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    <subfield code="a">Investiga&#xE7;&#xE3;o criminal, processo penal e comunica&#xE7;&#xE3;o social</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="f">Arist&#xF3;fanes Santos</subfield>
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    <subfield code="a">Ficheiro de 712 KB em formato PDF (51 p.). Resumo inserto na publica&#xE7;&#xE3;o. </subfield>
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    <subfield code="a">O presente trabalho, &#x201C;A Investiga&#xE7;&#xE3;o Criminal, e a Publicidade Processual em Angola&#x201D;, visa efetuar uma avalia&#xE7;&#xE3;o profunda dos aspetos ligados a publicidade do processo, tendo em aten&#xE7;&#xE3;o uma s&#xE9;rie de fatores e condi&#xE7;&#xF5;es que podem provocar contrariedades, limites de atua&#xE7;&#xE3;o, viola&#xE7;&#xE3;o de determinados direitos fundamentais etc. Como sabemos, o processo &#x201C;serve para aplica&#xE7;&#xE3;o da lei penal aos casos concretos, tendo por isso um valor instrumental bem preciso: que (nenhum respons&#xE1;vel passe sem puni&#xE7;&#xE3;o) inpunitum nom relinqui facius (nenhum inocente seja condenado) innocentum non condennari&#x201D;. Ou seja, com o processo, pretende-se a descoberta da verdade e a realiza&#xE7;&#xE3;o da justi&#xE7;a. Por conseguinte, os &#xF3;rg&#xE3;os de comunica&#xE7;&#xE3;o social pretendem o mesmo &#x2013; a descoberta da verdade. Da&#xED; a import&#xE2;ncia de avaliar o tipo de informa&#xE7;&#xE3;o que o p&#xFA;blico aceita, o que este p&#xFA;blico pensa da justi&#xE7;a em Angola, quais os meios que difundem essa informa&#xE7;&#xE3;o, que acaba por influenciar essa mesma opini&#xE3;o p&#xFA;blica, at&#xE9; porque, nos nossos dias j&#xE1; n&#xE3;o podemos viver sem informa&#xE7;&#xE3;o, da mesma forma temos que coexistir com as institui&#xE7;&#xF5;es que zelam pela justi&#xE7;a, e essa coabita&#xE7;&#xE3;o social gera conflitos, jogos de interesses, viola direitos e liberdades fundamentais, ou seja, cria toda uma pan&#xF3;plia de situa&#xE7;&#xF5;es que fez despertar o nosso interesse por este assunto. Em Angola, a problem&#xE1;tica da resolu&#xE7;&#xE3;o de casos complicados, pode levar muitos anos a resolver, tendo em conta uma serie de dificuldade que podem surgir ao longo do processo, mas sobretudo porque, os &#x201C;Tribunais n&#xE3;o t&#xEA;m capacidade para gerir um volume de solicita&#xE7;&#xF5;es t&#xE3;o significativo e diversificado como o que lhes &#xE9; atualmente dirigido&#x201D;. Essa situa&#xE7;&#xE3;o tem provocado um clima de suspei&#xE7;&#xF5;es que leva muitas vezes os meios de comunica&#xE7;&#xE3;o social a efetuarem os chamados julgamentos em pra&#xE7;a p&#xFA;blica, ou seja, ao veicularem determinadas noticiais, pode levar a popula&#xE7;&#xE3;o a retirar determinadas ila&#xE7;&#xF5;es que podem acabar por influenciar negativamente o andamento do processo. Portanto, parece-nos, um tema bastante atual num pa&#xED;s como Angola cuja democracia come&#xE7;a a dar os primeiros passos.</subfield>
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    <subfield code="c">Lisboa</subfield>
    <subfield code="d">jul./ dez. 2015</subfield>
    <subfield code="v">Ano 3, n.&#xB0; 6</subfield>
    <subfield code="t">Revista de Direito e Seguran&#xE7;a</subfield>
    <subfield code="x">2182-8687</subfield>
    <subfield code="p">p. 33-83</subfield>
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    <subfield code="a">MEIOS DE COMUNICA&#xC7;&#xC3;O DE MASSAS</subfield>
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    <subfield code="a">SEGREDO DE JUSTI&#xC7;A</subfield>
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    <subfield code="a">PROCESSO PENAL</subfield>
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