02254nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200018100056311008300237330150000320461012501820606001601945606001001961606002501971606002001996606002302016700003302039376483 a20170201u y0pory50 ba aspa aUna nueva categoría de homicidios por causas personales según el FBIbRecurso eletrónicoesecuestro "in utero" o rapto fetal (fetal abduction)fSusana P. García Roversi aFicheiro de 2,39 MB em formato PDF (22 p.). Resumo inserto na publicação.  aEste crime envolve o rapto de um feto por meio da extração coercitiva do ventre em uma réplica macabra, primitiva e brutal, um procedimento de cesariana. A mãe é geralmente atraída pela autora da infração – 99% são mulheres –, a partir de enganosas e falsas promessas de ajuda. Logo depois de a mãe mergulhar na inconsciência, a autora corta o ventre – literalmente –, extrai o nascituro e leva-o para fins de apropriação. Gestantes são assassinadas, antes ou após o processo, ou morrem devido a sangramento, por causa da negligência. Há pouquíssimos casos de sobrevivência (3/18); o feto sobreviveu em 50% dos casos. No artigo de 2002, que surgiu a partir do estudo de raptos "não intrafamiliares" de crianças com o fim de apropriação, foram encontrados cerca de 30 casos de sequestros violentos de crianças – 1983-2000 –, e incluída uma subamostra de seis, ou 20, em que o crime foi cometido por cesariana forçada; cinco deles seguidos de homicídio da mãe e dois bebês falecidos. Apesar disso, desde 2005, não há trabalhos científicos sobre o assunto nem foi abordado pela criminologia da América Latina, embora tenham ocorrido 12 casos. O método utilizado consistiu em busca minuciosa de notícias estrangeiras de 2005 até a data, o que possibilitou traçar o perfil penal dos responsáveis e seu modus operandi quase idêntico. É considerada urgente e necessária uma política preventiva e educativa. cBogotádJunio-Diciembre 2015vN. 9tMisión Jurídica. Revista de Derecho y Ciencias Socialesx1794-600Xpp. 177-196 aHOMICÍDIO aRAPTO aSEQUESTRO DE PESSOAS aESTUDO DE CASOS aANÁLISE CRIMINAL aGARCÍA ROVERSIbSusana P.