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    <subfield code="a">A geografia da justi&#xE7;a</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="e">para um novo mapa judici&#xE1;rio</subfield>
    <subfield code="f">dir. cient&#xED;fico Boaventura de Sousa Santos</subfield>
    <subfield code="g">coord. Concei&#xE7;&#xE3;o Gomes</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
    <subfield code="c">Observat&#xF3;rio Permanente da Justi&#xE7;a Portuguesa</subfield>
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    <subfield code="a">Ficheiros em formato pdf (84,7 Mb - 4801 f.). Dispon&#xED;vel tamb&#xE9;m em: https://opj.ces.uc.pt/portugues/relatorios/relatorio_A_Geografia_da_Justica.html. Acedido a 19 de maio de 2015.</subfield>
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    <subfield code="a">&#xCD;ndice geral. Agradecimentos. Introdu&#xE7;&#xE3;o geral. Cap&#xED;tulo I - An&#xE1;lise de estudos e experi&#xEA;ncias comparadas. Introdu&#xE7;&#xE3;o.1. O caso da Fran&#xE7;a. 1.1. A organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria. 1.2. A constru&#xE7;&#xE3;o dos territ&#xF3;rios de justi&#xE7;a: uma perspectiva s&#xF3;cio-pol&#xED;tica do mapa judici&#xE1;rio franc&#xEA;s. 2. O caso da Holanda. 2.1. A organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria. 2.2. Os movimentos de reforma: breve refer&#xEA;ncia. 2.3. Algumas quest&#xF5;es em debate. 3. O caso da &#xC1;ustria. 3.1. A organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria. 3.2. Reformas introduzidas e quest&#xF5;es em debate. 4. O caso da Noruega &#x2013; a proposta de reforma pela concentra&#xE7;&#xE3;o de tribunais de primeira inst&#xE2;ncia. 4.1. A organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria norueguesa. 4.2. A reforma dos tribunais de primeira inst&#xE2;ncia. 5. O caso da Su&#xE9;cia: o movimento de concentra&#xE7;&#xE3;o dos tribunais. 5.1. A organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria sueca. 5.2. O movimento de reforma. 6. O caso da Alemanha. 6.1. A organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria. 6.2. Algumas medidas de reorganiza&#xE7;&#xE3;o do sistema judicial. 7. A ac&#xE7;&#xE3;o normativa do Conselho da Europa. 8. A Comiss&#xE3;o Europeia para a Efic&#xE1;cia da Justi&#xE7;a. 9. Relat&#xF3;rio da Comiss&#xE3;o Europeia para a Efic&#xE1;cia da Justi&#xE7;a sobre quest&#xF5;es relativas &#xE0; jurisdi&#xE7;&#xE3;o territorial (2003). Conclus&#xF5;es. Cap&#xED;tulo II - A evolu&#xE7;&#xE3;o da organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria ap&#xF3;s a Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1976. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 1. A reforma judici&#xE1;ria do p&#xF3;s-25 de Abril: o per&#xED;odo entre 1977 e 1987. 1.1. As principais altera&#xE7;&#xF5;es da Lei Org&#xE2;nica dos Tribunais Judiciais de 1977. 1.2. A Regulamenta&#xE7;&#xE3;o de 1978: os pressupostos e a pr&#xE1;tica. 2. O per&#xED;odo entre 1987 e 1999: a experi&#xEA;ncia dos tribunais de c&#xED;rculo. 2.1. As principais altera&#xE7;&#xF5;es da Lei Org&#xE2;nica dos Tribunais Judiciais de 1987. 2.2. Os mapas judici&#xE1;rios do per&#xED;odo 1987-1999. 3. A Lei de Organiza&#xE7;&#xE3;o e Funcionamento dos Tribunais Judiciais de 1999: a extin&#xE7;&#xE3;o dos tribunais de c&#xED;rculo. 3.1. A Lei n.&#xBA; 3/99, de 13 de Janeiro. 3.2. O Decreto-Lei n.&#xBA; 186-A/99, de 31 de Maio. 3.3. O Decreto-Lei n.&#xBA; 178/2000, de 9 de Agosto. 3.4. O Decreto-Lei n.&#xBA; 246-A/2001, de 14 de Setembro. 3.5. O Decreto-Lei n.&#xBA; 148/2004, de 21 de Junho. 3.6. O Decreto-Lei n.