01369nam a2200133 4500001000700000100004100007101000800048200013900056311003800195330085000233461009101083606003101174700003001205377704 a20200813u y0pory50 ba apor aTer razão por últimoebreves notas sobre ter razão na justiça e a justiça constitucional portuguesafPaulo Ferreira da Cunha aCD 315. Resumo inserto no artigo. aO presente artigo começa por se perguntar sobre questões recorrentes e em alguns casos subliminares da função de julgar. Um dos magnos problemas (e o primeiro neste âmbito) é o de decidir, naturalmente. Mas mais complicado ainda e envolvendo mais variantes e implicações é a questão do julgar por último. Evidentemente, sempre se pode conceber aquilo a que se chamou um "recurso para o céu". Mas já é um pouco tarde, creem alguns. Aplicando ao caso concreto português essas inquietações de sempre e de toda a parte, passa-se a uma sumaríssima descrição do sistema de justiça constitucional em Portugal, com alusão às consabidas polémicas, aparentemente fadadas a sempre se renovarem, entre uma perspetiva mais judicialista e uma perspetiva mais aberta à politicidade da justiça constitucional. cBragadJaneiro-Abril 2020vTomo 69, n.º 352tScientia Ivridicax0870-8185pp. 103-123 aSISTEMA DE JUSTIÇA PENAL aCUNHAbPaulo Ferreira da