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    <subfield code="a">Direito penal I</subfield>
    <subfield code="f">Teresa Pizarro Beleza</subfield>
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    <subfield code="a">2.&#xAA; ed. revista e actualizada</subfield>
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    <subfield code="a">Sum&#xE1;rio. 1. QUEST&#xD5;ES RELATIVAS &#xC0; DEFINI&#xC7;&#xC3;O DE DIREITO PENAL. Bibliografia geral. 1.1. Perspectiva jur&#xED;dica ou normativa e perspectiva sociol&#xF3;gica, criminol&#xF3;gica ou pol&#xED;tica. 2.&#xAA; AULA: 1. 2. Direito Penal ou Direito Criminal? 1.3. Defini&#xE7;&#xE3;o estrutural do direito penal. 1.3.1. Defini&#xE7;&#xE3;o formal de "crime". 1.3.2. Defini&#xE7;&#xE3;o material de pena. 1.4. Defini&#xE7;&#xE3;o material de "crime". 1.4.1. O crime como objecto da Pol&#xED;tica Criminal ou da pol&#xED;tica "strito sensu". 1. 4.2. Os princ&#xED;pios fundamentais de direito penal; o princ&#xED;pio da interven&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima - os princ&#xED;pios da necessidade e da efic&#xE1;cia; o car&#xE1;cter subsidi&#xE1;rio do direito penal. 3.&#xAA; AULA 1.4.3. Defini&#xE7;&#xE3;o material ou substancial de crime 1.4.4. Princ&#xED;pio da m&#xE1;xima restri&#xE7;&#xE3;o das penas ou da m&#xED;nima interven&#xE7;&#xE3;o do Estado em mat&#xE9;ria penal 1.4.5. Defini&#xE7;&#xE3;o do direito penal e limita&#xE7;&#xF5;es constitucionais 1.4.6. Princ&#xED;pio da legalidade 1.4.7. Princ&#xED;pio da humanidade das penas 1.4.8. Princ&#xED;pio da culpa, princ&#xED;pio da responsabilidade subjectiva. 1.5. Direito penal e outros ramos do direito. 1.5.1. Direito Penal e Direito Civil; Direito Penal e Direito Fiscal 1.5.2. Direito penal e direito disciplinar 1.5.2.1. O Decreto-Lei n.&#xB0; 24/84, de 16 de Janeiro. 1.5.2.2. Aplicabilidade dos princ&#xED;pios do direito penal ao direito disciplinar. (J. CASTRO NEVES) 1.5.2.2.1. Os princ&#xED;pios gerais 1.5.2.2.2. O princ&#xED;pio da legalidade. 1.5.2.2.3. Imputa&#xE7;&#xE3;o subjectiva da responsabilidade. O "princ&#xED;pio da culpa". 1.5.2.2.3.1. Denega&#xE7;&#xE3;o parcial do "princ&#xED;pio da culpa". 1.5.2.2.3.2. Confus&#xE3;o dos planos do dolo e da neglig&#xEA;ncia. 1.5.2.2.4. Causas de exclus&#xE3;o da ilicitude e da culpa. 1.5.2.2.4.1. As circunst&#xE2;ncias atenuantes e agravantes. 1.5.2.2.4.2. As circunst&#xE2;ncias "dirimentes da responsabilidade". 1.5.2.2.5. Nulidades: falta de audi&#xEA;ncia do arguido e omiss&#xE3;o de dilig&#xEA;ncias essenciais para a descoberta da verdade. 1.5.2.2.6. Ne bis in Idem. 1.5.2.2.6.1.0 art&#xB0; 29.&#xB0;, n.&#xB0; 5 da Constitui&#xE7;&#xE3;o como princ&#xED;pio processual e material. 1.5.2.2.6.2. A discuss&#xE3;o da quest&#xE3;o na doutrina portuguesa. 