01763nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200008900056311007300145330119300218461006701411606002501478606003401503606001301537606001101550700003201561377166 a20180612u y0pory50 ba apor aMarrocos e a segurança no MagrebebRecurso eletrónicofFrancisco Xavier de Sousa aResumo inserto na publicação. Ficheiro de 408 KB em formato PDF. aO Reino de Marrocos tem mostrado pretender alcançar um certo protagonismo regional. Para atingir esse desiderato, mas a braços com problemas internos, tanto de índole social como económico e político, tem procurado desviar as atenções do seu povo das verdadeiras razões desses problemas, através de um desfraldar de apelos a um nacionalismo e a uma hegemonia regional, que têm lançado sombras de instabilidade nos relacionamentos com os seus vizinhos, nomeadamente com a Argélia e com Espanha. Parte das suas atividades, mas também da sua inatividade, tem preocupado os países vizinhos, que têm reagido, umas vezes com paciência, outras com assertividade. À perceção de que se pode encontrar naquele Reino, como um “facilitador” que, como parceiro, pode propagar os valores ocidentais ao interior do Magrebe, cola-se uma outra, que o classifica, também, de “perturbador” regional capaz de fomentar a instabilidade numa região. Este artigo procura encontrar soluções que possam delimitar, senão banir, esta instabilidade, apoiando-se nas relações já estabelecidas entre Marrocos e os restantes atores do seu contexto regional. cLisboad2012vNº 132tNação e Defesax0870-757Xpp. 11-60 aSEGURANÇA EUROPEIA aPOLÍTICA EUROPEIA DE DEFESA aMARROCOS aEUROPA aSOUSAbFrancisco Xavier de