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    <subfield code="a">O sistema de recursos em processo civil e em processo penal</subfield>
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    <subfield code="c">Coimbra Editora</subfield>
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    <subfield code="a">Nota pr&#xE9;via. Cap&#xED;tulo I - Caracteriza&#xE7;&#xE3;o dos tribunais superiores: organiza&#xE7;&#xE3;o, funcionamento e movimento processual. 1.Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2.Os tribunais superiores na jurisdi&#xE7;&#xE3;o civil. 3.Regime jur&#xED;dico da gest&#xE3;o administrativa. 4.A cria&#xE7;&#xE3;o das Rela&#xE7;&#xF5;es de Guimar&#xE3;es e de Faro. 5.Caracteriza&#xE7;&#xE3;o preliminar dos tribunais superiores. 5.1.Supremo Tribunal de Justi&#xE7;a. 5.1.1.Pessoal ao servi&#xE7;o. 5.1.2.Instala&#xE7;&#xF5;es. 5.1.3.Equipamentos. 5.2.Tribunal da Rela&#xE7;&#xE3;o de Lisboa. 5.2.1.Pessoal ao servi&#xE7;o. 5.2.2.Instala&#xE7;&#xF5;es. 5.2.3.Equipamentos. 5.3.Tribunal da Rela&#xE7;&#xE3;o do Porto. 5.3.1.Pessoal ao servi&#xE7;o. 5.3.2.Instala&#xE7;&#xF5;es. 5.3.3.Equipamentos. 5.4.Tribunal da Rela&#xE7;&#xE3;o de Coimbra. 5.4.1.Pessoal ao servi&#xE7;o. 5.4.2.Instala&#xE7;&#xF5;es. 5.4.3.Equipamentos. 5.5.Tribunal da Rela&#xE7;&#xE3;o de &#xC9;vora. 5.5.1.Pessoal ao servi&#xE7;o. 5.5.2.Instala&#xE7;&#xF5;es. 5.5.3.Equipamentos. 5.6.Tribunal da Rela&#xE7;&#xE3;o de Guimar&#xE3;es. 5.6.1.Pessoal ao servi&#xE7;o. 5.6.2.Instala&#xE7;&#xF5;es. 5.6.3.Equipamentos. 5.7.An&#xE1;lise comparativa da dota&#xE7;&#xE3;o de recursos humanos dos tribunais superiores, por categoria profissional. 5.7.1.Magistrados judiciais. 5.7.2.Minist&#xE9;rio p&#xFA;blico. 5.7.3.Secret&#xE1;rios e escriv&#xE3;es. 5.7.4.T&#xE9;cnicos de justi&#xE7;a. 5.7.5.Outro pessoal. 5.8.An&#xE1;lise comparativa dos recursos humanos, instala&#xE7;&#xF5;es e equipamentos. 5.8.1.An&#xE1;lise comparativa da dota&#xE7;&#xE3;o de recursos humanos dos tribunais superiores, por tribunal. 5.8.2.An&#xE1;lise comparativa da dota&#xE7;&#xE3;o de instala&#xE7;&#xF5;es dos tribunais superiores. 5.8.3.An&#xE1;lise comparativa da dota&#xE7;&#xE3;o de equipamentos dos tribunais superiores. 6.Caracteriza&#xE7;&#xE3;o dos processos nos tribunais superiores. 7.Principais mat&#xE9;rias das decis&#xF5;es objecto de recurso. 7.1.Recursos c&#xED;veis. 7.2.Recursos penais. 8.Al&#xE7;adas, valores das causas e mat&#xE9;rias recorridas. 8.1.Valores actuais das al&#xE7;adas nacionais. 8.2.Compara&#xE7;&#xE3;o dos valores das al&#xE7;adas fixadas em 1975 com correc&#xE7;&#xE3;o monet&#xE1;ria com os valores actuais. 8.3.Valor m&#xE9;dio das causas. 9.Recursos providos e n&#xE3;o providos. 9.1.An&#xE1;lise global das taxas de provimento (total e parcial) dos recursos findos. 9.2.An&#xE1;lise do resultado dos recursos findos por &#xE1;rea processual e por tribunal superior. 10.A morosidade processual confronto da dura&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia dos processos na primeira inst&#xE2;ncia com a dura&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dia dos recursos. 11.Medi&#xE7;&#xE3;o do desempenho dos tribunais superiores. 