1.5.2.2.6.3. A quest&#xE3;o face ao C&#xF3;digo Penal vigente (art&#xB0;s. 66&#xB0; e ss.). A relatividade da independ&#xEA;ncia dos procedimentos penal e disciplinar. O "ne bis in Idem" como garantia dos cidad&#xE3;os. 1.5.2.2.7. Inconstitucionalidades. 1.5.3. Direito penal e direito administrativo: As contraven&#xE7;&#xF5;es. 1.5.3.1. Distin&#xE7;&#xE3;o de crimes e contraven&#xE7;&#xF5;es. 1.5.3.2. Contraven&#xE7;&#xF5;es e garantias penais. 1.5.3.3. Contraven&#xE7;&#xF5;es e direito de mera ordena&#xE7;&#xE3;o social. 4.&#xAA; AULA: 1.5.3.4. O regime das contraven&#xE7;&#xF5;es. 1.6. O direito de mera ordena&#xE7;&#xE3;o social: O decreto-lei 232/79, de 24 de Julho e o decreto-lei 433/82, de 27 de Outubro. Bibliografia. 1.6.1. Direito de mera ordena&#xE7;&#xE3;o social (d.m.o.s.) e direito penal. 1.6.2. Justifica&#xE7;&#xE3;o e fundamentos do d.m.o.s. 1.6.3. O d.m.o.s., o direito administrativo e o recurso para os tribunais comuns. 1.6.4. O d.m.o.s. e a "purifica&#xE7;&#xE3;o do direito penal". 1.6.5 O d.m.o.s. e a responsabilidade das pessoas colectivas. 1.6.6. A inclus&#xE3;o ou n&#xE3;o de certo tipo de infrac&#xE7;&#xF5;es no d.m.o.s. 1.6.7. O regime do d.m.o.s. contraposto ao direito penal. O Decreto-Lei 433/82, de 27.10. 5.&#xAA; AULA: 1.6.8. A quest&#xE3;o da inconstitucionalidade do DL 232/79, de 24 de Julho; sua revoga&#xE7;&#xE3;o parcial (DL 411-A/79, de 1 de Outubro) e posterior substitui&#xE7;&#xE3;o (DL 433/82, de 27 de Outubro): a) A inconstitucionalidade org&#xE2;nica. O texto constitucional de 1982. b) A inconstitucionalidade material.  c) A quest&#xE3;o face ao DL 433/82. 1.7. Direitos penais especiais. A quest&#xE3;o codifica&#xE7;&#xE3;o -leis extravagantes. Bibliografia. 1.7.1. O direito penal militar. Bibliografia 1.7.1.1. A compet&#xEA;ncia espec&#xED;fica do Conselho da Revolu&#xE7;&#xE3;o em mat&#xE9;ria penal no texto origin&#xE1;rio da Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1976. 1.7.1.2. Os tribunais militares como "tribunais especiais" 1.7.1.3. O C&#xF3;digo de Justi&#xE7;a Militar (DL 141/7 7, de 9 de Abril) e o Regulamento de Disciplina Militar (DL 142/77, de 9 de Abril) 1.7.1.4. Aplica&#xE7;&#xE3;o dos princ&#xED;pios constitucionais penais ao direito penal militar 1.7.1.5. O chamado "direito estatut&#xE1;rio" e o DL 203/78, de 24 de Julho a) O art.&#xB0; 2.&#xB0; do DL 203/78 e a "interpreta&#xE7;&#xE3;o aut&#xEA;ntica" do RDM. b) O problema da eventual inconstitucionalidade do DL 203/78. c) A lei da Amnistia (Lei n.&#xBA; 74/79, de 23 de Novembro). 1.8. Uma zona especial do direito penal: O crime pol&#xED;tico. Bibliografia. 1.8.1. Defini&#xE7;&#xE3;o de crime pol&#xED;tico. a) O art.&#xB0; 39&#xB0; &#xA7; &#xFA;nico do C&#xF3;digo Processo Penal. b) A lei da extradi&#xE7;&#xE3;o (DL 437/75, de 16 de Agosto) e o art.&#xBA; 33&#xB0;, n.&#xBA; 2 da Constitui&#xE7;&#xE3;o. c) O caso Palma In&#xE1;cio. d) O caso Martelli. 