01502nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200020600056311006500262330069900327461012501026606001701151606002801168606001801196606001901214606001101233700003201244701003201276377432 a20190702u y0pory50 ba apor aA exposição pública não consentida da intimidade sexualbRecurso eletrónicoeentre a tipificação e a culpabilização da vítimafVanessa Chiari Gonçalves, Marina Nogueira de Almeida aResumo inserto no artigo. Ficheiro de 901 KB em formato PDF. aEstudo da exposição pública não consentida da intimidade sexual, para o qual se adotou a criminologia feminista como marco teórico, o método dialético de abordagem e a técnica da revisão bibliográfica. Inicia-se com uma análise conceitual do comportamento estudado e dos seus desdobramentos. A culpabilização da vítima, séria consequência, é analisada no capítulo seguinte. Então, problematiza-se o PL 5.555/2013, que tipifica a conduta, visto também por meio do direito comparado. Conclui-se que a iniciativa do projeto de lei foi importante, mas a estrutura social patriarcal causará danos às vítimas mesmo após a criminalização da conduta. cBrasíliadJulho-Dezembro 2018vVol. 4, n.º 2tRevista de Criminologias e Políticas Criminaisx2526-0065pp. 119-137 aVIDA PRIVADA aDIREITO À PRIVACIDADE aVITIMAÇÃO aLEGISLAÇÃO aBRASIL aGONÇALVESbVanessa Chiari aALMEIDAbMarina Nogueira de