&#xBA; 76-A/2006, de 29 de Mar&#xE7;o. 4. As reformas de desjudicializa&#xE7;&#xE3;o e de simplifica&#xE7;&#xE3;o processual. Conclus&#xF5;es. Cap&#xED;tulo III - Representa&#xE7;&#xE3;o cartogr&#xE1;fica e an&#xE1;lise s&#xF3;cio-econ&#xF3;mica de Portugal Continental: Uma breve an&#xE1;lise &#xE0; escala da Comarca/Concelho. Introdu&#xE7;&#xE3;o. Metodologia. 1. Enquadramento territorial do mapa judici&#xE1;rio. 2. Territ&#xF3;rio. 2.1. &#xC1;rea. 2.2. Freguesias. 2.3. Densidade populacional. 2.4. As acessibilidades. 3. Popula&#xE7;&#xE3;o e condi&#xE7;&#xF5;es sociais. 3.1. Popula&#xE7;&#xE3;o residente (HM) (1991, 2001). 3.2. Popula&#xE7;&#xE3;o presente (HM) em 2001. 3.3. Popula&#xE7;&#xE3;o residente (HM) &#x2013; menos de 14 anos (1991, 2001). 3.4. Popula&#xE7;&#xE3;o residente (HM) &#x2013; 15 a 24 anos (1991, 2001). 3.5. Popula&#xE7;&#xE3;o residente (HM) &#x2013; 25 a 64 anos (1991, 2001). 3.6. Popula&#xE7;&#xE3;o residente (HM) &#x2013; 65 ou mais anos (1991, 2001). 3.7. Varia&#xE7;&#xE3;o da popula&#xE7;&#xE3;o residente entre 1991 e 2001. 3.8. Edif&#xED;cios (1991, 2001). 4. Economia e finan&#xE7;as (dados 2002). 4.1. Empresas sediadas (2002). 4.2. Sociedades sediadas (2002). 4.3. Sociedades do sector prim&#xE1;rio. 4.4. Sociedades do sector secund&#xE1;rio. 4.5. Sociedades do sector terci&#xE1;rio. 4.6. Institui&#xE7;&#xF5;es financeiras. 4.7. Companhias de seguro. Conclus&#xF5;es. Cap&#xED;tulo IV - Os pa&#xED;ses judici&#xE1;rios: cartografia da procura e da oferta dos tribunais. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 1. O movimento processual. 1.1. O movimento processual com injun&#xE7;&#xF5;es: pendentes, entrados e findos (1991-2004). 1.2. O movimento processual das ac&#xE7;&#xF5;es c&#xED;veis (sem injun&#xE7;&#xF5;es): pendentes, entrados e findos (1991-2004). 1.3. Evolu&#xE7;&#xE3;o dos processos de injun&#xE7;&#xE3;o, pendentes, entrados e findos (1999-2004). 1.4. Evolu&#xE7;&#xE3;o dos processos penais pendentes, entrados e findos (1991-2004). 2. Distribui&#xE7;&#xE3;o dos processos entrados e pendentes por jurisdi&#xE7;&#xE3;o. 2.1. O objecto de lit&#xED;gio das ac&#xE7;&#xF5;es declarativas. 2.2. A distribui&#xE7;&#xE3;o dos processos-crime por tipos de crime agrupados. 3. Os mobilizadores na justi&#xE7;a c&#xED;vel (ac&#xE7;&#xF5;es declarativas e executivas). 4. A geografia da justi&#xE7;a: distribui&#xE7;&#xE3;o territorial do volume da procura judicial. 4.1. A procura por distrito judicial. 5. A geografia da justi&#xE7;a: jurisdi&#xE7;&#xF5;es e objecto de lit&#xED;gio. 5.1. Distribui&#xE7;&#xE3;o territorial da procura por jurisdi&#xE7;&#xE3;o. 5.2. Distribui&#xE7;&#xE3;o territorial das ac&#xE7;&#xF5;es c&#xED;veis. 5.3. Distribui&#xE7;&#xE3;o territorial do tipo de tribunais: Varas, ju&#xED;zos, ju&#xED;zos de pequena inst&#xE2;ncia e de comarca. 6. As Regi&#xF5;es Aut&#xF3;nomas dos A&#xE7;ores e da Madeira. 6.1. A Regi&#xE3;o Aut&#xF3;noma dos A&#xE7;ores. 6.2. A Regi&#xE3;o Aut&#xF3;noma da Madeira. Conclus&#xF5;es. Cap&#xED;tulo V - Para um novo mapa judici&#xE1;rio: o caso espec&#xED;fico do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 1. O desenho constitucional do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico. 2. As fun&#xE7;&#xF5;es do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico. 3. A organiza&#xE7;&#xE3;o do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico. 4. A distribui&#xE7;&#xE3;o territorial de algumas das actividades do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico. 5. O Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico e a reorganiza&#xE7;&#xE3;o do mapa judici&#xE1;rio &#x2013; an&#xE1;lise do discurso dos magistrados do Minist&#xE9;rio Publico. 