6.&#xAA; AULA: 1. 8.2. Evolu&#xE7;&#xE3;o do tratamento do crime pol&#xED;tico. 1.8.2.1. Em Fran&#xE7;a. 1.8.2.2. Em Inglaterra. 1.8.2.3. A evolu&#xE7;&#xE3;o e as ideias rom&#xE2;nticas. 1.8.2.4. Em Portugal (at&#xE9; ao s&#xE9;c. XIX). a) O per&#xED;odo das Ordena&#xE7;&#xF5;es. b) O per&#xED;odo liberal. c) A Reforma Prisional de 1936. d) A Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1933 e a Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1976. e) O art&#xB0; 39.&#xB0; do C.P.P. e o art&#xB0; 175.&#xB0; do C&#xF3;digo Penal de 1886. f) O C&#xF3;digo Penal de 1982. 1.8.3. A extradi&#xE7;&#xE3;o por crimes pol&#xED;ticos. 1.8.3.1. A Conven&#xE7;&#xE3;o Europeia para a repress&#xE3;o do terrorismo. 1.8.3.2. A "extradi&#xE7;&#xE3;o disfar&#xE7;ada". 1.8.3.3. A repress&#xE3;o do terrorismo no direito interno portugu&#xEA;s. 7.&#xAA; AULA: 1.8.4. Uma figura pr&#xF3;xima da do criminoso pol&#xED;tico: o criminoso por convic&#xE7;&#xE3;o. 1.9. O direito penal internacional. Bibliografia. 1.9.1. Direito Penal Internacional e Direito Internacional Penal. 1.9.2. Relev&#xE2;ncia do DPI no ordenamento jur&#xED;dico portugu&#xEA;s: o art&#xB0; 29.&#xB0;, n.&#xBA; 2 da Constitui&#xE7;&#xE3;o. 1.9.3. Alguns problemas do DPI. 1.9.3.1. A "vexata quaestio" da exist&#xEA;ncia ou n&#xE3;o do DPI. 1.9.3.2. Os sujeitos do DPI. 1.9.3.3. A pretendida exist&#xEA;ncia de um tribunal internacional com compet&#xEA;ncia penal. 1.9.4. Os Congressos Internacionais e o Conselho da Europa. 2. A CRIMINOLOGIA. Bibliografia. 2. 1. A refer&#xEA;ncia &#xE0; Criminologia nos manuais de direito penal: listas de nomes, escolas, t&#xED;tulos. 2.2. Necessidade de uma tentativa de enquadramento hist&#xF3;rico da criminologia. 2.3. O liberalismo setecentista, ideologia da burguesia em ascens&#xE3;o e "Dei delitti e delle pene" de Beccaria, 1764. 2.4. ''L'uomo delinquente", de LOMBROSO, 1876. A escola positiva italiana e o nascimento da criminologia cient&#xED;fica 216 2.4.1. A vis&#xE3;o lombrosiana do delinquente como indiv&#xED;duo &#xE0; parte, doente necessitado de cura. 2.4.2. A criminologia cient&#xED;fica como arma de Poder da burguesia como classe pol&#xED;tica e socialmente dominante. 2.4.3. A identifica&#xE7;&#xE3;o classes trabalhadoras - classes perigosas. 8.&#xAA; AULA: 2.4.4. As v&#xE1;rias correntes dentro da escola positiva italiana. 2.4.5. Precursores e sucessores da escola positiva italiana. A heran&#xE7;a moderna. 2.7. A Criminologia socialista; MARX, ENGELS, BONGER. 9.&#xAA; AULA: 2.9. A Sociologia criminal norte-americana. 2.9.1. A ideia de "desvio" ou "comportamento desviante" ou "desviado". 2.9.2. As v&#xE1;rias escolas e correntes de pensamento. a) A Escola Ecol&#xF3;gica de Chicago. b) SELLIN e o "conflito de culturas". c) A "subcultura delinquente". d) SUTHERLAND e a "teoria da associa&#xE7;&#xE3;o diferencial". e) MERTON e a "teoria da anomia". 