01881nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200010800056311003900164330131200203461008601515606002001601606002101621606002801642606001601670710002501686377123 a20180516u y0pory50 ba aeng aStalking in PortugalbRecurso eletrónicoefacing a remarkable challenge...fMarlene Matos ...[et al.] aFicheiro de 355 KB em formato PDF. aNão há uma definição consensual de stalking, variando de país para país, e até no mesmo país, varia de acordo com os domínios (legal e científico). Este é ainda um tema que gera discussão e controvérsia e que resulta em diferentes medidas e definições científicas. Mesmo assim, atualmente, o stalking é conceitualizado principalmente a partir de uma perspetiva de género (Kamir, 2001; Lowney & Best, 1995) e incluída na violência relacional (Spitzberg, 2002). Apesar dos vários estudos realizados sobre stalking, a vitimização por stalking tem sido investigada através de vários padrões, métodos e amostras. Essa diversidade permite uma compreensão complementar e aprofundada do fenómeno, mas, por outro lado, são difíceis e complexas as comparações apropriadas. Após descrição do quadro geral sobre a vitimização do stalking no contexto internacional, afirmamos que Portugal atravessa um estágio de transição. Neste sentido, o presente artigo analisa o stalking no contexto nacional, focando desenvolvimentos passados e atuais, nomeadamente sociais e científicos. Na medida em que o fenómeno se encontra na agenda judicial, consideramos que em breve o stalking será estabelecido como um fenómeno policial e criminal. cLecced2012vA. 6, n. 3tRassegna Italiana di Criminologiax2240-8053pp. 188-194 aASSÉDIO MORAL aASSÉDIO SEXUAL aVIOLÊNCIA DOMÉSTICA aPRIVACIDADE aSTALKING IN Portugal