5.1. A necessidade de mudan&#xE7;a. 5.2. Os caminhos da reforma: concentra&#xE7;&#xE3;o versus proximidade. 5.3. Os perigos da concentra&#xE7;&#xE3;o. 5.4. A necessidade de cria&#xE7;&#xE3;o de um tribunal criminal de julgamento para a criminalidade complexa. 5.5. As especificidades do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico na reforma. Conclus&#xF5;es. Cap&#xED;tulo VI - A territorializa&#xE7;&#xE3;o da Justi&#xE7;a &#x2013; Que debate em Portugal? Introdu&#xE7;&#xE3;o. 1. Estudos e reflex&#xF5;es: breve an&#xE1;lise do estudo &#x201C;Os tribunais e o territ&#xF3;rio: um contributo para o debate sobre a reforma da organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria em Portugal&#x201D; (2002). 2. Outras reflex&#xF5;es. 3. Propostas concretas de reorganiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria. 3.1. Conclus&#xF5;es do III Encontro Anual do Conselho Superior da Magistratura. 3.2. Propostas da Associa&#xE7;&#xE3;o Sindical dos Ju&#xED;zes Portugueses. 3.3. Propostas do Congresso da Justi&#xE7;a, de 2003. 3.4. A proposta do Procurador-Geral Distrital de Lisboa - Dr. Jo&#xE3;o Dias Borges. 3.5. A proposta do Procurador-Geral Distrital de Coimbra &#x2013; Dr. Braga Temido. 3.6. A proposta da Associa&#xE7;&#xE3;o Forense do Oeste. 3.7. A proposta de tr&#xEA;s advogados. 3.8. As propostas de um magistrado judicial. 4. O mapa e a organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria no discurso dos operadores judici&#xE1;rios. 4.1. As disfuncionalidades do actual modelo de organiza&#xE7;&#xE3;o territorial do sistema de justi&#xE7;a. 4.2. A reorganiza&#xE7;&#xE3;o territorial do sistema de justi&#xE7;a e o novo paradigma de pol&#xED;tica p&#xFA;blica de justi&#xE7;a. 4.3. A reorganiza&#xE7;&#xE3;o do mapa e da organiza&#xE7;&#xE3;o judici&#xE1;ria no quadro de outras reformas. 4.4. Perspectivas para uma nova territorializa&#xE7;&#xE3;o da justi&#xE7;a. Conclus&#xF5;es.Cap&#xED;tulo VII - Para uma nova geografia da justi&#xE7;a: a distribui&#xE7;&#xE3;o territorial da procura judicial &#xE0; escala dos c&#xED;rculos judiciais e NUTS III. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 1. A distribui&#xE7;&#xE3;o territorial dos processos entrados: c&#xED;rculos judiciais e NUTS III. 2. Processos de litiga&#xE7;&#xE3;o de &#x201C;massa&#x201D;: c&#xED;rculos judiciais e NUTS III. 2.1. Distribui&#xE7;&#xE3;o territorial das ac&#xE7;&#xF5;es declarativas de d&#xED;vida. 2.2. Distribui&#xE7;&#xE3;o territorial das injun&#xE7;&#xF5;es. 2.3. A distribui&#xE7;&#xE3;o territorial das ac&#xE7;&#xF5;es executivas. 2.4. Distribui&#xE7;&#xE3;o territorial de crimes de via&#xE7;&#xE3;o. 2.5. Distribui&#xE7;&#xE3;o territorial de crimes de emiss&#xE3;o de cheque sem provis&#xE3;o. 3. Distribui&#xE7;&#xE3;o territorial dos lit&#xED;gios especializados: c&#xED;rculos judiciais e NUTS III. 3.1. A distribui&#xE7;&#xE3;o territorial dos lit&#xED;gios relativos a fam&#xED;lia e menores. 3.2. Distribui&#xE7;&#xE3;o territorial dos lit&#xED;gios relativos a contratos de sociedade, exerc&#xED;cio de direitos sociais e propriedade industrial. 3.3. A distribui&#xE7;&#xE3;o territorial dos processos de instru&#xE7;&#xE3;o. 4. Distribui&#xE7;&#xE3;o territorial da litiga&#xE7;&#xE3;o &#x201C;nuclear&#x201D;: c&#xED;rculos judiciais e NUTS III. 4.1. A distribui&#xE7;&#xE3;o territorial da litiga&#xE7;&#xE3;o &#x201C;nuclear&#x201D; por c&#xED;rculo. 4.2. A distribui&#xE7;&#xE3;o territorial da litiga&#xE7;&#xE3;o &#x201C;nuclear&#x201D; por NUT III. Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas. Conclus&#xF5;es e Propostas. Anexos.</subfield>
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