03012nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200013500056311008000191330231500271461012302586606003002709606001902739606004302758606001702801700002402818376613 a20170526u y0pory50 ba apor aA verdade no local do crimebRecurso eletrónicoeuso de técnicas científicas na investigação criminalfIvan Chamil Abibo aFicheiro de 535 KB em formato PDF (8 p.). Resumo inserto na publicação. aO presente artigo tende a realçar os aspectos preliminares sobre a co-relação entre o local do crime e o local em que foi encontrado o corpo, como também, a relevância da presença de peritos (formados e dotados de conhecimento científico) ligados à área de Entomologia Forense e de Medicina-Legal no local de sucesso acompanhados pela Polícia de Investigação criminal (PIC) como meio de prossecução das investigações e que tem demonstrado ultimamente uma presumível falha na base fundamental (métodos investigativos) para que as investigações em torno de um delito sejam de facto investigações criminais no nosso país, e provavelmente a cadeia de custódia esteja a ser afectada pela insolvência da parte de quem de direito deste factor primordial na percussão das reais intenções que levaram a morte de um cidadão. Do caso reportado no Diário de Moçambique do dia 09 de Fevereiro de 2015, é um dos exemplos dessa realidade, que dava conta que um corpo que foi encontrado “achado” no bairro da Passagem de nível, na cidade da Beira, com um pé decepado, o que suscitou a preocupação de se debater esses factos, onde se afirma que segundo a opinião da Polícia da República de Moçambique de que pode ter ocorrido por acidente ferroviário e descarta–se a possibilidade de ser por tentativa dos meliantes de encobrimento involuntário de provas e que se realmente leva–se a cabo uma minuciosa investigação no local do crime, poderia–se levantar certas indagações sobre como realmente ocorreu o caso, onde a peritagem seria exaustiva e de forma correcta. A própria reportagem esclareceu o facto de que enquanto o corpo do malogrado se encontrava no local, nenhuma equipa da PIC se fez lá presente, somente um grupo de agentes da corporação ligados a tranquilidade e ordem pública é que foi ao local após horas de exposição do cadáver a varias intervenções da população na tentativa de preservar o que restava do cidadão ora encontrado (contaminação do local de crime), esse aspecto sem duvida preocupa, pois, sabe–se, que varias ciências forenses poderiam contribuir para o esclarecimento desse e de outros casos que estão ocorrer em outras regiões do território nacional. cBeira, MoçambiquedAbril-Junho de 2016vVol. 3, nº 08, ano IIItRevista Científica do ISCTACx2519-7207pp. 34-41 aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL aLOCAL DO CRIME aPOLÍCIA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL aMOÇAMBIQUE aABIBObIvan Chamil