000010001500007100004100022101000800063200008600071210010200157215002000259225002400279300025000303330097000553606002101523606001501544606002301559606002701582700002901609384053 a9728004745 a20070213d2005 y0pory50 ba apor aAs forças armadas e o terrorismobRecurso eletrónicofJosé Augusto de Brito aLisboacGrupo de Estudo e Reflexão de Estratégia - GERE. Comissão Cultural da Marinhad2005 a1 CD-ROMd12 cm aCadernos Navaisv12 aResumo inserto no próprio artigo. Ficheiro de 174 Kb em formato PDF (29 f.). Também disponível em: https://www.marinha.pt/PT/noticiaseagenda/informacaoReferencia/cadernosnavais/Documents/CadernosNavais12.pdf.Acedido em: 26 de Junho de 2009. aAs Forças Armadas portuguesas têm vindo a participar no desenvolvimento das medidas de contenção do terrorismo levadas a cabo pela NATO e por outras organizações de que Portugal é parte. Na frente interna, colaboraram em acções de prevenção durante a realização do EURO 2004. Embora se tenha revisto recentemente os conceitos estratégico e militar e as missões há necessidade de adequar outra legislação para enquadrar a actuação das Forças Armadas em território nacional. A Marinha encontra-se numa situação privilegiada mercê da sua colaboraçãocom os órgãos do Sistema da Autoridade Marítima. A actuação conjunta dos vários intervenientes, civis e militares, aconselha a elaboração de um Plano Nacional Anti-Terrorismo. Face à sua inexistência, foram tomadas medidas na área militar e efectuados estudos sobre conceitos de actuação. Uma das opções é apresentada neste trabalho. aFORÇAS ARMADAS aTERRORISMO aPLANO DE ACÇÃO aMEDIDAS DE SEGURANÇA aBRITObJosé Augusto de