02220nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200015000056311003900206330163300245461007501878606001601953606001601969606001801985700001902003701002802022377265 a20181220u y0pory50 ba aeng aGangs, music and the mediatisation of crimebRecurso eletrónicoeexpressions, violations and validationsfCraig Pinkney, Shona Robinson-Edwards aFicheiro de 210 KB em formato PDF. aA mediatização do mundo atual levanta algumas novas questões no modo como os criminologistas o entendem, analisam e contextualizam. O artigo tem como objetivo relatar pesquisas qualitativas que analisam a forma pela qual algumas redes sociais são utilizadas por membros de gangues. A investigação sobre gangues é baseada, na maioria, na noção de que os gangues são produtos desviantes da desorganização social, embora exista pouca documentação escrita sobre as formas “específicas” de expressão usadas por aqueles que estão associados com os gangues. Como metodologia de trabalho analisou-se, por meio de análise narrativa, o conteúdo lírico de três videoclipes. Há décadas que os vídeos de música têm sido usados ​​como uma forma de expressão. Mais recentemente, em alguns casos, têm sido usados ​​como uma ferramenta para enviar ameaças, promover a cultura de gangues e exibir comportamentos e uso de substâncias ilegais, o que é um conceito relativamente novo, pelo menos no Reino Unido. As redes sociais e videoclipes não são a única razão pela qual houve um aumento da violência entre os jovens, no entanto, o artigo explora mais algumas dessas noções. Os autores sugerem que esta forma de expressão apresenta desafios na compreensão da atividade de gangues num mundo tão envolvido com os meios de comunicação social. A intenção não é criminalizar ainda mais os jovens, mas sim compreender e explorar o fenómeno dos videoclipes e o lugar que ocupam na dinâmica de disseminação de informação pelos gangues. cBingleyd2018vVol. 17, n. 2tSafer Communitiesx1757-8043pp. 103-118 aREDE SOCIAL aGANG DE RUA aCRIMINALIDADE aPINKNEYbCraig aROBINSON-EDWARDSbShona