01862nam a2200205 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200009700067311005000164330118700214461006701401606001601468606001401484606001201498606002001510606001801530700002001548995008801568377145 a377145 a20180528u y0pory50 ba aeng aTheorising performative violenceeradical islam and beheading in perspectivefAmalendu Misra a(*) CD 283. Resumo inserto na publicação. aO ensaio explora uma das mais decisivas e profundas variantes da violência corporal – a decapitação. Em tempos, comum a todas as culturas, esta forma de punição desapareceu na maioria das sociedades modernas. No entanto, existem algumas sociedades que incentivam a decapitação por motivos religiosos ou culturais. O estudo procura examinar e compreender os propósitos autóctones e os significados culturais do ritual da decapitação. A preocupação central é: porquê decapitar? Muitas vezes é difícil e quase impossível obter uma resposta direta da cultura ou do indivíduo que é o coração deste acto sangrento. Propõe-se uma linha argumentativa que problematiza a decapitação no contexto contemporâneo. Concomitantemente, examinam-se várias perspetivas teóricas e filosóficas que ajudam a enquadrar este fenómeno. De acordo com a avaliação empírica, confinamos a discussão a dois casos contemporâneos bem conhecidos: os casos esporádicos de decapitação por parte dos talibãs no Afeganistão e os métodos de execução pública conduzidos pelos militantes do (autodenominado) Estado Islâmico (EI). cLisboad2017vNº 148tNação e Defesax0870-757Xpp. 28-42 aVIOLÊNCIA aISLAMISMO aTALIBAN aESTUDO DE CASOS aAFEGANISTÃO aMISRAbAmalendu 104PJ_36537_00000000000000052022-06-069404926aPJcPJkPJ36537n2022-06-06o0rAP