01476nam a2200145 4500001000700000100004100007101000800048200015700056311004000213330092100253461006701174606003001241606003001271700002901301377825 a20201124u y0pory50 ba apor aInterdependência securitáriaeo caso da proliferação e controlo de armamentos no domínio da inteligência artificialfMaria Francisca Saraiva a(*) CD311. Resumo inserto no artigo aEste artigo analisa as dimensões mais obscuras do uso de sistemas de Inteligência Artificial a nível militar, com enfoque particular nos sistemas de armas letais autónomas. Com base na necessidade de regulação destas tecnologias disruptivas ao nível militar, o texto defende a proibição preventiva destes armamentos e faz propostas no sentido de uma regulação global da utilização da Inteligência Artificial em ambiente militar. O artigo argumenta que os sistemas autónomos agravam as dificuldades de gestão dos instrumentos da violência armada, podendo pôr em causa os fundamentos da Estratégia. Defende igualmente a necessidade de promover uma arquitetura de controlo de armamentos global, tendo em conta que hoje já é possível usar aplicações de Inteligência Artificial em todos os domínios operacionais e que estes se encontram cada vez mais interrelacionados. cLisboad2020vNº 155tNação e Defesax0870-757Xpp. 51-66 aCONTROLO DE ARMAS DE FOGO aINTELIGÊNCIA ARTIFICIAL aSARAIVAbMaria Francisca