01573nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200011500056311004000171330090300211461010701114606002301221606002501244606002001269606003301289700001801322701002101340701001801361377582 a20200403u y0pory50 ba aeng aThe secondary global market for hacked databRecurso eletrónicofAmit Rechavi, Tamar Berenblum, David Maimon aFicheiro de 1,49 MB em formato PDF. aEstudos prévios sobre atividades de hacking em países específicos sugerem que o nível do país é um fator preponderante e que deve ser explorado. Neste sentido, o estudo levado a cabo que prossegue esta linha de pensamento, salienta os resultados e distingue o papel dos hackers nos ciberataques atribuídos aos diferentes países. Tendo como metodologia a modelação das relações entre os endereços IP dos hackers e os endereços IP HP (honeypots), os autores traçam uma rede direcionada do IP do hacker ao IP HP e estabelecem diferenças entre BFA (brute force attacks) em HP e Sessions (system-trespassing incidentes). Tornou-se assim possível construir uma rede global de atividades de hacking, que após processada e analisada, representa a transferência global de dados no seio da comunidade hacker ao nível internacional em que o país representa a unidade. dJuly-December 2018vVol. 12, n. 2tInternational Journal of Cyber Criminologyx0974–2891pp. 408-426 aCRIME VIA INTERNET aFRAUDE INFORMÁTICA aESTUDO DE CASOS aMÉTODO DE INVESTIGAÇÃO aRECHAVIbAmit aBERENBLUMbTamar aMAIMONbDavid