2.10. A "Nova Criminologia"; o "labelling approach" ou "perspectiva interaccionista". a) BECKER: Outsiders. b) Uma tentativa de explica&#xE7;&#xE3;o do aparecimento das novas correntes. c) O "comportamento desviante secund&#xE1;rio" ("secondary deviance") de LEMERT. 3. A TEORIA DOS FINS DAS PENAS. Bibliografia. 10.&#xAA; AULA: 3.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 3.2. Os fins mediatos (os fins do Estado) e os fins imediatos (retribui&#xE7;&#xE3;o e preven&#xE7;&#xE3;o). 3.3 Os fins das penas: uma perspectiva hist&#xF3;rica. 6 3.3.1. Desde a Antiguidade Cl&#xE1;ssica at&#xE9; Kant. 6.3.3.2. O tali&#xE3;o. 3.3.3. KANT (a pena como um imperativo categ&#xF3;rico de justi&#xE7;a). 3.3.4. HEGEL (a pena como afirma&#xE7;&#xE3;o do Direito negado pelo crime).11.&#xAA; AULA: 3.3.5. As formula&#xE7;&#xF5;es cl&#xE1;ssicas das teorias retributivas e as posi&#xE7;&#xF5;es dos autores portugueses e alem&#xE3;es. 3.3.6. ROXIN e as tr&#xEA;s fases do funcionamento do Direito Penal. a) 1.&#xAA; fase: a amea&#xE7;a penal (preven&#xE7;&#xE3;o geral). b) 2.&#xAA; fase: a condena&#xE7;&#xE3;o (retribui&#xE7;&#xE3;o ou culpa). c) 3.&#xAA; fase: a execu&#xE7;&#xE3;o da pena (preven&#xE7;&#xE3;o especial como ressocializa&#xE7;&#xE3;o). 4. A TEORIA DA LEI PENAL:  Bibliografia (ver aditamento no fim do cap&#xED;tulo). 4.1. BREVE HIST&#xD3;RIA DA LEI PENAL PORTUGUESA:  4.1.1. </subfield>
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    <subfield code="a">A centraliza&#xE7;&#xE3;o do poder real ao longo da 1.&#xAA; dinastia: a monopoliza&#xE7;&#xE3;o r&#xE9;gia do poder de punir 310 4.1.2. As Ordena&#xE7;&#xF5;es: o casu&#xED;smo, a arbitrariedade, a desigualdade. 4.1.3. O Projecto Mello Freire, 1789. 4.1.4. A Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1822. 4.1.5. O C&#xF3;digo de 1852. Os Coment&#xE1;rios de Levy Maria Jord&#xE3;o e de Silva Ferr&#xE3;o. O Projecto de Levy Maria Jord&#xE3;o. 4.1.6. A Reforma de 1884 e o C&#xF3;digo de 1886. 4.1.7. A Lei de 1867. 1 4.1.8. As Reformas do C&#xF3;digo: em especial, 1954, 1972; as altera&#xE7;&#xF5;es posteriores a 1974. 4.1.9. As tentativas recentes de revis&#xE3;o do C&#xF3;digo: os Projectos E. CORREIA (1963, 1966) e as Propostas de 1977 e 1979. O C&#xF3;digo Penal de 1982. 4.1.10. A Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1976. 4.2. O princ&#xED;pio da legalidade. 4.2.1. A lei penal deve ser precisa. As normas penais em branco. 4.2.2. A irrectroactividade da lei penal. 4.2.3. A proibi&#xE7;&#xE3;o da analogia e da interpreta&#xE7;&#xE3;o extensiva. 4.2.4. A jurisdicionaliza&#xE7;&#xE3;o do processo criminal; as garantias de defesa. 4.2.5. HIST&#xD3;RIA DO PRINC&#xED;PIO DA LEGALIDADE. 4.2.5.1. Refer&#xEA;ncias anteriores ao s&#xE9;c. XVIII: a Magna Carta, 1215. 