11.1.Desempenho global dos tribunais superiores - efici&#xEA;ncia e taxa de resolu&#xE7;&#xE3;o. 11.2.Desempenho dos magistrados judiciais e dos oficiais de justi&#xE7;a - Carga de trabalho e produtividade. Cap&#xED;tulo II - Contributos para uma reforma do regime de recursos em processo civil e processo penal. Sec&#xE7;&#xE3;o I - Recursos em processo civil. 1.Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2.Linhas gerais do regime de recursos. 2.1.Esp&#xE9;cies de recursos. 2.2.Tramita&#xE7;&#xE3;o. 2.3.Julgamento e poderes de cogni&#xE7;&#xE3;o. 3.Aspectos particulares do regime dos recursos. 3.1.Tramita&#xE7;&#xE3;o unit&#xE1;ria dos recursos ordin&#xE1;rios. 3.1.1.Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 3.1.2.Direitos estrangeiros. 3.1.3.Tramita&#xE7;&#xE3;o unit&#xE1;ria: uma quest&#xE3;o essencialmente nominal. 3.2.Apresenta&#xE7;&#xE3;o das alega&#xE7;&#xF5;es no momento da interposi&#xE7;&#xE3;o do recurso. 3.3.O julgamento por juiz singular nos tribunais superiores. 3.3.1.O regime vigente. 3.3.2.O mecanismo da decis&#xE3;o liminar do objecto do recurso (artigo 705.&#xBA;). 3.4.O princ&#xED;pio da oralidade nos tribunais superiores. 3.4.1.Direitos estrangeiros. 3.4.2.A renova&#xE7;&#xE3;o da prova nos tribunais superiores (artigo 712.&#xBA;, n.&#xBA; 3). 3.5.Alega&#xE7;&#xF5;es orais nos tribunais superiores. 3.6.Direito de recurso. 3.6.1.Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 3.6.2.Al&#xE7;adas. 3.6.3.A fun&#xE7;&#xE3;o do Supremo Tribunal de Justi&#xE7;a no sistema de recursos. 3.6.3.1.A revista. 3.6.3.2.A revista per saltum. 3.6.3.3.O paradigma do Supremo Tribunal de Justi&#xE7;a. 3.6.3.4.Recurso de uniformiza&#xE7;&#xE3;o de jurisprud&#xEA;ncia. Sec&#xE7;&#xE3;o II - Recursos em processo penal. 1.Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2.Linhas gerais do regime dos recursos. 2.1.Esp&#xE9;cies de recursos. 2.2.Fun&#xE7;&#xE3;o do recurso. 2.3.Tramita&#xE7;&#xE3;o. 2.4.Graus de recurso, inst&#xE2;ncias competentes e poderes de cogni&#xE7;&#xE3;o. 2.4.1.C&#xF3;digo de processo penal de 1929. 2.4.2.C&#xF3;digo de processo penal de 1987. 3.Aspectos particulares do regime dos recursos. 3.1.A audi&#xEA;ncia de julgamento do recurso. 3.2.A reparti&#xE7;&#xE3;o de compet&#xEA;ncias entre as inst&#xE2;ncias de recurso. O papel do Supremo. 3.3.O duplo grau de recurso. 3.4.O registo da prova e a respectiva transcri&#xE7;&#xE3;o. 3.5.O dever de fundamenta&#xE7;&#xE3;o do despacho de aplica&#xE7;&#xE3;o de medida de coac&#xE7;&#xE3;o. 3.6.Recurso por arguido sujeito a pris&#xE3;o preventiva. 3.7.Recurso de fixa&#xE7;&#xE3;o de jurisprud&#xEA;ncia. Conclus&#xF5;es. Anexos: A. Movimenta&#xE7;&#xE3;o processual e pessoal ao servi&#xE7;o; B. Recursos c&#xED;veis; C. Recursos penais; D. Principais mat&#xE9;rias e crimes dos recursos e valores m&#xE9;dios das causas; E. Compara&#xE7;&#xE3;o das fun&#xE7;&#xF5;es legalmente previstas para o administrador, secret&#xE1;rio de justi&#xE7;a e secret&#xE1;rio de tribunal superior. Bibliografia.</subfield>
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    <subfield code="a">AC&#xC7;&#xD5;ES E RECURSOS</subfield>
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