01705nam a2200181 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200019500067311004300262330093300305461008901238606002701327606002101354606002401375700003501399995008901434377045 a377045 a20180409u y0pory50 ba apor aA mulher no crimebRecurso eletrónicoesubmissa ou subtil?eas atividades rotineiras como fator relevante na incidência de géneros no fenómeno criminalfInês Isabel Capão Calixto a(*). Resumo inserto na publicação. aNo presente estudo, faz-se uma análise do fenómeno criminal através da experiência feminina, abordando a forma como as mulheres vivem o crime, principalmente no papel de agressoras. Mais especificamente, visa-se o relacionamento deste fator com a Teoria das Atividades Rotineiras, desenvolvida em 1979, por Lawrence E. Cohen e Marcus Felson, à luz da Criminologia Ambiental, por forma a compreender as estatísticas da criminalidade feminina. Segundo esta teoria, um conjunto de fatores, tais como a educação, a socialização, a oportunidade e a motivação, impulsionam o cometimento de delitos. As rotinas individuais irão contribuir para a convergência destas variáveis. Visto que homens e mulheres possuem rotinas diferenciadas em função do género, derivadas de um longo processo histórico de socialização, irão também ter divergências no que respeita às oportunidades criminais cMaputodFevereiro de 2018vEdição zerotRevista Científica da ACIPOLpp. 56-65 aCRIMINALIDADE FEMININA aANÁLISE SOCIAL aPSICOLOGIA CRIMINAL aCALIXTObInês Isabel Capão 104PJCD_292_00000000000000052022-06-069404826aPJcPJkPJCD 292n2022-06-06o0rAP