4.2.5.2. A Declara&#xE7;&#xE3;o dos Direitos do Homem e do Cidad&#xE3;o, de 1789. 13.&#xAA; AULA: 4.2.5.3. O C&#xF3;digo Austr&#xED;aco de Jos&#xE9; II, 1787. 4.2.5.4. As Constitui&#xE7;&#xF5;es dos Estados Americanos. 4.2.5.5. As restri&#xE7;&#xF5;es &#xE0; liberdade dos ju&#xED;zes na aplica&#xE7;&#xE3;o da lei penal: as penas fixas; interpreta&#xE7;&#xE3;o declarativa. 4.2.5.6. As revoga&#xE7;&#xF5;es expressas do princ&#xED;pio da legalidade no s&#xE9;c. XX a Uni&#xE3;o Sovi&#xE9;tica, 1924-6; a Alemanha nazi, 1935. 4.2.5.6.1. A Alemanha nazi: a lei de 1935. O processo DIMITROV. 4.2.5.6.2. A Uni&#xE3;o Sovi&#xE9;tica: os Princ&#xED;pios de 1924. O regresso &#xE0; proibi&#xE7;&#xE3;o da analogia nos Princ&#xED;pios de 1958 342 4.2.6. A relatividade da efic&#xE1;cia do princ&#xED;pio da legalidade: o seu car&#xE1;cter formal. Os exemplos da It&#xE1;lia (1930) e da Dinamarca (1930). Portugal (Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1933). 4.2.7. O princ&#xED;pio da legalidade em Portugal. 4.2.7.1. Evolu&#xE7;&#xE3;o: a Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1822, a Carta de 1826. 4.2.7.2. Os princ&#xED;pios da Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1976. 4.2.7.3. Compara&#xE7;&#xE3;o com a Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1933. 4.2.7.4. A lei ordin&#xE1;ria: as disposi&#xE7;&#xF5;es do C&#xF3;digo Penal. 4.2.8. As implica&#xE7;&#xF5;es do princ&#xED;pio da legalidade: recapitula&#xE7;&#xE3;o e desenvolvimento. 4.3. As fontes do direito penal na ordem jur&#xED;dico-constitucional portuguesa. 4.3.1. O costume e a sua relev&#xE2;ncia no Direito Penal.  4.3.2. A reserva constitucional de compet&#xEA;ncia legislativa em mat&#xE9;ria penal: o art&#xB0; 168.&#xB0;, 1, c) 4.3.2.1 O Direito Penal Militar: reserva absoluta (art&#xB0; 167.&#xB0;, n)) ou reserva (art&#xB0; 168&#xB0;, n.&#xB0; 1, c)) de compet&#xEA;ncia legislativa da Assembleia da Rep&#xFA;blica? 4.3.2.1.1. A ressalva do disposto no art.&#xBA; 148&#xB0; (redac&#xE7;&#xE3;o de 1976) pelo art.&#xB0; 167.&#xB0; e) (redac&#xE7;&#xE3;o de 1976). A compet&#xEA;ncia do Conselho da Revolu&#xE7;&#xE3;o 358 4.3.2.1.2. O problema face &#xE0; redac&#xE7;&#xE3;o de 1982. 4.3.2.2. A compet&#xEA;ncia para conceder amnistias. 4.3.2.3. Contraven&#xE7;&#xF5;es e contra-ordena&#xE7;&#xF5;es: compet&#xEA;ncias legislativa. 4.3.2.3.1. A mat&#xE9;ria contravencional. O entendimento da al. c) do art.&#xB0; 168.&#xB0; (art&#xB0; 167.&#xB0;, e) no texto de 1976). A exclusividade da compet&#xEA;ncia da Assembleia da Rep&#xFA;blica para impor san&#xE7;&#xF5;es privativas de liberdade - a al. b) do art.&#xB0; 168.&#xB0; (art.&#xB0; 167.&#xBA;, c) no texto de 1976). A inconvertibilidade em pris&#xE3;o das multas criadas pelo Governo no uso da sua compet&#xEA;ncia legislativa pr&#xF3;pria. 4.3.2.3.2. O Ac&#xF3;rd&#xE3;o n.