01555nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200014600056311007400202330093900276461008101215606001301296606001201309606001901321606001601340700002901356377436 a20190712u y0pory50 ba apor aSociedades desportivasbRecurso eletrónicoemaximização de benefícios e modos preventivos de sobrevivênciafVasco André Rodrigues aResumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,03 MB em formato PDF. aO mundo do desporto profissional gera receitas de modo incalculável. Os contratos de patrocínio, as vendas milionárias de atletas, os investidores que vão aparecendo, os contratos de transmissão e difusão dos desafios, entre muitos outros instrumentos conduzem à realização de mais valias incalculáveis. Porém, e fruto da má administração desse dinheiro, os clubes passam por situações agónicas, às quais urge responder. E tal resposta é feita, quer por entes extrínsecos aos mesmos – como, por exemplo a UEFA com o fair play financeiro – quer através dos meios legalmente previstos e que pretendem estancar a bancarrota destes. Falamos do PER e do SIREVE, que merecerão a nossa atenção. E essa será a preocupação do presente estudo: investigar e concluir quais serão as melhores hipóteses de resolução das crises que os clubes desportivos profissionais vão vivendo. cPortod2017vN.º 21tRevista Jurídica Portucalensex2183-5705pp. 115-146 aDESPORTO aFUTEBOL aDIREITO FISCAL aFISCALIDADE aRODRIGUESbVasco André