01859nam a2200205 4500001000700000100004100007101000800048200011900056311004800175330114700223461007501370606001901445606002101464606002601485606002601511606002701537606003201564606003901596700001801635376865 a20171128u y0pory50 ba aeng aVisibilities, invisibilities and twilight zones at the crime scene in PortugalbRecurso eletrónicofSusana Costa aFicheiro de 1,07 MB em formato PDF (26 p.). aSão analisados três processos judiciais portugueses e exploradas as narrativas construídas pela polícias (PJ, PSP, GNR) perante o local do crime. Olhando para as visibilidades, invisibilidades e zonas crepusculares, procura-se compreender a forma como as forças policiais em Portugal constroem as suas narrativas através do uso de vestígios biológicos e como essas narrativas fazem parte da produção de prova. Argumenta-se que, nas investigações criminais em Portugal, a produção de uma narrativa, que irá ser apresentada em tribunal, pode ser condicionada pela coexistência das subculturas epistémicas do trabalho policial, que possuem diferentes conhecimentos, práticas, entendimentos e formas de "ver" a prova forense. O grau de entusiasmo tecnológico que orienta o desempenho de diferentes forças policiais no local do crime reflete-se na forma como eles "veem" a cena e os entendimentos socioculturais que são produzidos. Este entusiasmo tecnológico e a chamada "visão profissional seletiva" perante o local do crime podem afetar a robustez e a eficiência da prova apresentada no tribunal. d2017vVol. 36 , nº 4tNew genetics and societyx1469-9915pp. 375-399 aLOCAL DO CRIME aRECOLHA DA PROVA aPRODUÇÃO DE PROVA aACTUAÇÃO POLICIAL aPOLÍCIA JUDICIÁRIA aGUARDA NACIONAL REPUBLICANA aPOLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA aCostabSusana