&#xBA; 15/84 do Tribunal Constitucional (Ver o aditamento no fim do cap. 4). 4.3.2.3.3. A refer&#xEA;ncia constitucional ao Direito de mera ordena&#xE7;&#xE3;o social em sede de reserva de compet&#xEA;ncia legislativa (art&#xB0; 168.&#xB0;, n.&#xB0; 1, al. d) 4.3.2.4. A concess&#xE3;o de autoriza&#xE7;&#xF5;es legislativas pela Assembleia da Rep&#xFA;blica ao Governo: Constitui&#xE7;&#xE3;o, art&#xB0; 168.&#xB0;. 4.3.3. Os Assentos em Direito Penal. 4.4. A necess&#xE1;ria precis&#xE3;o da lei penal. As dificuldades em consegui-la. 14.&#xAA; AULA: 4.4.1. As leis penais imprecisas: as normas penais em branco (nova refer&#xEA;ncia) e as express&#xF5;es vagas, utilizadas na lei penal; exemplos. 4.4.2. A import&#xE2;ncia do papel dos tribunais na fixa&#xE7;&#xE3;o do sentido das previs&#xF5;es legais. 4.4.3. Os crimes negligentes e os crimes omissivos impr&#xF3;prios. 4.4.4. A necess&#xE1;ria conex&#xE3;o entre a defini&#xE7;&#xE3;o da infrac&#xE7;&#xE3;o (ou do estado de perigosidade) e a pena (ou a medida de seguran&#xE7;a) aplic&#xE1;vel. 4.5. As implica&#xE7;&#xF5;es do princ&#xED;pio da legalidade na aplica&#xE7;&#xE3;o da lei penal no tempo. 4.5.1. A irretroactividade da lei penal. A retroactividade da lei penal favor&#xE1;vel ao r&#xE9;u. O art&#xB0; 29.&#xB0; da Constitui&#xE7;&#xE3;o. 4.5.2. A irretroactividade da lei penal e a teoria dos fins das penas. 4.5.3. O art&#xB0; 29.&#xB0; da Constitui&#xE7;&#xE3;o e os art&#xB0;s. 1.&#xB0; e 2.&#xB0; do C&#xF3;digo Penal. 4.5.4. O problema das leis de emerg&#xEA;ncia. 4.5.5. A aplica&#xE7;&#xE3;o no tempo das leis sobre prescri&#xE7;&#xE3;o. 15.&#xAA;' AULA: 4.5.6. O momento da pr&#xE1;tica da infrac&#xE7;&#xE3;o. 4.6. A interpreta&#xE7;&#xE3;o da lei penal: Implica&#xE7;&#xF5;es do princ&#xED;pio da legalidade. 4.6.1. As restri&#xE7;&#xF5;es &#xE0; liberdade interpretativa do juiz e a separa&#xE7;&#xE3;o dos poderes legislativo e judicial. 4.6.2. A necessidade da interpreta&#xE7;&#xE3;o 4.6.3. A interpreta&#xE7;&#xE3;o das leis penais: o art&#xB0; 18.&#xB0; do C&#xF3;digo Penal de 1886 e o art&#xB0; 29.&#xB0; da Constitui&#xE7;&#xE3;o 4.6.4. A discuss&#xE3;o em torno da proibi&#xE7;&#xE3;o da interpreta&#xE7;&#xE3;o extensiva 4.6.4.1. Interpreta&#xE7;&#xE3;o em sentido lato e em sentido restrito. Interpreta&#xE7;&#xE3;o extensiva e integra&#xE7;&#xE3;o anal&#xF3;gica 4.6.4.2. A solu&#xE7;&#xE3;o da doutrina alem&#xE3; 4.6.4.3. A solu&#xE7;&#xE3;o da lei penal portuguesa 4.6.4.4. Redu&#xE7;&#xE3;o da no&#xE7;&#xE3;o tradicional de interpreta&#xE7;&#xE3;o extensiva 4.6.4.5. A interpreta&#xE7;&#xE3;o do art&#xB0; 9.&#xB0; do C&#xF3;digo Civil 4.6.4.5.1. Interpreta&#xE7;&#xE3;o &#x201C;contra legem&#x201D; e teoria da alus&#xE3;o 4.6.4.5.2. Interpreta&#xE7;&#xE3;o literal: as palavras e o contexto 4.6.4.6. Resumo e Conclus&#xF5;es 4.6.5. A proibi&#xE7;&#xE3;o da integra&#xE7;&#xE3;o de lacunas 4.6.6. O &#xE2;mbito de aplica&#xE7;&#xE3;o da proibi&#xE7;&#xE3;o contida nos art&#xB0;s. 29.