01208nam a2200157 4500001000700000100004100007101000800048200013100056311003900187330059200226461009400818606000800912606002900920606002100949710008000970377371 a20190220u y0pory50 ba aeng aCould secondary DNA transfer falsely place someone at the scene of a crime?bRecurso eletrónicofCynthia M. Cale ...[et al.] aFicheiro de 356 KB em formato PDF. aEstudo que revela como o desenvolvimento das tecnologias de recolha e análise de vestígios de ADN, cada vez mais sensíveis, conseguem detetar com maior acuidade as transferências de ADN secundárias. Após uma experiência em que foram detetadas cerca de 85% de ocorrências de transferências de ADN secundárias – transmitidas a um objeto porque o sujeito secundário apertou a mão ao sujeito primário que de seguida manuseou esse objeto – o estudo levanta questões relativas ao risco de se assumir que o ADN recuperado de um objeto resulta do contacto direto. cHobokendJanuary 2016vVol. 61, n. 1tJournal of Forensic Sciencesx0022-1198pp. 196-203 aADN aANÁLISE DE VESTÍGIOS aCRIMINALÍSTICA aCOULD SECONDARY DNA TRANSFER FALSELY PLACE SOMEONE AT THE SCENE OF A CRIME?