01733nam a2200205 4500001000700000100004100007101000800048200014500056311003800201330104100239461007701280606001701357606001001374606002801384606002401412606002101436700002101457701002201478701002701500377588 a20200408u y0pory50 ba apor aEspecificidades do processo de intervenção com adolescentes agressores sexuaisfRicardo Barroso, Eduarda Ramião, Patrícia Figueiredo aResumo inserto na publicação. aEsta comunicação debruça-se sobre as razões que podem levar alguns adolescentes ou jovens, com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos de idade, a terem comportamentos sexualmente agressivos, e os indicadores a ter em conta: consentimento, igualdade e coerção. Aguarda, igualmente, a tipologia de comportamento sexual objeto de avaliação pelo profissional clínico e forense, que varia entre o comportamento sexual típico, o inapropriado e o agressivo, com a compreensão dos aspetos do desenvolvimento sexual normativo que corre durante a infância e a adolescência, com a categorização de 4 tipos de famílias. É fundamental uma intervenção clínica focada no agressor sexual, que atenda às especificidades desenvolvimentais e a essas diferentes tipologias, efetuada por profissionais com formação específica e atualizada sobre intervenção na violência sexual juvenil, e sistematização de procedimentos, concluindo com a experiência portuguesa atual nos Centros Educativos. cLisboad2.º semestre 2019vNº 2tRevista do CEJx1645-829Xpp. 133-145 aCRIME SEXUAL aJOVEM aANÁLISE PSICOLÓGICA aVIOLÊNCIA JUVENIL aCENTRO EDUCATIVO aBARROSObRicardo aRAMIÃObEduarda aFIGUEIREDObPatrícia