&#xB0;, n.&#xBA; 3 da Constitui&#xE7;&#xE3;o e 1.&#xBA;, n.&#xB0; 3 do C&#xF3;digo Penal. 16.&#xAA; AULA: 4.6.7. A import&#xE2;ncia da interpreta&#xE7;&#xE3;o: quest&#xF5;es fundamentais da teoria da infrac&#xE7;&#xE3;o 4.6.8. A import&#xE2;ncia da interpreta&#xE7;&#xE3;o: a sua marca hist&#xF3;rica, ideol&#xF3;gica e pol&#xED;tica 17.&#xAA; AULA: 4.7. O chamado concurso de normas ou concurso aparente de infrac&#xE7;&#xF5;es 4.7.1. O concurso de normas como cap&#xED;tulo da teoria da lei penal 4.7.2. O conceito de concurso de normas: exemplo 4.7.3. Tipos de rela&#xE7;&#xF5;es entre normas e concurso: especialidade subsidiariedade, consun&#xE7;&#xE3;o. Dificuldades da sua distin&#xE7;&#xE3;o n&#xED;tida 4.7.3.1. Especialidade: crimes qualificados e crimes privilegiados. Exemplos. A rela&#xE7;&#xE3;o entre o roubo e o furto 4.7.3.2. Subsidiariedade; subsidiariedade expressa e impl&#xED;cita 4.7.3.2.1. Exemplos de subsidiariedade expressa 4.7.3.2.2. Exemplos de subsidiariedade impl&#xED;cita 4.7.3.3. Consun&#xE7;&#xE3;o. 18.&#xAA; AULA:  4.7.3.4. A chamada consun&#xE7;&#xE3;o impura. 4.7.3.5. Os chamados "factos posteriores n&#xE3;o pun&#xED;veis". 4.8. O &#xE2;mbito da aplica&#xE7;&#xE3;o da lei penal portuguesa: Os art&#xB0;s.: 4.&#xB0;, 5.&#xB0;, 6.&#xB0; e 7.&#xBA; do c&#xF3;digo penal. 4.8.1. O princ&#xED;pio da territorialidade. 4.8.1.1. A extens&#xE3;o do territ&#xF3;rio al&#xE9;m das fronteiras: o princ&#xED;pio do pavilh&#xE3;o. 4.8.1.2. A quest&#xE3;o da inclus&#xE3;o ou n&#xE3;o inclus&#xE3;o das infrac&#xE7;&#xF5;es praticadas a bordo de aeronaves portuguesas no &#xE2;mbito da aplica&#xE7;&#xE3;o da lei penal portuguesa. O art.&#xB0; 53.&#xB0; do C&#xF3;digo Penal de 1886. O art&#xB0; 4.&#xBA;, b) do C&#xF3;digo Penal de 1982. 19.&#xAA; AULA: 4.8.1.3. A determina&#xE7;&#xE3;o do lugar da pr&#xE1;tica do facto. O art&#xB0; 7.&#xB0; do C&#xF3;digo Penal. 4.8.2. O princ&#xED;pio da nacionalidade. 4.8.2.1. O princ&#xED;pio da nacionalidade activa (nacionalidade do agente). 4.8.2.2. Condi&#xE7;&#xF5;es da sua aplica&#xE7;&#xE3;o: a al. c) do n&#xB0; 1 do art.&#xBA; 5.&#xB0; . 4.8.2.3. Princ&#xED;pio da nacionalidade passiva (nacionalidade da v&#xED;tima). 4.8.2.4. Continua&#xE7;&#xE3;o: o art.&#xB0; 6.&#xB0; e o princ&#xED;pio &#x201C;ne bis in Idem&#x201D;. 4.8.3. O princ&#xED;pio da defesa dos interesses nacionais. 4.8.4. O princ&#xED;pio da aplica&#xE7;&#xE3;o universal. 4.8.5. Resumo. 4.8.6. O problema do valor das senten&#xE7;as criminais proferidas em tribunais estrangeiros. 4.8.7. A extradi&#xE7;&#xE3;o. 20.&#xAA; AULA: 4.9. &#xC2;mbito pessoal de aplica&#xE7;&#xE3;o da lei penal: as imunidades dos titulares de certos cargos.</subfield>
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