01589nam a2200157 4500001000700000100004100007101000800048200012700056311003900183330103700222461008301259606002001342606002701362700002101389701002101410377594 a20200409u y0pory50 ba aeng aPolitical violence from the extreme right in contemporary PortugalbRecurso eletrónicofRiccardo Marchi, Raquel da Silva aFicheiro de 200 KB em formato PDF. aEm Portugal a violência política da extrema-direita pode ser datada em dois períodos: o período de transição para a democracia (25 de abril de 1974 a meados dos anos 80) e a segunda metade dos anos 80 até à atualidade. Passa-se em revista os movimentos do primeiro período, nomeadamente os militantes que se radicalizaram na guerra colonial (1961-1974), a mobilização anti-imperialista da extrema-esquerda do movimento estudantil da crise académica de 1960, bem como as organizações políticas violentas ativas e cujo objetivo consistia em travar os avanços do comunismo em Portugal (Exército de Libertação). O segundo período apresenta uma extrema-direita que expõe uma identidade e discurso político etnonacionalista, resultante da fusão do ultranacionalismo da antiga extrema-direita e o racismo neonazi da subcultura skinhead, como é o caso do inicial Movimento de Ação Nacional, que após desmantelado pelas autoridades foi substituído pelo PHS – Hammerskins de Portugal. dDecember 2019vVol. 13, n. 6tPerspectives on Terrorismx2334-37455pp. 27-42 aEXTREMA-DIREITA aVIOLÊNCIA POLÍTICA aMARCHIbRiccardo aSILVAbRaquel da