03962nam a2200205 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200031200067210006900379215002000448300016500468330276900633606002903402606002803431606003503459710013703494955001103631995011403642382863 a382863 a20050721d2002 y0pory50 ba apor aAs tendências da criminalidade e das sanções penais na década de 90bRecurso eletrónicoeproblemas e bloqueios na execução da pena de prisão e da prestação de trabalho a favor da comunidadeerelatório preliminarfdir. científico Boaventura de Sousa Santos, coord. Conceição Gomes aCoimbracObservatório Permanente da Justiça Portuguesad2002 a1 CD-ROMd12 cm aFicheiro de 3,81 Mb (239 f.) em formato PDF. Disponível também em: https://opj.ces.uc.pt/portugues/relatorios/relatorio_7.html. Acedido a 19 de maio de 2015. aAgradecimentos. Introdução. Capítulo I - As tendências da criminalidade na década de 90: 1. Introdução. 2. O volume da criminalidade na fase de inquérito. 3. O volume da criminalidade na fase de julgamento. 4. A natureza da criminalidade. 4.1. A criminalidade denunciada. 4.2. A criminalidade na fase de julgamento. 5. A extinção do procedimento criminal. 6. A criminalidade julgada. 7. Os crimes condenados. 8. Os condenados. Capítulo II - As sanções penais: 1. Introdução. 2. A escolha e a medida concreta da pena. 3. As recomendações do Conselho da Europa. 4. A evolução das penas na década de 90. 5. A variação regional das penas. 6. As penas, a distribuição por tipo de crime e a sua execução. 6.1. Pena de multa. 6.2. Suspensão da execução da pena de prisão. 6.3. Prisão por dias livres. 6.4. Semidetenção. 6.5. Distribuição por tipo de crime da pena de prisão por dias livres e de semidentenção. 6.6. Admoestação. Capítulo III - A Pena de prisão: 1. Introdução. 2. As instituições envolvidas na execução da pena de prisão. 2.1. Os tribunais de condenação. 2.2. O Ministério Público junto do tribunal de condenação. 2.3. Os tribunais de execução das penas. 2.4. A Direcção-Geral dos Serviços Prisionais. 2.5. O estabelecimento prisional. 2.6. O Instituto de Reinserção Social. 3. Problemas e bloqueios na execução da pena de prisão. 3.1. As desarticulações na comunicação. 3.2. A questão do cúmulo jurídico. 3.3. As medidas de flexibilização. 3.4. A questão da liberdade condicional. 3.5. As competências e o desempenho do Ministério Público no âmbito da execução da pena de prisão. 3.6. A intervenção do juiz de execução das penas. 3.7. Recrutamento e formação dos juizes do tribunal de execução das penas. 3.8. A formação dos técnicos a trabalhar no meio prisional. 3.9. O volume e o perfil da população prisional e a adaptação do sistema. 3.10. A uniformização de regras e de procedimentos. Capítulo IV - A prestação de trabalho a favor da comunidade: 1. Introdução. 2. As recomendações e resoluções do Conselho da Europa. 3. O regime jurídico da prestação de trabalho a favor da comunidade. 3.1. A evolução do regime jurídico. 3.2. O regime jurídico actual. 4. A execução da prestação de trabalho a favor da comunidade. 4.1. O Instituto de Reinserção Social. 4.2. A comunidade. 5. A reduzida aplicação da prestação de trabalho a favor da comunidade. 6. Os factores de bloqueio. 6.1. Bloqueios legais. 6.2. Bloqueios culturais. 6.3. Bloqueios sociais. Conclusões. Anexos. Referências Bibliográficas. aSANÇÃO PENAL9227850 aJUSTIÇA PENAL9224778 aESTABELECIMENTO PRISIONAL9551 aUNIVERSIDADE DE COIMBRAbFaculdade de Economia. Centro de Estudos Sociais. Observatório Permanente da Justiça Portuguesa9101402 xOferta 104PJCD_38_00000000000000052022-06-066PJCD389412178aPJcPJfPJ1CD38_99kPJCD38n2022-06-06o0rMOxOferta