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    <subfield code="a">Contributo para o aprofundamento do conhecimento de traject&#xF3;rias criminais institucionalizadas do g&#xE9;nero feminino</subfield>
    <subfield code="e">estudo dos registos da Pol&#xED;cia Judici&#xE1;ria</subfield>
    <subfield code="f">Jos&#xE9; Manuel Pires Leal</subfield>
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    <subfield code="a">Lisboa</subfield>
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    <subfield code="a">xiv, 388 p., anexos</subfield>
    <subfield code="d">30 cm</subfield>
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    <subfield code="a">Disserta&#xE7;&#xE3;o apresentada para a obten&#xE7;&#xE3;o do grau de Mestre em Criminologia, pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto, orientada por C&#xE2;ndido da Agra (FDU) e Cristina Leite Queir&#xF3;s (FDCEUP). (Ver tb 19.D.18/27855).</subfield>
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    <subfield code="a">Introdu&#xE7;&#xE3;o. Parte I - Enquadramento te&#xF3;rico-cr&#xED;tico. 1. defini&#xE7;&#xF5;es: traject&#xF3;ria criminal e comportamento criminal. 1.1 Elementos para contextualizar as traject&#xF3;rias criminais. 1.1.1 Normas e desvio. 1.1.2 O crime. 1.2 Enfoques estruturais e processuais na descodifica&#xE7;&#xE3;o do comportamento criminal. 1.2.1 O biol&#xF3;gico. 1.2.2 A psique. 1.2.3 O social. 1.2.4 E a articula&#xE7;&#xE3;o-integra&#xE7;&#xE3;o no plano biopsicossocial. 2. O estudo das traject&#xF3;rias criminais. 2.1 A abordagem longitudinal sobre traject&#xF3;rias criminais representa a an&#xE1;lise do transgressivo no "continuum" do tempo. 2.1.1 A l&#xF3;gica do processo desviante. 2.1.2 Traject&#xF3;rias versus carreiras criminais. 2.1.3 Factores de protec&#xE7;&#xE3;o e de risco. 2.1.4 Ciclos de vida. 2.2 O g&#xE9;nero como condicionalismo de co-exist&#xEA;ncia. 2.2.1 O feminino na sociedade portuguesa. 2.2.2 A criminalidade no feminino. Parte II - Estudo emp&#xED;rico. 3. Limites &#xE0; metodologia. 3.1 Os limites do objecto que propomos. 3.2 O c&#xF3;digo penal de 1982. 3.3 A institui&#xE7;&#xE3;o Pol&#xED;cia Judici&#xE1;ria. 3.4 A fonte: Sistema Integrado de Informa&#xE7;&#xE3;o Criminal. 3.5 Selec&#xE7;&#xE3;o da amostra e recolha de dados: dificuldades e limites. 3.5.1 Matriz - caracter&#xED;sticas do indiv&#xED;duo. 3.5.2 Matriz - resid&#xEA;ncia. 3.5.3 Matriz - elementos do crime. 3.5.4 Matriz - priva&#xE7;&#xE3;o da liberdade. 3.5.5 Matriz - classifica&#xE7;&#xE3;o policial. 4. An&#xE1;lise e discuss&#xE3;o dos dados. 4.1 Estudo dos sujeitos constituintes da amostra. 4.1.1 Tipo de delinquente. 4.1.2 Rela&#xE7;&#xE3;o conjugal. 4.1.3 Naturalidade. 4.1.4 Nacionalidade. 4.1.5 Origem racial. 4.1.6 Habilita&#xE7;&#xF5;es liter&#xE1;rias. 4.1.7 Grupo profissional. 4.1.8 A idade ao primeiro registo. 4.1.9 Resid&#xEA;ncia e mobilidade residencial. 4.1.10 O intervalo entre o 1.&#xBA; registo e o &#xFA;ltimo. 4.1.11 A mobilidade criminal. 4.1.12 A priva&#xE7;&#xE3;o da liberdade. 4.1.13 Pris&#xE3;o efectiva. 4.2. As traject&#xF3;rias criminais na generalidade. 4.3 As traject&#xF3;rias criminais na especificidade. 4.3.1 An&#xE1;lise regressiva. 4.3.1.1 Consumo de droga. 4.3.1.2 Tr&#xE1;fico-consumo e tr&#xE1;fico de droga.  4.3.1.3 Emiss&#xE3;o de cheque sem provis&#xE3;o. 4.3.1.4 Contra a vida. 4.3.1.5 De natureza sexual. 4.3.1.6 Contra a integridade f&#xED;sica e liberdade pessoal. 4.3.1.7 Contra o patrim&#xF3;nio com viol&#xEA;ncia. 4.3.1.8 Contra o patrim&#xF3;nio sem viol&#xEA;ncia. 4.3.1.9 De falsifica&#xE7;&#xE3;o. 4.3.1.10 Contra o Estado. 4.3.1.11 Outros contra a sociedade.  4.3.1.12 Outros contra as pessoas. 4.3.2 An&#xE1;lise sequencial. 4.3.2.1 Consumo de droga. 4.3.2.2 Tr&#xE1;fico-consumo e tr&#xE1;fico de droga. 4.3.2.3 Emiss&#xE3;o de cheque sem provis&#xE3;o. 4.3.2.4 Contra a vida. 4.3.2.5 De natureza social. 4.3.2.6 Contra a integridade f&#xED;sica e liberdade pessoal. 4.3.2.7 Contra o patrim&#xF3;nio com viol&#xEA;ncia. 4.3.2.8 Contra o patrim&#xF3;nio sem viol&#xEA;ncia. 4.3.2.9 De falsifica&#xE7;&#xE3;o. 4.3.2.10 Contra o Estado. 4.3.2.11 Outros contra a sociedade. 4.3.2.12 Outros contra as pessoas. 4.3.2.13 N&#xE3;o especificados. 4.3. A articula&#xE7;&#xE3;o interpretativa regressivo-sequencial. 4.3.3.1 A categoria ocasional. 4.3.3.2 A categoria reincidente. 4.3.3.3 A categoria cr&#xF3;nico. Discuss&#xE3;o final - conclus&#xE3;o. Bibilografia. Anexos (Quadro sin&#xF3;ptico, matrizes de recolha de dados, quadros de sequ&#xEA;ncias de registos-crime, quadros de exerc&#xED;cios de predi&#xE7;&#xF5;es).</subfield>
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    <subfield code="a">COMPORTAMENTO DESVIANTE</subfield>
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